TODO DIA ...É 1 TEXTO NOVO!!!

5 de set de 2010

bem mais calmo!!!

Hoje estou bem mais calmo e especialmente calmo agora...

Ontem minha bela Psique riu de algo que eu disse no supermercado e toda a via-láctea mudou, pelo menos na minha perspectiva...

Aproveitando o ensejo, vimos a exposição "Desenho em Risco" de Maria Leontina lá no centro cultural da caixa, que nunca tinha ido, confesso...



O que vi, foi muito mais que riscos, esboços, estudos, blocos de anotações, cadernos de artistas e obras acabadas assinadas.



Maria Leontina (*SP 1917 – + RJ 1984)

Ela foi precursora da geometria sensível, da harmonia entre expressão e construção, elaborando transições moventes e brilhantes entre razão e emoção. 

Dos anos 60 até 1984, a artista prossegue na abstração, buscando o invisível através do visível.”

Ainda no mesmo centro cultural , num relance e fuga dos olhos de minha amada me mergulhei na exposição, Dress Tent!!!!!!!!!!!


Uma exposição bem interessante. 

A “Dress Tents” traz o trabalho das americanas Robin Lasser e Adrienne Pao que funde vestuário, arquitetura e fotografia. 

Elas desenvolvem vestidos-tendas, como o próprio nome da mostra sugere, e tiram foto deles em meio a paisagens.





A expô já passou pela Argentina e China e fica até 06/09 no Rio. 
Vale visitar!

Achei bem louco mas uma pequena alusão as coisas bélicas do nosso mundinho azulado, já deu uma estragada na minha retina, definitivamente não acho legal a associação de arte e guerra, não que exista algo errado com coisas assim, eu mesmo sou um fã das poesias que falam da guerra, mas por que a temática guerra sempre deve ter uma mensagem tão ... Sei lá...

Por que não existe um personagem como o impotente Wladyslaw Szpilman no filme 
O Pianista: (famoso pianista judeu polonês,Szpilman, vê sua família ser deportada em 1942, ele consegue salvar-se, por puro acaso, do comboio da morte,um policial, músico também, o arranca do vagão)um artista tentando sobreviver em um mundo que de repente virou de pernas pro ar?

Ou como Guido Orefice nos anos 30, antes do início da 2ª Guerra Mundial, quando a Itália promulga as leis raciais, Guido Orefice, um modesto e despreocupado contabilista judeu, faz de tudo para seduzir a bela Dora, uma jovem comprometida com um burocrata fascista.

No dia em que ela deve se casar, durante uma recepção no Grande Hotel d'Arezzo, na Toscana, Guido chega de surpresa, montado a cavalo, e rapta sua amada. 
Os dois, apaixonados, decidem se casar. Desta união, nasce o pequeno Gisué Orefice.


Quando o garotinho completa cinco anos, em 1943, surgem dois policiais para prender Guido e seu filho. 

Ambos devem seguir para um campo de concentração nazista. Dora, embora não seja judia, decide acompanhá-los.

No momento de subirem ao trem que os conduzirá ao campo de concentração, Guido tem uma ideia: 

Fazer com que seu filho creia que tudo não passa de "um grande jogo", no qual os nazistas são apenas funcionários encarregados de "fazer respeitar as leis".






Por outro lado, Dora é separada de seu marido e de seu filho, já que as mulheres não podem ficar juntas com os homens.




Uma vez no campo de concentração, com relação ao "grande jogo", Guido diz a Giosuè que, para ganhá-lo, é preciso fazer 1000 pontos e, para isso, as jogadas mais importantes são manter-se calado e escondido o tempo todo.






O ganhador levará um belo tanque de guerra para casa.




Para conseguir manter essa fantasia do garoto, Guido vê-se obrigado a enfrentar muitas e difíceis situações.






Finalmente, quando o exército americano chega para libertar os prisioneiros, um tanque de guerra surge e, para todos os efeitos, o jogo foi ganho por eles e o tanque é o prêmio prometido.




Violência gratuita ou a imagem que a representa é como Wagner tocado por 18 horas com os graves ligados no máximo.






É como cereal de chocolate em leite achocolatado com respingos de chocolate e bombons de chocolate no topo. [...] 

É exagerado. 
É tanto da mesma coisa que se torna desagradável!!!


O inferno está perto de nós, é verdade. Mas há saída, sim. Basta olhar de perto e sentir o sopro de humanidade que vibra sob a máscara dos monstros.


Nós não gostaríamos que este post ou esse blog fosse considerado um post ou um blog sobre ou contra o crime e a violência, melancólico e bonito como flores na sepultura.

Desejamos que ele seja lido e usado como uma ferramenta cheia de vida a serviço da construção das saídas”. 

Fica aqui a indicação.






E fica aqui também um vídeo do Wu Tang Clan e do grande Isaac Hayes , juntos , que fala tudo o que eu quero dizer , ou disse , de forma muito mais bonita e profissional , assim como eles , ás vezes eu não consigo dormir...




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