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27 de mar de 2010

MUNDO FORMULA INDY TOTAL....

Acho muito pouco provável que textos sobre religião ou coisas assim sejam lidos com muito entusiasmo hoje em dia nessa correria frenética que estamos (mundo formula indy total ) mas eu sou teimoso e acredito nos, por enquanto , 13 acompanhantes e seguidores desse humilde blog...

A definição de qual é a única e verdadeira religião é a mais looooooooooooonga batalha que já pude ver , então vamos começar pelo país mais crazy , para mim , a nebulosa Índia...

Nesse país incluem-se todas as possibilidades: deuses, semi-deuses, seres celestiais, anjos, demônios,deuses pequenos , médios grandes,invisíveis ,visíveis, feios , bonitos ,bonzinhos e vampiros cujas sagas e peripécias serviram desde antiguidade para alimentar o imaginário e os ideais do ser humano.

Estive lendo muito sobre a religião desse cantinho e realmente é uma coisa dos deuses e bota deuses nisso..



Apesar desta inegável multiplicidade, a Índia não é tão politeísta quanto aparenta; tirar essa conclusão seria tão leviano como concluir, olhando para o santoral cristão, que o cristianismo é politeísta.

É uma questão de visão, pois nada é muito perfeitamente dogmático , depois de uma boa missa ou um porre de vinho "sang di boá... "



O hinduísmo, tem uma base filosófica dividida em dharshanas (pontos de vista), mas até certo ponto termina a lógica e começa o imaginário de difícil determinação.

Vale apenas ressaltar que, para os indianos não é mitologia, é Fé. A fé cristã é também vista como mito para eles.

"Armas não conseguem cortá-lo, fogo não pode queimá-lo, água não consegue molhá-lo, ventos não podem secá-lo...

Ele é eterno e tudo permeia, sutil, imóvel e sempre o mesmo"


— Bhagavad Gítá, II:23-24

Cada tradição religiosa tem a sua experiência original do Mistério Absoluto, ou de Deus, irredutível a qualquer categoria criada, e que ultrapassa qualquer nome e forma. Diz-nos a Bíblia que ver a Deus é morrer.

Eu, apesar da minha crescente fé em Deus , não queria morrer pra ver Deus e acho que ninguém quer morrer , dizem que os mulçumanos mais cheios de redbull quando explodem em purpurina cheias de tnt ,chegam no paraiso e são recebidos por Deus e um montão de mulheres e tal ...mas se o barbudo lá for GAY ????????????????



Será que Deus , está numa fase tão politicamente correta , que vai presentear nosso talibã cor de rosa , com uns sarados bombados (homen-bomba nos 2 sentidos ???)


Uma minoria entre os cerca de 1,3 bilhão(somente) de praticantes da religião mulçumana é adepta de interpretações radicais dos ensinamentos de Maomé.

Entre eles, a violência contra outros povos e religiões é considerada uma forma de garantir a sobrevivência do Islã em seu estado puro.

Para a maioria dos seguidores do islamismo, contudo, a religião muçulmana é de paz e tolerância.Só que 1,3 bilhão é gente pra cacimba...

Quando se interrogou o Buddha sobre a existência de Deus, ele respondeu com um sorriso. Não valia a pena tentar falar de Deus. Deus não é este, aquele ou aquilo.

É o "sou quem sou" da tradição judaica, o aham da tradição hindu. Deus fala, mas dele não se pode falar. É o Absoluto não-qualificado, que os Upanishadas tentam conhecer com o seu método de negação: neti, neti (não é isso, não é aquilo).

O Deus do Gênesis é chamado de Elohim. Em hebraico isso é plural, quer dizer os Deuses.Vejo aí um traço remanescente de um politeísmo anterior. Outros enxergam o prenuncio da Trindade, os três Deuses cristãos que são um. No Gênesis, Elohim (ou Javé, ou Yahweh) é um Deus concreto.

Adão e Eva ouvem seus passos, que "passeia no jardim à brisa do dia". Se no Gênesis ele caminha pelo jardim, é no Êxodo que somos apresentados às suas maiores maravilhas.

Moisés sobe a terrível montanha, onde trovões e relâmpagos e o som da trombeta afastam o povo: "Fala-nos tu, e nós ouviremos; não nos fale Deus, para que não morramos", é o pedido do povo de Israel ao profeta da Aliança. É no Êxodo também que se encontra a mais famosa e enigmática definição de Deus: "Eu sou aquele que é".

Em Jó, o mais humano dos poemas já escritos, Yahweh beira a infantilidade. Desafia o infeliz servo, cuja única alternativa é aceitar seu infortúnio. "Poderás pescar o Leviatã com anzol e atar-lhe a língua com uma corda?", pergunta Deus.




Argumenta -se, com certa razão, que o Deus dos judeus não é o mesmo dos cristãos. O benevolente Jesus, que tudo perdoa e tudo ama, parece pouco afeito ao instável Yahweh.

A meu ver, comete-se uma falha comum: analisa-se Deus como um personagem literário, mais penso que Deus é mais complexo que tudo o que já foi criado pelo homem. "Falei de coisas que não entendia, de maravilhas que me ultrapassam", é a lição que devemos tomar.

Pascal, dizem, encontrou Deus.(Um amigo meu de Sampa , disse que além de encontrar com Ele , ainda tomou um chop e 2 pastéis...)


Pascal,saiu do encontro aterrorizado: "infinita imensidão de espaços que ignoro e me ignoram". Essa imensidão do mundo físico lhe causava pavor, solidão e vertigem(quase a mesma definição das celas em Bangu 18).

Descreveu a natureza como "uma esfera infinita cujo centro está em toda parte e a circunferência em nenhuma".

Eu acho que Pascal estava no caminho , pois aquele Deus que caminhava no Éden já não é mais tão palpável.

Devo estar deixando os deuses loucos né???

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