TODO DIA ...É 1 TEXTO NOVO!!!

23 de out de 2012

Eco e os pêndulos,


Sempre gostei de olhar aqueles pêndulos que ficam em escritórios. Nas mesas estáticas parecem destoar da retidão obsessiva que se pronuncia num contexto cor de cinza
.
Remete-me ao equilíbrio e ao desespero...um objeto tão pequeno e simbólico...que não parece sair do lugar...apesar de tanto movimentar-se...

O pêndulo de Foucault até agora me revela uma miscelânea de possibilidades...
 Com jogos de palavras, perseguições e entrelaçamentos surpreendentes, Eco me encaminha numa rota de destinos fabulosos e obscuros...


Embarcando em sentidos de Amélie Poulain 

e Jules Winnfield ,


viajo num caminho onde construo e destruo várias descobertas...
...o número de maior estima, um texto onde as letras se enrolam e se confundem enredando novas significações...deixam, ainda assim, os reais significados, secretos... pois  a insônia advinda da sede em adentrar o universo de Eco, soma-se ao ser sujeito da própria leitura, o que me permite dominar a mensagem que escrevo...
Afinal, pequenas mudanças contextuais podem iluminar mentes abertas acrescentando-se a substituições como a sugerida pelo autor: a= akka; e o= ulla.
Para meu poeta:

Ume zpakkarakka neullasin,
Meullard e nakkasullah me usme sullaçakkarb
Exmide-e rakkapakkazr ullan uet ullaçakkarakkab
Ueq ulla iullar nullatit e ceullad sullan êd makkapullascsulla
E sullasnullas biákkasullal es pcakkamer nulla sakkaçullape
Makkaun ginakkagmelu ciakkaullásmc prílsnemullaecev
Akkasn rakkaurullasakka bisullarakkae uqe ullasmizdullapru
Rullaakka, iveresc ullagakkal? Uqe akkajse tullaerecs, iullaps
Ullasecirp akkapnakkaes lullahtrakka-e makkatenleten e
Nedákkaserten ulla sirsulladuc ullad ume tullaçakkar tullaercnullac.

Akkametulla.

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