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22 de jun de 2013

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O protesto contra o preço e a qualidade do transporte público no centro do Rio de Janeiro, reuniu pelo menos 300 mil manifestantes reunidos na Candelária, segundo estimativa de policiais militares no local, que espera 1 milhão de pessoas no local. A estimativa foi confirmada pelo pesquisador Moacyr Duarte, do Coppe/UFRJ (Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia da Universidade Federal do Rio de Janeiro).



A última manifestação na cidade, que ocorreu na segunda-feira (17) e terminou com a depredação da Alerj (Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro) e policiais e manifestantes feridos, reuniu 100 mil pessoas.



Por volta das 18h30, a passeata chegou à prefeitura da cidade, onde era aguardada pela cavalaria da PM, Batalhão de Choque, Guarda Municipal e homens da Força Nacional de Segurança. Manifestantes soltaram fogos em frente ao prédio e gritavam para os policiais: "Você aí fardado também é explorado". Alguns manifestantes que se aproximaram demais da cavalaria da Polícia Militar e entraram em confronto com os PMs às 19h. Bombas de efeito moral foram lançadas pelos policiais e houve muita correria no local. Manifestantes jogaram pedras nos policiais e colocaram fogo em sacos de lixo.



A avenida Presidente Vargas foi interditada nos dois sentidos. Em direção à Candelária, as pistas da Presidente Vargas tem interdição na altura da avenida Passos; no sentido Praça da Bandeira, a via foi bloqueada na altura da Candelária.



A Polícia Militar, por meio da sua assessoria de imprensa, afirmou que não divulgaria o efetivo de policiais que estão acompanhando a manifestaçã e informou apenas que o número de PMs foi reforçado na região.




Cerca de 20 militantes da CUT (Central Única dos Trabalhadores) chegaram a ser expulsos da concentração para o protesto. Os militantes foram encurralados na esquina da avenida Presidente Vargas com a praça Pio 10, onde levaram socos e empurrões.




Os manifestantes destruíram as bandeiras e todo o material do grupo vinculado à CUT e levaram os mastros como prêmio. Pressionados pela multidão que gritava "Sem partido", os militantes deixaram o local pela rua da Quitanda. Por volta das 17h, um carro de som puxava o coro dos manifestantes.




Militantes de partidos políticos que levavam bandeiras para a passeata foram recebidos com vaias, palavras de ordem e bombas. "O povo unido não precisa de partido", gritaram os manifestantes apartidários para um grupo que levava bandeiras do PSTU, do PCB e do PC do B e descia a rua Uruguaiana em direção à avenida Presidente Vargas, onde acontece o protesto. "Sem partido", repetiam os manifestantes contrários à partidarização. "Sem fascismo", respondiam os militantes partidários.

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