Eu particularmente acho que pelo fato do meu blog ser bem variado ele até consegue atingir um gosto popular diferenciado ao contrário desses blogs de humor, que estão em grande evidência e tratam de uma temática comum, que é o humor. O post ficou enorme, porém é o mais completo possível, já que juntei imagens que vi em todos!
07/09/2011
COISA PRA JACÚ
Porém, nem sempre os contos foram "contos de fadas" bonitos que nem esses que nós estamos acostumados a ver nos filmes da Disney! Na verdade esses contos são adaptações em forma de "eufemismo" das histórias originais. Confira alguns!
10º. O Gaiteiro de Hamelin:
No Conto do Gaitero, nos temos uma cidade infestada por ratos .Um homem chega vestido com roupas de gaiteiro e se oferece para livrar a cidade dos bichos. Os aldeões concordam em pagar uma grande soma de dinheiro se o flautista puder fazer isso - e ele faz. Ele toca música em sua gaita, o que atrai todos os ratos para fora da cidade. Quando ele retorna para o pagamento os aldeões não pagam o combinado, então o gaiteiro leva todas as crianças da cidade também.
Nas suas mais modernas variantes, o flautista atrai as crianças a uma gruta fora da cidade e quando os aldeões finalmente concordam em pagar, ele manda-as de volta. No original mais sinistro, o flautista leva as crianças a um rio onde todos eles se afogam (exceto um rapaz que coxo não podia acompanha-los). Alguns modernos estudiosos dizem que há conotações de pedofilia nesse conto de fadas.
9º. Chapeuzinho Vermelho:
A versão deste conto com que a maioria de nós está familiarizados acaba com Chapeuzinho vermelho a ser salva pelo lenhador que mata o lobo mau. Mas, na verdade, a versão original em francês (por Charles Perrault) no conto não foi tão simpática.
Nesta versão, a menina é uma mocinha bem educada que recebe falsas instruções pelo lobo quando ela pergunta o caminho para sua avós. A Chapeuzinho Vermelho segue os conselhos do lobo acaba sendo devorada. E aqui acaba a história. Não há lenhador - não há avó - só um lobo gordo e uma Chapeuzinho Vermelho morta. A moral desta história é não seguir conselhos de estranhos.
8º. A Pequena Sereia:
A versão 1989 da Pequena Sereia poderia ser melhor conhecido como “A grande mentira!” Na versão Disney, o filme termina com Ariel sendo transformada em um ser humano, para que ela possa casar com Eric. Eles casam num um casamento maravilhoso com a participação de seres humanos e marinhos.
Mas, na primeira versão por Hans Christian Andersen, a sereia vê o Príncipe casar com uma princesa e ela se desespera. É-lhe oferecida uma faca com a qual a pode esfaquear o príncipe, mas em vez de o fazer ela saltou para o mar e morre, transformando-se em espuma. Hans Christian Andersen modificado ligeiramente o final para o tornar mais agradável. Em seu novo final, em vez de morrer, quando se transforma em espuma , ela transforma-se numa “filha do ar” à espera de ir para o céu - por isso, francamente, ela ainda está morta, para todos os efeitos.
7º. Branca de Neve:
No conto da Branca de Neve com o qual todos conhecemos, a Rainha pede a um caçador para matá-la e trazer de volta o seu coração como prova. Em vez disso, o caçador não pode mata-la e retorna com o coração de um javali. Agora, felizmente a Disney não fez muito dano a este conto, mas eles deixaram de fora um importante elemento original.
No conto original, a Rainha realmente pede o fígado de Branca de Neve e os pulmões, que vão ser servido ao jantar naquela noite! Também na versão original, Branca de Neve acorda quando ela é empurrada pelo cavalo do príncipe quando ele a carrega para o seu castelo - não por um beijo mágico. O que o príncipe queria fazer com uma moça morta eu deixo para a sua imaginação. Oh - na versão Grimm, o conto termina com a rainha sendo forçada a dançar até a morte em sapatos em brasa!
6º. Bela Adormecida:
Na versão original, a encantadora princesa é adormecida quando pica o dedo numa agulha .Ela dorme por cem anos, até um um príncipe finalmente chegar, beija-la e desperta-la .Eles apaixonam-se, casam e vivem felizes para sempre. Mas, infelizmente, o conto original não é tão doce (na verdade, você tem que ler isso para acreditar.)
No original, a jovem é colocada para dormir por causa de uma profecia, ao invés de uma maldição. E não é o beijo de um príncipe que acorda: o rei ao vê-la dormindo, e gostando do que vê , estupra-a . Após nove meses ela dá à luz a duas crianças (enquanto ela ainda está dormindo). Uma das crianças chupa o dedo, que remove o pedaço de linho que estava a mantê-la dormindo. Ela acorda estuprada e mãe de dois filhos.
5º. Rumpelstiltskin:
Este conto é um pouco diferente dos outros, porque foi modificado pelo autor o original para torná-lo mais macabro.
Na versão original do conto, Rumpelstiltskin transforma palha em ouro para uma jovem que enfrenta a morte a não ser que ela consiga fazer isso. Em troca, ele pede-a seu primeiro filho. Ela concorda - mas quando chega o dia para entregar a criança, ela não consegue. Rumpelstiltskin diz a ela que ele vai deixá-la fora do negócio, se ela adivinhar o seu nome . Ela ouve-o cantar o seu nome perto do fogo e por isso ela adivinha-o corretamente. Rumpelstiltskin, furioso, corre longe, para nunca mais ser visto. Mas, na versão atualizada, as coisas são um pouco maia confusas. Rumpelstiltskin fica tão irritado que ele bate o seu pé direito no solo. Ele então pega a sua perna esquerda e rasga-se no meio, o que o mata.
4º.Cachinhos de Ouro e os Três Ursos:
Neste conto, ouvimos falar da linda Cachinho de Ouro que encontra a casa dos 3 ursos. Ela entra e come a sua comida, se senta nas sua cadeira e, finalmente, dorme na cama do urso mais pequeno. Quando os ursos voltam para casa eles encontram-na a dormir - ela acorda e escapa para fora pela janela aterrorizada.
Na versão original (1837), tem duas variações possíveis. Na primeira, os ursos encontram Cachinhos de Ouro e comem-na. Na segunda, Cachinhos de ouro é na realidade uma velha bruxa que salta para fora de uma janela quando os ursos a acordam . A história acaba por dizendo que ela ou quebrou o pescoço ou foi presa por vagabundagem e mandada para a “Casa de Correção”.
3º. João e Maria:
A versão conhecida de Hansel e Gretel, fala de duas criancinhas que ficam perdidas na floresta, até encontrar seu caminho para uma casa de gengibre e doces que pertence a uma bruxa. As crianças acabam escravizados por um tempo em que a bruxa as prepara para comer. Eles encontram a saídas, atiram a bruxa no fogo e fogem.
Na versão francesa anterior deste conto (Chamado The Lost Children - As Crianças Perdidas), em vez de uma bruxa, temos um demônio. Agora o demônio é enganado pelas crianças (da mesma forma que Hansel e Gretel), mas resolve isso e põe um chicote para fazer uma criança sangrar (isto não é um erro - ele realmente faz isso). As crianças fingem não saber como chegar ao chicote portanto a mulher do demônio demonstra. Enquanto ela está deitada, as crianças cortam a sua garganta e escapam.
2º. A Garota Sem Mãos:
Francamente, a versão revista deste conto de fadas não é muito melhor que o original, mas há diferenças suficientes para incluí-lo aqui.
Na nova versão, a um pobre homem é oferecido muita riqueza pelo diabo se ele lhe der o que está atrás de seu moinho… O pobre homem pensa que é uma macieira e concorda - mas é a sua própria filha. O diabo tenta levar a filha, mas não pode porque ela é pura. Então ele exige levar o pai, a menos que a filha permita que o seu pai corte as suas mãos. Ela concorda e o pai corta as mãos dela. Isso não é particularmente simpático, mas é um pouco pior em algumas das variantes anteriores em que a menina corta as suas próprias mãos para ficar feia para o irmão que está tentando estuprá-la . Em outra variante, o pai corta fora a mão da filha, porque ela se recusa a fazer sexo com ele.
1º. Cinderela:
No conto de fadas moderno temos a linda Cinderela apaixonada pelo príncipe e as irmãs más casando com dois senhores - com todo mundo feliz para sempre. O conto de fadas tem suas origens no por volta do Século I A.C, quando a heroína de Strabo se chamava Rhodopis, e não Cinderela. A história era muito semelhante à moderna, com a exceção do sapatos de vidro e da carruagem de abóbora.
Mas, por trás da história bonita há uma variante mais sinistra do que a dos Irmãos Grimm: nesta versão, as desagradável irmãs más cortam partes de seus próprios pés, para servir nos sapatos de cristal - esperando enganar o príncipe. O príncipe é alertado para o tramóia por dois pombos que bicam os olhos da irmãs . Elas acabam passando o resto de suas vidas como pedintes cegas enquanto Cinderela vive no luxooso palácio do príncipe.
ACREDITAR SÓ EM UMA VERSÃO É COISA PRA JACÚ, JÁ DIZIA O PICA PAU...
06/09/2011
vinho...adversidade e gritos!!
Poesia de Terça Feira!
O mundo é testemunha de minha felicidade
A arte que eu faço é espelho do que sinto
A distancia é grande mas o trem resolve , verdade...
Quando falo que vc é bunitah pra c...não minto!!
Uma luz de manhã invade todo o recinto
Me sinto bem , além da calamidade
Dias passam lento e te querer eu já presinto
Que afastará pra longe toda adversidade
Tortura,tortura, tortura...mas é com carinho
Ando meio cansado de estra rodeado e sozinho
O amor é grande empresa que nunca faliu...
Entre escolhas e percalços eu sigo firme no caminho
Um gole de paz pra acalmar e pra agitar um gole de vinho
de tanto te olhar vou gritar "meu olho caiu"
05/09/2011
colégio guadalajara que estudei o ginásio ...
Lá na escola que eu estudei!!
A três anos atrás a ong Care Brasil após conseguir recurso financeiro da UPS e contratar a ong OIA ( O Instituto Ambiental), instalou, com o autorização da escola, um biossistema de tratamento de dejetos humanos (biodigestor) no terreno ao lado da escola.
Ele deveria tratar o esgoto da escola e produzir o biogás.
A escola optou por utilizar o biogás no cozimento de alimentos,economizando na aquisição do gás derivado do petróleo.
O Guadá conseguiu junto a prefeitura, através da secretaria de meio ambiente, autorização para instalar e explorar o gás.
No dia 30 de agosto observamos queimar no fogão adaptado para este fim uma timida chama.
È isso mesmo! Começou a produção do gás! Hoje utilizamos um mecanismo de desenvolvimento limpo (MDL) que contribui para diminuir o impacto na camada de ozônio e a poluição na Baía de Guanabara.
Agora estamos nos preparando para instalar um aquecedor solar de baixo custo.
Agora estamos nos preparando para instalar um aquecedor solar de baixo custo.
Nós vamos ensinar, na prática, que a sustentabilidade não é apenas uma palavra de efeito, mas algo real. Nosso sonho de transfrmar um terreno baldio em um ECO Espaço, começa a se desenhar como algo mais palpável.
Um abraço ecologicamente correto a todos.
Um abraço ecologicamente correto a todos.
balanço da vassoura gatuna no copo de vinho rápido!
e a criança brinca no balanço...e outro balanço existe...
e a senhora varre a rua...e outro pensamento é varrido...
os gatos quando encarados nos olhos fogem...
os vinhos em copo de plástico fazem milagre!!!
isso é a vida passando rápido!!!
04/09/2011
PIZZA VERDE NA LUZ DO PÃO DE QUEIJO
Nem a lanterna verde deveria iluminar tanto tantas ruas...
Umas ruas merecem paz e silencio...sem pedestres e sem carros...
Não sai o camarão..nao sai nada de frango...Não sai nem paozinho de queijo...
Só a pizza salva na larica ou na calma...
Estou adivinhando muitas coisas!!
03/09/2011
REBITE
E O PISTACHE MESMO QUE VC ACHE NÃO É REBITE...ARREBITE ..ATÉ AS ALTURAS!! TOQUE OS SEUS COMO JÁ FEZ SHIVA AVATARES E AFINS...
A AGUIA TINHA GARRA QUE ARRANHA E UM CASO DE CARENCIA E MESMO LA NA FAIXA DE GAZA UMA ESTRELA BRILHA!!
NÃO NASÇEU PRA SOFRER MESMO!!
2 IDENTIDADES E UM DESEJO LATENTE DE SER MAIS DO QUE JULGAM...
PRIORIDADE!!! OUVI O S.O.S. E TO AQUI!!
02/09/2011
Velho demais para virar adulto
Velho demais para virar adulto
Dois anos depois, penso no que virá.Sem dúvida, seguiremos com nossas pautas, a inventar uma produção cultural completamente diferente e a estimular as reviravoltas no nó borromeano da cultura digital.
Dois anos depois, penso no que virá.Sem dúvida, seguiremos com nossas pautas, a inventar uma produção cultural completamente diferente e a estimular as reviravoltas no nó borromeano da cultura digital.
A cultura, livre dos anteparos, será ainda mais imaginativa. Por isso, viver uma nova produção é tão importante quanto os objetos, produtos, festivais, sites, shows, plataformas e peças que essa mesma produção produz.
Nos resta, então, viver e fazer a “arte como modo de vida” – como diriam os neo-concretos. Esse é o salto mortal da cultura e sua cambalhota inventiva.
Estamos na sociedade do remix. Pós-tropicalista.
Outro dia, passei em outro canto da casa, e alguém estava manipulando um laptop, misturando trechos de músicas e imagens.
A imagem me remeteu à Emília do Sitio do Picapau Amarelo, no episódio da Reforma da Natureza, quando ela pratica o remix nas suas alterações do mundo: o passarinho-ninho; o porco magro; o livro comestível; o pernilongo cantor e a reforma da personalidade das borboletas azuis.É essa a nossa proposta de mundo – o mundo do remix.
O Aristóteles usa a ideia de Tiquê como uma causa oculta para a razão humana, para o “acaso”.
Acho que foi o tiquê que nos fez estar dois anos juntos, brincando de meta-produção cultural, realizando workshows e vivenciando a internet de raiz.
Se tem algo que posso conclamar, em homenagem a esses dois anos felizes, é que sejamos hidráulicos e objetivos.
Podem até dizer que amadurecemos, mas já somos velhos demais para virar adultos.
01/09/2011
MANGUE NEGRO DE RODRIGO ARAGÃO!!!
SESSÃO MÁGICA HOJE NO MATE COM ANGU...
ME DIVERTI MUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUITO!!

Capixaba nascido em janeiro de 1977, Rodrigo Aragão dirige seus filmes a partir de Guarapari, onde mora desde criancinha. Filho de um ex-mágico que também foi dono de cinema, foi criado ao redor de truques e
maquiagens. O estalo de que aquilo poderia ser o seu futuro veio cedo. Aos sete anos viu um documentário sobre O Império Contra-Ataca.
Estava lá tudo o que mais gostava: cinema e efeitos especiais, mesmo que
não tivesse bem idéia do que significava. Era a década de 1980, quando chega às telas A Morte do Demônio (The Evil Dead, 1981), clássico do terror que terminou por (des)fazer sua cabeça. Maquiagem e truques cênicos nunca tinham sido tão importantes na hora de assustar.
seguido em 1996 por Vampicida, outro curta hoje obscuro.
A estréia na direção ocorreu no teatro, com a peça de horror Mausoléu, em cartaz de 2000 a 2003. Daí, partiu para seus próprios projetos, com Chupa Cabras (2004), Peixe Podre (2005), Peixe Podre II (2006), todos curtas, e
Mangue Negro, o primeiro longa.

Certo dia, em uma comunidade de pescadores e catadores tão pobre quanto fora do tempo, a natureza resolve mostrar seu lado macabro. Do manguezal de onde sai o mísero sustento emergem zumbis canibais.
Ninguém sabe o que causa a “contaminação”. O que importa é fugir e sobreviver para fugir de novo. A cada mordida, pais, amigos e irmãos s
e transformam em criaturas abomináveis.
Diante de um horror que não recua nem com a claridade do dia, que não poupa sequer peixes e crustáceos, um sobrevivente relutante e amedrontado se descobre hábil com o machado – e péssimo na hora de se declarar para a morena que faz seu coração bater.
FICHA TÉCNICA
Diante de um horror que não recua nem com a claridade do dia, que não poupa sequer peixes e crustáceos, um sobrevivente relutante e amedrontado se descobre hábil com o machado – e péssimo na hora de se declarar para a morena que faz seu coração bater.

Mangue Negro Gênero: Terror/Horror
Duração: 105 min Origem: Brasil
Lançamento: Setembro de 2008
Produtora: Fábulas Negras
Direção: Rodrigo Aragão
Elenco: Valderrama dos Santos, Kika de Oliveira, André Lobo, Reginaldo Secundo, Markus Conká, Maurício Ribeiro, Ricardo Araújo, Antônio Lâmego, Júlio Tigre
Duração: 105 min Origem: Brasil
Lançamento: Setembro de 2008
Produtora: Fábulas Negras
Direção: Rodrigo Aragão
Elenco: Valderrama dos Santos, Kika de Oliveira, André Lobo, Reginaldo Secundo, Markus Conká, Maurício Ribeiro, Ricardo Araújo, Antônio Lâmego, Júlio Tigre
Sinopse:
Depois que um mangue é contaminado de forma inexplicável, uma comunidade humilde é chacinada por zumbis. Mocinho e mocinha lutam para sobreviver e, como se fosse possível, encontrar uma cura.
Se Stephen King tem o seu Maine natal e H. P. Lovecraft, a minúscula Providence, de onde poucas vezes saiu, Rodrigo Aragão teve a manha – meio na inspiração, meio na cara de pau - de fincar no modesto bairro de pescadores Perocão, na ensolarada Guarapari (ES), os alicerces de seu universo mítico.
Se Stephen King tem o seu Maine natal e H. P. Lovecraft, a minúscula Providence, de onde poucas vezes saiu, Rodrigo Aragão teve a manha – meio na inspiração, meio na cara de pau - de fincar no modesto bairro de pescadores Perocão, na ensolarada Guarapari (ES), os alicerces de seu universo mítico.
As ruas suburbanas, a pescaria da molecada e os barcos esperando a maré nada têm de tenebroso.
A não ser na imaginação do diretor, que por afinidade – e comodidade, vai – cria ao redor de sua casa uma dimensão fantástica, espremida entre o mangue e o mar.
A junção do que vive sob o lodo fedorento com o que se oculta abaixo da superfície da baía se desembesta em histórias que só vendo. No Perocão, o sol não alivia o medo, só o ofusca.
Seus moradores fictícios perambulam em um espaço sem tempo e progresso material em que o conflito entre o Bem e o Mal só oferece duas escolhas às pessoas ordinárias: rezar ou rezar correndo.
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