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31 de mar de 2014

PROIBIDO

Livros proibidos que fizeram sucesso

A censura a livros não é novidade na história da humanidade.
A Bíblia já sofreu inúmeras restrições.
Ainda assim, é a publicação mais vendida no mundo.
Os motivos podem ser vários: discordância religiosa ou política, obscenidades, uso de drogas.
O curioso é saber que até mesmo best-sellers como a saga “Crepúsculo”, “Harry Potter” e “Jogos Vorazes” estão na lista de publicações proibidas em algum momento.
Agora, histórias de obras banidas das bibliotecas e que ainda assim foram lidas por milhões de pessoas!



CREPÚSCULO






Um dos best-sellers dos últimos anos, a série de livros de Stephanie Meyers, lançada a partir de 2005, não foi muito bem aceita por pais tradicionais nos EUA.
Os livros ocupam a quinta posição do relatório anual de livros proibidos nos EUA.
O problema alegado é o (suposto) forte apelo sexual forte e também os assuntos sobrenaturais.






JOGOS VORAZES




A trilogia lançada em 2008 foi alvo de muitos protestos nos EUA por trazer elementos como violência, insensibilidade e linguagem ofensiva. Os livros estão na lista dos mais banidos por pais e educadores nos Estados Unidos, segundo dados do Office for Intellectual Freedom, da Associação Americana de Bibliotecas. Apesar disso, os livros continuam fazendo sucesso e os filmes arrecadaram bilhões de dólares.




HARRY POTTER




A série de sucesso “Harry Potter” foi censurada nos Emirados Árabes porque “incentivava a bruxaria”. Os livros também sofreram com protestos de líderes religiosos do Brasil e, nos Estados Unidos, chegaram a ser banidos de escolas mais conservadoras. Nada disso abalou o sucesso da história dos alunos de Hogwarts, nem nas livrarias, nem no cinema.


AS VANTAGENS DE SER INVISÍVEL




A obra do americano Stephen Chbosky está há cinco anos consecutivos na lista de livros banidos de bibliotecas americanas. Os pais mais tradicionais se incomodaram com o fato de o romance falar abertamente de sexualidade e drogas. O título se tornou um best-seller mesmo assim e também virou filme, que trazia Emma Watson, de “Harry Potter”, em seu elenco.










GOSSIP GIRL – VAI SONHANDO




O nono volume da série que conta a rotina dos adolescente ricos e glamurosos de Nova York não foi considerado uma obra voltada para o público jovem, por tratar de drogas e álcool. Muitos pais americanos exigiram que o livro fosse banido das bibliotecas do país.











ALICE NO PAÍS DAS MARAVILHAS



A mais famosa obra de Lewis Carroll, que já rendeu diversos filmes, está proibida na China. Para os chineses, as histórias surreais da protagonista Alice que conversa com animais e vários personagens fantásticos são inconcebíveis. Lá, não animais e os homens não podem ter as mesmas qualidades, nem estar no mesmo nível.








CAÇADAS DE PEDRINHO




Essa obra de Monteiro Lobato que marcou a infância de muita gente começou a sofrer, recentemente, muitas críticas por trazer passagens racistas. O livro lançado em 1933 está sofrendo tentativa de boicote do Conselho Nacional de Educação. Ainda não há nenhuma resolução formal sobre isso, mas alguns professores já estão censurando esta e outras obras do autor brasileiro.








LOLITA





A polêmica história deste livro – um professor que se apaixona pela enteada de apenas 12 anos – fez o clássico ser considerado obsceno na época de seu lançamento, em 1955. Por esse motivo, a obra foi proibida em países como França, Inglaterra, Argentina e Nova Zelândia e teve todas suas cópias apreendidas em diversos lugares.





50 TONS DE CINZA


O best-seller da autora britânica E. L. James também sofreu por narrar cenas calientes – muitas vezes consideradas pornográficas! Mesmo tendo vendido mais de 40 milhões de cópias em todo o mundo, a obra foi banida das prateleiras da Flórida, Geórgia e Wisconsin, nos EUA. Até mesmo no Brasil a publicação sofreu censura: na cidade de Macaé, no norte do Estado do Rio de Janeiro, a trilogia foi proibida.






BÍBLIA



O livro sagrado vem sofrendo censura por séculos seguidos. Atualmente, a Bíblia é proibida ou muito restrita em vários países, incluindo a Coreia do Norte e a Eritreia. A própria Igreja Católica chegou a vetar a publicação do livro na linguagem popular – só era permitido o uso do latim, que pouca gente dominava. Essa restrição quanto à tradução durou entre o século XIII e o XIX.

 MACACO VELHO

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