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5 de jul de 2011

Sabe quem come cachorro e masca folha de coca??

Yoko Ono come cachorrinho para defender as raposas

O britânico Mark McGowan e a Ono fizeram um protesto contra a caça as raposas. Para manifestar a revolta com a ação, os dois comeram um cão de raça corgi, a preferida da rainha Elizabeth II.

Yoko Ono achou "um pouco estranho" a carne que comeu. McGowan declarou que o cachorro escolhido para a refeição morreu em um canil, e que o gosto dele era "realmente ruim". "Sei que algumas pessoas acharão isto ofensivo e de mau gosto, mas faço para destacar a incapacidade da Sociedade Real para a Prevenção da Crueldade contra os Animais (RSPCA) de processar o príncipe Philippe, marido da rainha, que com seus amigos disparou contra uma raposa e deixou que ela lutasse por sua vida durante cinco minutos, para matá-la a pauladas em seguida", falou o artista.


Mutação faz vaca produzir leite light

Era para ser um teste de rotina feito em várias vacas. Mas em 2001, cientistas da empresa de biotecnologia Vialactia, na Nova Zelândia, descobriram que um dos animais estudados produzia um leite com baixo teor de gordura

Depois de anos de estudo, veio o veredicto. A vaca Marge, comprada por US$ 218 pela empresa (que faz parte do grupo Fonterra, um grande conglomerado do setor lácteo), tem uma mutação genética que faz ela dar o leite "light".

O produto, natural, apresenta a mesma quantidade de proteínas que o leite normal e tem ainda alto teor de ômega-3. O leite "mutante" tem apenas 1% de gordura, quando o normal é 3,5%.

As crias da vaca Marge também produziram leite com baixa quantidade de gordura, o que mostra que essa característica genética deve ser dominante. O produto pode ser ainda usado normalmente para a produção de manteiga, segundo os cientistas.


Chitas fêmeas são promíscuas

LONDRES - Uma análise genética de chitas, também conhecidas como onças africanas ou guepardos, na Tanzânia, apontou que as fêmeas dessa espécie são "altamente promíscuas". Cientistas de Londres, Nova York, Arusha e Bangcoc analisaram o DNA coletado de amostras de fezes de 176 chitas ao longo de nove anos no Parque Nacional Serengeti.

Foi constatado que 43% de 47 ninhadas continham filhotes de pais múltiplos. Segundo Dada Gottelli, da Sociedade Zoológica de Londres, essas estatísticas poderiam ser ainda maiores.

"Os filhotes de chitas sofrem de alta taxa de mortalidade nas primeiras semanas de vida então é difícil pegar amostras de todos eles", disse a pesquisadora.


Bebê consegue permissão de porte de arma (esta está em ingles mas eu achei sensacional e to com preguiça de traduzir)

Bubba's father, Howard Ludwig, applied on his behalf after his grandfather gave him a shotgun as an heirloom.
Mr Ludwig said he had not expected to succeed, but he filled in the online form, paid $5 and the licence was his.
US gun laws are regularly the subject of fierce debate, renewed recently after April's Virginia Tech killings.
Gunman Cho Seung-hui was able to exploit a loophole in Virginia state law and obtain weapons despite having a history of mental illness. The loophole was later closed




Índios atacam de hip hop na "Funabem' da Bolívia

Músicos se concentram em El Alto, a mais de 4.000 metros de altitude.
Eles cantam em aimará, um dialeto indígena, e combatem exclusão social.

O rapper Abraham Bojorquez

Aconteceu na periferia de São Paulo, do Rio e do Recife -e agora acontece também pertinho de La Paz. A música está se tornando uma arma para a luta contra a exclusão social ao lado da cidade mais importante da Bolívia.

Nas comunidades indígenas de El Alto, os jovens estão driblando as dificuldades com o hip hop aimará. "Pegamos o que vem do império para lutar contra o imperialismo", explicou, em entrevista ao G1, Abraham Bojorquez, 24, rapper do grupo "Ukamau y Ke" (que significa "É assim, e pronto") e líder do movimento "Wayna rap" (rap jovem, em aimará).


O grupo Ukamau y Ke


O grupo compõe canções que falam das tradições indígenas, do sofrimento a que são submetidos e da importância da coca para a cultura loca: tudo em ritmo rap, com batidas eletrônicas e letras em línguas nativa e espanhola. São músicas que fazem crítica ao sistema, e cobram respeito, dignidade.


CLIQUE AQUI E ESCUTE TRECHO DE MÚSICA

http://player.globoradio.globo.com/RadioClick/Player/4/0,,KY678477-5939,00.html


O aimará, assim como o guarani e o quéchua, é reconhecido como língua oficial da Bolívia, paralelamente ao espanhol. Estima-se que mais de 60% da sociedade boliviana seja de origem indígena, e também chega aos 60% a população que vive abaixo da linha da pobreza no país.

A inspiração para o hip hop boliviano, segundo Bojorquez, é brasileira, e nem um pouco sociológica. "Ouvi rap pela primeira vez quando passava um tempo em São Paulo, próximo às favelas da zona leste. Achei que poderia usar os elementos internacionais com a cultura aimará, como os brasileiros fazem com o berimbau, ou com o maracatu", disse.



Vista de El Alto


A mais de 4.000 metros de altitude, onde o ar é rarefeito, El Alto fica nas montanhas que circundam La Paz, e é uma comunidade pobre, formada basicamente por descendentes de indígena. É lá que fica o aeroporto internacional onde aterrissam os vôos brasileiros, por exemplo. "Em casa, nossa primeira língua é o aimará. O Espanhol, castelhano, nós falamos na rua, quando descemos a La Paz", afirma Bojorquez.

Mas nem sempre foi assim, pelo que ele conta. "Há pouco tempo, se alguém daqui fosse para La Paz era chamado pejorativamente de índio, de filho de chola (índia). Hoje, isso mudou."



Rádio pobreza

Wayna Tambo, o centro onde o grupo trabalha e de onde Bojorquez transmite seu programa de rádio, fica em Vila Dolores, um dos bairros mais pobres e mais altos de El Alto. Depois de subir de carro por um bom tempo, tem-se a sensação de estar chegando numa pequena vila no meio do nada. As casas são precárias, de tijolos aparentes, as ruas são mais sujas, há pequenas vendas e pessoas tentando ganhar dinheiro de qualquer forma.



Sede do movimento Wayna Rap

A rua 8, onde funciona o Wayna Tambo, tem numeração aleatória. Do 900, vamos ao 320, a casa seguinte é de número 650 e assim segue até a casa de número 20, formada por muitos galpões e salas de rádio. No local, há estúdios, biblioteca e um espaço para apresentações das inúmeras formas de arte que são ensinadas por lá, da música, à literatura, passando por dança e teatro.

Cerca de 35 jovens estão envolvidos diretamente com a produção do rap indígena. "Usamos este espaço para passar uma mensagem positiva para a nossa comunidade, de integração, de valorizar as culturas originais dessa terra", diz Bojorquez.

O trabalho começou em 2001 e foi acompanhado por uma série de movimentos de valorização das tradições indígenas. O ápice desse movimento foi em 2005, com a eleição de Evo Morales, um ex-líder sindical cocaleiro que faz questão de ressaltar sua origem indígena Ayma.

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