07/10/2011

poema vermelho!!

Talvez andar de bicicleta desta com cestinha e garupa (tipo umas dessas bicicletas Ceci ) em um dia de sol, a caminho de um dia de picnic talvez no Aterro do Flamengo ou na Quinta da Boa Vista...

E em minha bolsa de couro possa levar uma máquina fotográfica desta de filme para tirar um retrato seu destes avermelhados e que agente leva para revelar e esperar alguns dias para vermos o quanto nosso amor é possível. 

Você com seu vestido branco e eu com minha camisa florida de dia domingo. 

Juntos iremos contar histórias ouvir histórias um do
outro, saborear sorrisos beijos e abraços. 

Depois vamos rolar na grama , ficar se coçando e sorrindo de cansaço e no final do dia observar o
pôr do sol meio amarrotados de nossa farra inocente e que somente a nós cabe saber o sabor de tal travessura. 

Travessura essa que nos lembra sabores não vividos por nós nos anos 70 mais relembrados por nós nos presentes 2000. 

Somos alegria quando juntos e nos comunicamos
através de "coçegas" ou cosquinhas que somente a nós sabemos como fazer. 

Será ótimo ver seu sorriso moldado com o tempo e sincero pelo qual observei muitas e muitas vezes.

Nosso momento é mágico, único e por mais que outros casais tentem viver o que vivemos no passado
saberemos no presente como esse tal ritual é sagrado para nós, para que no futuro possamos repetir muitas e muitas vezes o singular que se
torna plural em nosso dia de sol em um pic nic com foto avermelhada daquelas que agente leva para revelar.

COPIADO DO GRAFFITTI A.K.A. KIKO DO CHAVES...

06/10/2011

O Rei e a Pedra!!!

Conta-se que um rei que viveu num país além-mar, há muito tempo, era muito sábio e não poupava esforços para ensinar bons hábitos a seu povo.

Freqüentemente fazia coisas que pareciam estranhas  e inúteis; mas tudo que fazia era para ensinar o povo a ser trabalhador e cauteloso.

“Nada de bom pode vir a uma nação” – dizia ele – “cujo povo reclama e espera que outros resolvam seus problemas. Deus dá as coisas boas da
vida a quem lida com os problemas por conta própria”.

Uma noite, enquanto todos dormiam, ele pôs uma enorme pedra na estrada que passava pelo palácio. Depois foi se esconder atrás de uma cerca, e
esperou para ver o que aconteceria.

Primeiro veio um fazendeiro com uma carroça carregada de sementes que levava para a moagem na usina.

“Quem já viu tamanho descuido?” Disse ele contrariado, enquanto desviava sua carroça e contornava a pedra.
“Por que esses preguiçosos não mandam retirar essa pedra da estrada?”

E continuou reclamando da inutilidade dos outros,  mas sem ao menos tocar, ele próprio, na pedra.

Logo depois, um jovem soldado veio cantando pela estrada. A longa pluma de seu quepe ondulava na brisa, e uma espada reluzente pendia da sua cintura.

Ele pensava na maravilhosa coragem que mostraria na guerra e não viu a pedra, mas tropeçou nela e se estatelou no chão poeirento.

Ergueu-se, sacudiu a poeira da roupa, pegou a espada e enfureceu-se com os preguiçosos que insensatamente haviam largado aquela pedra
imensa na estrada.

Então, ele também se afastou sem pensar uma única vez que ele próprio poderia retirar a pedra.

E assim correu o dia...

Todos que por ali passavam reclamavam e resmungavam por causa da pedra no meio da estrada, mas ninguém a tocava.

Finalmente, ao cair da noite, a filha do moleiro por lá passou. Era muito trabalhadora e estava cansada, pois desde cedo andava ocupada no moinho, mas disse a si mesma: “Já está escurecendo, alguém pode tropeçar nesta pedra e se ferir gravemente. 

Vou tirá-la do caminho”. 
E tentou arrastar dali a pedra. Era muito pesada, mas a moça empurrou, e empurrou, e puxou, e inclinou, até que conseguiu retirá-la do lugar.

Para sua surpresa, encontrou uma caixa debaixo da pedra. Ergueu-a. Era pesada, pois estava cheia de alguma coisa. 

Havia na tampa os seguintes dizeres: “Esta caixa pertence a quem retirar a pedra”.

Ela a abriu e descobriu que estava cheia de ouro.
O rei então apareceu e disse com carinho: 
“Minha filha, com freqüência encontramos obstáculos e fardos no caminho. 

Podemos reclamar em alto e bom som enquanto nos desviamos deles, se assim preferimos, ou podemos
erguê-los e descobrir o que eles significam. 
A decepção, normalmente, é o preço da preguiça”.

Então, o sábio rei montou em seu cavalo e, com um delicado boa noite,retirou-se.

05/10/2011

Drama e pedofilia



ser sincero!!
apoiando a campanha contra a pedofilia!!!
mude sua foto no livro das faces!!

SOU ASSIM!!!

Musica, livros, sol, praia, calor, corpo, pessoas, oportunidades,falar, opinar, comer bem, investir bem, namorar muito, chorar com facilidade, perdoar, pedir desculpas, ser sincero, rir de tudo,respeito e responsabilidade...
Coisas que nunca faltaram em mim.


O que eu nao gosto (mas suporto) na minha vida : 
Tédio, chuva,briga, rancor, magoa, desavença, pessoas "não-humildes"...

Gosto de rap, gosto de rima, gosto de cantar, de mpb, gosto de escolher musicas pra cada momento...


Coloco nome em tudo que eu tenho ,até meu chinelo tem nome e sou brincalhão, sério quando tenho que ser...
Sou assim, simplesmente...

04/10/2011

rima


quero rimar o que nao foi feito
espero amar com tudo que tenho no peito
sincero é sempre meu jeito
de onde venho o ar é mais rarefeito...

AMIGOS FAZENDO SEXO

Ver comédias românticas com quem se ama faz dos fotogramas em evolução uma revolução sentimental...
Amigos fazendo sexo é bem comum em Hollywood...
Repara só como tudo é mais lúdico e mágico quando vc coloca uma pitada de amor na coisa qualquer que vc faz...
Ver o Justin Timberlake e Mila Kunis já não é tão pesado... 


Em Amizade Colorida, como o nome entrega, Mila Kunis vive uma jovem que decide manter relações sexuais, sem envolvimento amoroso, com o personagem de Justin Timberlake. Na entrevista abaixo, a atriz fala sobre o filme, que estreia em 30 de setembro no Brasil, e sobre a parceria com Timberlake.

Entrevista:
Vocês e Justin Timberlake mostram uma ótima química no filme. É preciso se dar bem com o ator na vida real para isso transparecer na tela?

Acho que ajuda, mas não acredito que seja muito comum. Tivemos sorte. Realmente gostamos da companhia um do outro enquanto estávamos trabalhando. Muitas vezes, você é amigável com a pessoa, mas não necessariamente continua amiga dela depois da produção. Tivemos a oportunidade de trabalhar por três meses no roteiro, então pudemos nos conhecer antes.

Como foi ajudar a escrever o filme?

Todo o roteiro acabou sendo modificado. Cada cena, do começo ao fim, em um período de dois ou três meses antes da produção. Eu e o Justin trabalhamos cena por cena, trabalhamos os diálogos e fizemos dos personagens o que queríamos que eles fossem. Fizemos com que as reações dos personagens fossem aquilo que nós dois víamos.

Vocês ficaram envergonhados com as cenas de sexo?
Eu não diria envergonhada, acho que pelo fato de termos nos conhecido tanto tempo antes. Fico agradecida por ter sido com ele. Fiquei confortável... bom, o mais confortável que você pode estar com 150 pessoas te olhando.

Você tem papéis dramáticos no currículo, mas você fez mais personagens cômicos. Você se vê mais como uma atriz de comédia?
Eu não me acho engraçada. Então não, de forma alguma. E comédia é muito difícil.

Você se sente bem improvisando?

Sim. É estranho, porque as pessoas sempre dizem que improviso é difícil, e eu discordo. Eu não acho que improvisar é difícil. Acho que se você entende o personagem que está fazendo, entende as motivações dele, então é só falar. E Deus sabe o quanto eu gosto de falar [risos]. Então, qual é a diferença entre falar como eu ou falar como o personagem? É a mesma coisa. O negócio é prestar atenção no seu companheiro de cena, e estar presente.

Críticos geralmente prestam mais atenção a papeis dramáticos. Para você, isso é um problema?

Não. [Se preocupar com isso] significaria fazer um filme. Eu gostei de trabalhar e defendo todos os filmes que fiz, independentemente da falta de apreciação que eles possam ter por parte dos críticos. É ótimo quando o filme é reconhecido, e é ok quando ele não é. Não é por isso [que faço filmes].

Assista abaixo ao trailer do filme Amizade Colorida:

03/10/2011

LEILÃO DE 1 DÓLAR!!!!


Em 1963, o economista e especialista em teoria de jogos, Martin Shukik, criou o Leilão de 1 Dólar.
Funciona da mesma forma que os leilões que você conhece: quem der o maior lance, leva o dólar. Mas o segundo maior lance também paga, sem levar nada.

Mesmo com esse adendo, o primeiro lance não demora a surgir: “1 cent!”. Afinal, são 99 cents de lucro, nada mal.

O segundo lance vem na cola: “2 cents!”.

E assim começa a tradicional corrida em busca de um BOM negócio.

Porém, ao chegar em 99 cents, um fenômeno interessante acontece.

Com um lance a mais, fica 1 dólar por 1 dólar, e você imagina que a brincadeira acabe por aí. Mas aí o leiloeiro lembra ao segundo colocado um detalhe muito importante:

“Você vai perder 99 cents. Mas se você continuar o jogo, e aumentar o lance para US$1,01, seu prejuízo será de apenas 1 cent”

Putz, é mesmo! O lance é prontamente executado e começa uma nova disputa entre as partes, mas agora é para evitar um MAU negócio.

Esse jogo foi criado para ilustrar o paradoxo que existe na “Teoria das decisões racionais” (quando um monte de bobagem é feita, baseada em dados reais e aparentemente racionais como maximizar ganhos e diminuir as perdas) e é tradicional até hoje no MIT. Segundo o professor Marvin Minsky, “leilões de 1 dólar chegam facilmente a US$4 ou US$5 na maioria das vezes”.

Esse fenômeno é facilitado, principalmente nos EUA, pela cultura do vencedor, aquele que não desiste nunca (um conselho que – você já está percebendo – não é dos melhores para dar ao seu filho)

Ironicamente, existe hoje a “estratégia da desistência” e nunca desistir virou coisa de perdedores.

Por isso não é difícil encontrar situações de apenas um vencedor onde as pessoas embarcam na brincadeira, baseados no raciocínio de que muito já foi investido para se desistir.

Exemplos clássicos?

01. Propaganda política, o famoso lobby. Candidato A e B vão incrementando verba de campanha apoiados na crença de que estão quase se elegendo. O perdedor vai torrar uma fortuna, que não terá servido para nada. A nossa propaganda, de bens e serviços, muitas vezes embarca nessa da mesma maneira.

02. Vaga na empresa. Você e mais um ou dois de olho na vaga de diretor. Todos investem seus melhores anos profissionais e nunca pedem demissão porque já investiram muito no “cliente interno” e na carreira naquela empresa. Um sobe, os outros se ferram e saem para o mercado rotulados como velhos (ouch).

03. Investimento em ações. Já perdi muito nessa desvalorização, preciso esperar uma reação para vender. Fortunas inteiras já evaporaram assim.
E assim por diante.

O careca Seth Godin também escreveu um livretinho sobre o assunto, chamado The Dip. Vale a pena a leitura.

A conclusão parece ser a seguinte: há um momento em que o “ganhar mais” vira “perder menos”. Isso, na vida como um todo. A sabedoria está em saber quais jogos jogar. Ou, pelo menos, saber quando parar.

Quer uma dica? Pare um pouquinho e pense no que você anda investindo agora (seu $, seu tempo, seu talento, etc). É bem capaz de você se pegar com a mão levantada em algum leilão de um dólar.

02/10/2011

PROVIDENCIA


15:00 – Teatro de Mamulengo
15:30 – Abertura da exposição
16:00 – Grupo Tá na Rua
16:30 – Esquete Teatral Chegança
16:40 – Fala das autoridades
17:00 – Grupo Morro pela Música
17:40 – Grupo Coração das Meninas
18:10 – Apresentação slowdabf
18:35 – Café musical com o Instituto Staumbor
19:05 – Apresentação de repentista convidado
19:30 – Apresentação do Grupo Mel do Futuro
20:00 – Desafio Musical entre repentista e slowdabf
20:20 – Grupo de Forró
21:00 – Encerramento  do Evento 

01/10/2011

ANTIZONA




Como a banda começou e como vocês escolheram esse nome?

ANTIZONA-Tudo começou numa festinha de rock caseira na Rua Joaquim Méier no bairro do Méier, zona norte do Rio de Janeiro, no final de 1996. Era apenas uma bateria e uma guitarra (Fabinho Teixeira). Formação tipo White Stripes. O som era tipo um rock progressivo misturado com hard core. Era uma doideira que muitos não conseguiam entender direito, mas já apontava uma diversificação sonora evidente para época. Aos poucos foram entrando os outros instrumentos. Primeiramente o baixo, depois o vocal (André Zovão) e finalmente o DJ (Fábio ACM). A formação atual conta ainda com o baixo de Renato Horacio e Wagner Nascimento, nosso novo baterista. O nome não tem nenhum significado. Ainda! Costumamos dizer que é um nome abstrato. Quem sabe um dia a gente consiga chegar num acordo. (risos)



Qual banda vocês gostariam de abrir o show?

ANTIZONA-No Brasil, seria fantástico abrir um show da Nação Zumbi. E na gringa, um show do Cavalera Conspiracy, Body Count, Beastie Boys, Deftones… Se fosse possível voltar no tempo e abrir um show do Jimmy Hendrix e dos Beatles. Vixe! Tem muitas bandas que curtimos.

Qual o foco atual de vocês? Em exatamente o que o ANTIZONA está focado nesse momento?

ANTIZONA-O foco é trabalho e mais trabalho. No momento estamos pré produzindo nosso próximo disco, ouvindo coisas novas, fazendo laboratórios em busca da qualidade, além de buscar parcerias com estúdios e produtoras. Hoje entendemos a importância de ter na equipe uma boa assessoria de imprensa. Fazer show em outras cidades e países atualmente faz parte das nossas metas. Também estamos divulgando nossas músicas e projetos pela internet. Hoje é mais fácil dar visibilidade ao nosso trabalho, através da internet, do que na época que começamos. Temos alguns projetos em andamento com mc`s cubanos, que sai do forno ainda este ano. Estivemos novamente em CUBA em maio, junto com nosso amigo mc Slow da BF (Esquadrão Zona Norte) e lá gravamos uma música, a “Ponha a Mão pra Cima” juntamente com o grupo Mano Armada e o mc Carlito Mucha Rima (Cuentas Claras) no estúdio Real 70. Essa música é um RAP e o beat foi produzido pelo DJ espanhol Maro-King. Foi uma experiência muito boa que em breve vai dar alguns frutos.

Dá um confere no som: http://www.youtube.com/watch?v=AP6--8kYylI

O que acham do cenário nacional ao todo? Tanto a cena independente quanto a mainstream.
ANTIZONA-O cenário independente está crescendo cada vez mais e isso é muito bom pra nós, já que sempre fomos independentes. Mas claro que existe o lado ruim de não ter um super contrato: ficar fora das chamadas "panelas promissoras", aqueles grupos que pelo fato de estar vinculados a alguma gravadora ou a um “master” empresário, acabam tendo mais oportunidades que os independentes. Acho que a falta de respeito com o músico ainda é muito grande no Brasil. E isso não é nenhuma novidade.


Nos falem um pouco sobre as influências da banda.

ANTIZONA-Ouvimos de tudo. The Beatles, Hendrix, Led Zeppelin, Sepultura, James Brown, Deftones, P.O.D, Limp Bizikt, Korn (primeiro e segundo disco), Soufly, Body Count, Beastie Boys, RATM, Nação Zumbi, Fela Kuti, Bob Marley, The Roots, Ministry, Sevendust, The Prodigy, Pixies, Sonic Youth, Lobão e atualmente muito rap cubano.


Percebe-se nas letras uma grande influência de Rage Against The Machine...

ANTIZONA-Desde o início a banda sempre teve uma preocupação com a questão social, de informar, denunciar e ao mesmo tempo mesclar isso com assuntos que não focassem somente estes temas. (Todos da banda compõem, mas atualmente o vocalista e o DJ é quem assumiram a maioria das composições). O RATM com certeza é uma das melhores bandas do mundo, pela presença, pela postura, pelo som e ponto.

Como funciona o trabalho de vocês em estúdio? Na hora de compor, gravar…

ANTIZONA-Hoje em dia o trabalho em estúdio está mais fácil. Antigamente, no tempo do ADAT, era complicado, tínhamos que desembolsar um bom dim dim pra gravar uma faixa. Hoje com o home-estúdio tudo mudou e está bem mais prático. O guitarra (Fabinho Teixeira) pode gravar uns riffes em casa, manda pro DJ (Fábio ACM) que compõe um beat, encaminha para o vocalista (André Zovão) criar uma letra e depois finalizamos toda a gravina num estúdio de boa qualidade pra gravar mixar e masterizar.

O ANTIZONA já fez cover de alguma outra banda?

ANTIZONA-O AZ já tocou alguns covers sim, sempre inserindo um peso a mais nos arranjos. A escolha das músicas sempre foi muito diversificada. Fizemos covers do RATM, Bullet In the Head, Killing In The Name e Bulls on Parade. Criamos versões pesadas de 300 picaretas e O Beco, dos Paralamas do Sucesso. Tocávamos também (isso bem no início) versões de Alice in Chains, Otus 500 dos Racionais Mc`s, Só Mais um Maluco do MV Bill, Bored do Deftones, It`s Automatic do Freestyle, essa última numa versão em ré, totalmente gritada e versões da Nação Zumbi, O Rappa e até Roberto Carlos.

Como vocês vêem o cenário New Metal no Rio de Janeiro? O que falta pra crescer mais ainda?

ANTIZONA-Nunca chegou a existir um “cenário” no RJ. Quem fez acontecer um pouco foi os que amam as distorções dessa sonoridade foda. A galera da baixada fluminense e da zona oeste organizam mais eventos de New Metal. No Rio hoje, não tem mais nada de new e sim de old. O Deftones começou a história no início dos anos 90, depois deles, vieram todas outras bandas de "new". O ANTIZONA assimilou mais a parte do New Metal que teve contribuições do Hip Hop, assim como outras bandas de rapcore ou rapmetal. Mas ainda há poucos espaços de rock no Rio. Se houvessem mais casas de shows e mais apoio de empresas, governos, rádios, com certeza surgiriam novas cenas musicais. E é claro que o New Metal estaria entre as principais.



“O Mar é Foda” Essa música fala de que? E como ela surgiu?

ANTIZONA-O Mar é Foda fala de auto-estima. De sempre se superar qualquer obstáculo à frente. O som surgiu naturalmente em um dos ensaios que aconteciam em um estúdio bem próximo a comunidade do Salgueiro, na Tijuca. Um grande amigo da banda, o DJ Machintal escreveu parte dessa letra. Só que na visão dele, a música seria um samba. Dá pra acreditar?

Deixem aqui um recado para seus fãs e leitores do NM4U!

ANTIZONA-Alôu, rapaziada" Independente do som, o respeito deve vir em primeiro lugar sempre. O AZ existe há quase 15 anos porque aprendemos a conviver com nossas diferenças e acreditamos demais no nosso trabalho. Esperamos que todos vocês continuem ligados no AZ, pois não vamos parar de compor, de tocar e de passar nossa visão sobre tudo que achamos de bom e de ruim. É isso! Música alimenta a alma e o rock é muito mais poderoso do que parece. O AZ surgiu na zona norte do RJ, mas pertence ao mundo.
Muito obrigado a todos que leram esta entrevista. E um grande obrigado ao NM4U pelo convite.

Tâmo junto!


Banda ANTIZONA
Mais informações sobre o ANTIZONA:
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Twitter.com/antizona
www.bandaantizona.com

Contato para shows:
antizona.contato@gmail.com

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