TODO DIA ...É 1 TEXTO NOVO!!!

3 de jul de 2010

sereias , frígidas e Rimbaud

E a Argenmarrentatina volta pra casa!!!!!!!!!!!!!

E eu ouço o canto das sereias...




As sereias estavam em greve de beleza
e os reis esperavam sua morte verde clara.

Os Deuses se feriram na sua franqueza
e a Venus tinha a fala mais felina e rara.

Dos caminhos que não sei medir por minha destreza
eu me perco e me acho , tenho um mapa na cara

ser plebeu em plena plenitude da realeza
é ferida que sangra e nunca mais sara...

Sou eu mesmo tentando não ser...
Sou eu mesmo criatura mutante parada...

Areias movediças das palavras não vão me deter!
A sereia esta velha e nao mais sarada,

A Venus está frígida e não mais sarada...
Sou seu espelho quebrado querendo se refazer...

Na índia viviam três princesas sereias:

Se, Re e Ia.

Hoje de manhã, Se acordou e chamou susurrando a Re para preparar o café:
Se diz:
- Por que temos que fazer o café ?
Re diz:
- Porque é niver da Ia e vamos levar corais doces,bolo de algas, refripolvos, paodeló de caldas e brigadeialgas e fazer aquela farra.

Mas Ia não parava de chorar lembrando da morte de Farrah...
E não houve farra...

Em tempos passados tínhamos , mesmo , sereias vivas...








VÍRGINIA LANE,ANGELITA MARTINEZ, BRIGITTE BLAIR E CLAUDETTE COLBERT...

No Zimbábue, uma mulher testemunhou que realmente pagou um cantor local que ia viajar para Londres para levar com ele cinco "sereias", para que elas pudessem ajudá-la em seu julgamento por roubo de carros e milhões de dólares de zimbábue (milhares de reais).

A pessoa que a aconselhou a fazer isso disse que ela não poderia ver as sereias porque "apenas médiuns poderiam fazê-lo".

É uma pena que ainda tenham pessoas que se prestem a fazer algo assim para enganar ao próximo.

É claro que sereias não existem.

Pelo menos as palpáveis (isso para ser bonzinho, pois também não existem sereias impalpáveis).

E, mesmo que existam as não palpáveis e visíveis, eu pergunto: "Porque é que um espírito iria precisar de uma viagem de avião para ir de um país para o outro?




É triste, mas verdadeiro: a grande maioria das pessoas passa por esta vida imersa na multidão, cumprindo prazos, pagando contas, morrendo de medo do futuro e idealizando um passado remoto que é na maioria das vezes uma montoeira de seqüelas.

Outros (poucos, loucos e raros) desafiam, desafinam este coro de contentes descontentes.

Jean Arthur Rimbaud no séc XIX , entre outras almas solitárias e radicais, chegou na beira do abismo e resolveram experimentar que gosto tinha o pulo.

Eu pulo muuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuito!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

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