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3 de jun de 2010

Eu e a França

Le fabuleux destin d'Amélie Poulain ou O fabuloso destino de Amelie Poulain...


O filme conta a história de Amélie, uma menina que cresceu isolada das outras crianças. Isso porque seu pai achava que Amélie possuia uma anomalia no coração, já que este batia muito rápido durante os exames mensais que o pai fazia na menina.
Na verdade, Amélie ficava nervosa com este raro contato físico com o pai. Por isso, e somente por isso, seu coração batia mais rápido que o normal.

Já senti isso...é uma coisa que não dá pra controlar, ai eu começo a escrever no blog que vc esta lendo agora e tudo ou quase tudo passa!

Seus pais, então, privaram Amélie de freqüentar escola e ter contato com outras crianças. Sua mãe, que era professora, foi quem a alfabetizou até falecer quando Amélie ainda era menina.
Sua infância solitária e a morte prematura de sua mãe influenciaram fortemente o desenvolvimento de Amélie e a forma como ela se relacionava com as pessoas e com o mundo depois de adulta.


Eu sei que a infancia é um pesadelo para a maioria das pessoas e sei também que a maioria das pessoas querem , depois de quebrar a cara na adultice ,voltar ao pesadelo , que lhes pareçe mais doçe que nunca!


Após sua maioridade, mudou-se do subúrbio para o bairro parisiense de Montmartre onde começou a trabalhar como garçonete.
Certo dia, encontra no banheiro de seu apartamento uma caixinha com brinquedos e figurinhas pertencentes ao antigo morador do apartamento. Decide procurá-lo e entregar o pertence ao seu dono, Dominique, anonimamente.
Ao notar que ele chora de alegria ao reaver o seu objeto, a moça fica impressionada e remodela sua visão do mundo.

Meus momentos mais felizes estão diretamente relacionados a felicidade que posso causar nas pessoas , tipo o dia que falei para minha amada , vamos comprar o dvd da amélie????


A partir de então, Amélie se engaja na realização de pequenos gestos a fim de ajudar e tornar mais felizes as pessoas ao seu redor.
Ela ganha aí um novo sentido para sua existência. Em uma destas pequenas grandes ações ela encontra um homem por quem se apaixona à primeira vista. E então seu destino muda para sempre...

Minha visão...

O filme é um espetáculo de fazer rir e chorar , o filme é um foguete desgovernado que atinge nosso ciração feito flecha comanche , o filme é um primor visual: a fotografia é belíssima, muito bem trabalhada, rica em detalhes e bem colorida.
Na realidade é um dos grandes destaques do filme. Tecnicamente, é o mais interessante. Quanto à trilha sonora, pode-se dizer que é linda. Os diálogos são rápidos e ao mesmo tempo diretos, mas não chegam a ser superficiais.

O roteiro não traz algo de revolucionário, mas mesmo assim tem qualidade e foi bem escrito. Mas o que o valoriza ainda mais a produção é a forma que Jean-Pierre Jeunet dá vida à personagem Amelie, juntamente com a atriz Audrey Tautou (este foi o filme que a lançou para o mundo), mostrando dessa forma que ambos souberam muito bem desenvolver os seus papéis.
O estilo utilizado pelo diretor misturando comédia com drama mais a presença de um narrador, que parece estar narrando um assunto didático, acaba por tornar o filme muito interessante, leve e descontraído.
Apresenta assim um toque incomum que nos faz esquecer do tempo, pois acabamos ficando presos ao filme para acompanhar sua narração que é rápida e rica em informações.


Responda rápido: quantas vezes você já ouviu (ou disse) a frase odeio filmes franceses...

A não ser que você seja um assíduo freqüentador de mostras de cinema, aposto que a opinião geral do seu círculo de amizades seja a de que o cinema do velho continente é chato, cansativo e cabeça demais.
Claro que descarte aí as produções internacionais, do tipo O quinto elemento, O profissional ou Despedida em Las Vegas, todas co-produções França/Estados Unidos.

Se esse for o seu caso e a simples idéia de assistir a um filme francês lhe causa ojeriza, talvez seja a hora de tomar uma vacina, preparada, é claro, como todas as imunizações: com uma dose do próprio problema.
Agora, se você reconhece a vida cinematográfica fora de Hollywood, prepare-se para saborear um lado dela que há muito não provava.




Premiações
Cinco indicações ao Oscar, nas seguintes categorias: Melhor Filme Estrangeiro, Melhor Direção de Arte, Melhor Fotografia, Melhor Som e Melhor Roteiro Original.

Uma indicação ao Globo de Ouro, na categoria de Melhor Filme Estrangeiro.

Ganhou dois prêmios no BAFTA, nas seguintes categorias: Melhor Roteiro Original e Melhor Desenho de Produção.

Foi ainda indicado em outras 7 categorias: Melhor Filme, Melhor Diretor, Melhor Atriz (Audrey Tautou), Melhor Filme Estrangeiro, Melhor Fotografia, Melhor Trilha Sonora e Melhor Edição.

Recebeu treze indicações ao César, nas seguintes categorias: Melhor Filme, Melhor Diretor, Melhor Atriz (Audrey Tautou), Melhor Ator Coadjuvante (Rufus e James Debbouze), Melhor Atriz Coadjuvante (Isabelle Nanty), Melhor Fotografia, Melhor Figurino, Melhor Edição, Melhor Desenho de Produção, Melhor Trilha Sonora, Melhor Som e Melhor Roteiro.

Ganhou o Prêmio da Audiência no Festival Internacional de Edimburgo.

Ganhou o Prêmio do Público no Festival de Toronto.

Recebeu uma indicação ao Grande Prêmio Cinema Brasil, na categoria de Melhor Filme Estrangeiro.

Ganhou o Prêmio Adoro Cinema 2002 de Melhor Atriz Revelação (Audrey Tautou).

Trilha Sonora
J'y suis jamais allé (1:34)
Les jours tristes (Instrumental) (3:03)
La valse d'Amélie (versão original) (2:15)
Comptine d'une autre été : l'après-midi (2:20)
La noyée (2:03)
L'autre valse d'Amélie (1:33)
Guilty (Al Bowlly) (3:13)
À quai (3:32)
Le moulin (4:27)
Pas si simple (1:52)
La valse d'Amélie (versão orquestrada) (2:00)
La valse des vieux os (2:20)
La dispute (4:15)
Si tu n'étais pas là (Fréhel) (3:29)
Soir de fête (2:55)
La redécouverte (1:13)
Sur le fil (4:23)
Le banquet (1:31)
La valse d'Amélie (Piano) (2:38)
La valse des monstres (3:39)
L'Autre Valse d'Amélie (Version Quatuor à Cordes) (1:41) (edição limitada francesa)
Les Deux Pianos (1:58) (edição limitada francesa)
Comptine d'un autre été (02:00) (edição limitada francesa)
La Maison (02:03) (edição limitada francesa)
Slowdabf ta rimando e trabalhando fantasiado de caveira nas quartas...

Um comentário:

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