TODO DIA ...É 1 TEXTO NOVO!!!

19 de jun. de 2012

ANTIGAMENTE!!!




Flyers de festas  old schools!
   
   
   
   
   
 

SÓ NA QUADRILHA!!!

Nestas tardes de escândalos fico eu pensando
 se não há maneira mais criativa de criticardo que ficar balbuciando
o que a imoral calhorda de minha cidade vive a aprontando?

Ai vai.

Havia uma quadrilha no período de D. João VI que dizia:

… “Quem furta pouco é ladrão,/
quem furta muito é barão,/
quem mais furta e mais esconde/
passa de barão a visconde”.

Fico imaginando sua adequação para os dias de hoje:

“Quem furta pouco é assessor,/
quem furta muito é vereador,/
quem mais furta é o dissimulador/
passa de prefeito para governador”.

Então, pergunto eu: Se Rufolo, Bella Vista, Locanty e Delta são parceiras e amigas de assessores, vereadores, prefeitos e governador, o que resta ao povo?

Respondo com outra quadrilha do período de nosso ilustre príncipe, D. João VI:

“Furta Loncanty no Paço/
o prefeito e o presidente da câmara rouba no Erário/
E o povo aflito carrega/
Pesada cruz ao Calvário”.

Meus amigos… trocadilhos de ontem e de hoje!

Ps.: Significado de Quadrilha
s.f. Dança do fim do séc. XVIII, executada por um número par de casais.
Peça musical própria para esse tipo de coreografia.
Horda de criminosos que obedecem a um chefe e cujo objetivo é o crime.

18 de jun. de 2012

A ALMA

"A alma é uma luz velada; quando a descuidamos, ela esmaece e se extingue. Porém, se a alimentarmos com o santo óleo do amor, ela ilumina qual lâmpada imortal" (Hermes).

17 de jun. de 2012

EU eu EU


Sonho que sou um rimador andante.
Por ruas, por sóis, por noite escura,
Perito do amor, escritor anelante
O verso encantado da Ventura!

Mas já desmaio, rimando e vacilante,
Quebrada a metrica já, rôta a armadura...
E olho desúbito e avisto, fulgurante
Na sua rua grafitada cheia de formosura!

Com grandes jatos de spray pinto e brado:
Eu sou o rimador ,o MC, o Deserdado...
Abri sites, faces , myspaces, ante meus ais!

Abrem-se as portas dos olhos fragor...
Mas dentro esta o HipHop, cheio de dor,
Slow da bf, o rap - e nada mais!

16 de jun. de 2012

FICOU NO PASSADO OU NÃO????????????

Nossa trajetória começou com eles ! 

Ademir Lemos e Big Boy.

Nossa trajetória começou com eles ! Ademir Lemos e Big Boy.
Big Boy, pseudônimo de Newton Alvarenga Duarte (1 de junho de 1943 - 7 de março de 1977), foi o mais importante disc jockey de sua época, responsável por uma verdadeira revolução no rádio brasileiro. Como locutor, introduziu uma linguagem jovem, mais próxima do público que o ouvia. Seu "hello crazy people!", a maneira irreverente como saudava os ouvintes, tornou-se marca registrada de um estilo próprio, descontraído, diferente da voz empostada dos locutores de então.
Como programador, demonstrou extrema sensibilidade ao captar o gosto do público, observando as tendências musicais ao redor do mundo e inovando a partir de idéias que modificariam todo um sistema de programação estabelecido. Apaixonado por música desde a infância, iniciou uma coleção que chegou a 20 mil discos ainda adolescente, manifestando preferência pelo rock, o então novo ritmo americano que conquistou os jovens no mundo todo. 
Também costumava "peregrinar" na Rádio Tamoio do Rio de Janeiro - a rádio que apresentava a programação mais atualizada na época - procurando manter contato com os programadores e outros aficionados por rock em busca de informações e de uma oportunidade profissional - seu sonho desde então que procurou alcançar com obstinação. A oportunidade finalmente surgiu quando foi convidado para substituir um programador que entrara em férias. 
Assim, não hesitou em interromper a carreira de professor de geografia para tornar-se radialista. Mais tarde foi convidado para participar de uma bem-sucedida tentativa de reformulação da Rádio Mundial AM, que se tornaria a rádio de maior audiência entre o público jovem do Rio de Janeiro. Foi ali que iniciou sua atuação como DJ, ganhou o apelido de Big Boy e criou o estilo inconfundível que continua até hoje influenciando locutores - inclusive das modernas rádios FM, cujas programações muitas vezes ainda seguem os moldes de seus programas. 
Com sua voz alegre e postura informal, complementava as músicas que tocava com informações "quentes" sobre o mundo do disco, impondo uma dinâmica irresistível ao programa; tudo isso sem perder o jeito de fã dos artistas, o que o aproximava ainda mais dos ouvintes. Big Boy também pode ser considerado o primeiro "profissional multimídia" do show business brasileiro. Programador e radialista eclético, diversificava sua atuação mantendo como elo de ligação a paixão pela música contemporânea nos seus diversos segmentos e movimentos. 
Além de manter dois programas diários na Rádio Mundial, Big Boy Show e Ritmos de Boite, um na Rádio Excelsior de São Paulo e um semanal especializado em Beatles, o Cavern Club, também na Mundial, atuava como programador, colunista em diversos jornais e revistas, produtor de discos e DJ dos Bailes da Pesada, onde mantinha um contato direto com o público que gostava especialmente de soul e black music, principalmente na Zona Norte do Rio de Janeiro. 
Em televisão, inovou ao apresentar em sua participação diária no Jornal Hoje da TV Globo, pela primeira vez, film clips com músicas de sucesso do momento. Em seu programa Papo Pop, na TV Record de SP, lançou grupos brasileiros de vanguarda. Foi também o responsável pela implantação do projeto Eldo Pop, no início das transmissões em FM no Brasil. 
A lendária rádio (antiga Eldorado FM), especializada em música progressiva, visava contemplar um público restrito mas altamente especializado em seu gosto musical e que encontrava ali um veículo de expressão da autêntica música de vanguarda. Ao longo de toda sua vida profissional, Big Boy continuou ampliando sua coleção. 
Em diversas viagens a outros países apurou seu acervo, buscando raridades como "discos piratas" de tiragens limitadíssimas. Ao morrer havia juntado cerca de 20 mil títulos, entre LPs e compactos, na maioria importados, que abrangem diversos gêneros musicais como rock, jazz, soul music, rock progressivo, musica francesa, trilhas sonoras de filmes, orquestrais, etc. 
Como um todo, a discoteca Big Boy constitui-se num acervo cultural importantíssimo, pois retrata vários períodos do cenário discográfico mundial e, mais do que uma coleção, trata-se da síntese do trabalho de um profissional que ousou inovar. 
do blog do amigo: humberto dj : http://www.humbertodiscofunk.com

15 de jun. de 2012

minha vida!

RAP NO MUNDO!

O Rap, oferece uma vantagem a seus simpatizantes: Não é preciso gastar
uma fortuna em equipamentos ou montar uma banda profissional para se
exercer esta arte e conseqüentemente, expressar um ponto de vista
político ou social.

Basta apenas, usar a criatividade, pois o Rap depende mais da
habilidade individual do artista em fazer seus comentários por meio de
rimas do que, necessariamente, de lições de canto ou aparelhagens
sofisticadas.

Além disso, o estilo é extremamente democratico, em termos de
temática: pode-se fazer um Rap sobre injustiças sociais-e, também,
para enaltecer uma vizinhança ou ainda para falar de amor e amizade.

Como o Rap infiltrou-se na cultura popular Norte-Americana?-No fim dos
anos 70, um DJ Jamaicano, Kool Herc, mudou-se de Kingston para New
York, estabelecendo-se no West Bronx.

Uma das inovações propostas por Herc foi a de improvisar versos sobre
as 'bases' de certas músicas - no caso, os discos de Reggae.

Herc já fazia aquilo em seu país natal e achou que o público dos EUA
se renderia imediatamente ao estilo.No entanto, apesar de não terem
passado inteiramente despercebidas, as experiências músicais do DJ não
obtiveram grande repercussão de imediato, pelo fato de o Reggae não
estar 'em alta' em New York daquele período.

Assim, o DJ adaptou o seu estilo à nova realidade, fazendo suas
improvisações verborrágicas sobre sessões instrumentais ou de
percussão dos grandes sucessos do momento.

Infelizmente, o 'espaço' para essas improvisações era pequeno - os
trechos instrumentais ocupavam um espaço limitado das partituras - e
assim , Herc precisou lançar mão da tecnologia para virar o jogo a seu
favor: utilizando um Mixer de áudio, o DJ conseguiu estender o tempo
dessas sessões de modo indeterminado, ampliando consideravelmente a
'base' para suas mensagens.

No inicio, essas mensagens não eram muito sotisficadas ou complexas,
Por exemplo, era comum os DJs valerem-se do recurso imaginado por Herc
para anunciarem a presença de um convidado em uma festa de Hip-Hop.

Assim, durante os trechos instrumentais das músicas, eles eles
inseriam breves discursos, como:

'É isso aí, galera, fulano de tal esta aqui esta noite, e vai agitar a
festa pra vocês'

Com o tempo, uma ligeira inovação foi operada no estilo: Os DJs
começaram a rimar seus discursos, que ganharam um tom mais descolado:

'É isso aí, galera! Fulano chegou pra arrasar...Alguém duvida que o
homem é fera?'

E assim por diante.

Pouco a pouco, o Rap foi ganhando a cara que tem atualmente: Kool Herc
prestou outra contribuição importante à evolução do gênero quando, ao
notar que sua invenção havia 'pegado' junto à galera, passou a dividir
trabalho com dois companheiros, Coke La Rock e Clark Kent, que
respondiam pelos microfones.

Estava formado, assim, o primeiro 'grupo' de Rap: Kool Herc and The Herculoids.

Os efeitos da 'democratização' do Rap foram benéficos ao movimento Hip-Hop.

De um fênomeno isolado, restrito à juventude negra dos EUA, o Rap foi
absorvido pelo mercado mainstream, conquistanto um número maior de
adéptos.

A mensagem do Rap também passou a ser mais incisiva, do ponto de vista
político: O grupo Public Enemy, por exemplo, reacendeu a polêmica da
luta contra a segregação racial em músicas como 'Fight The Power'.

Hoje, o Hip-Hop é uma poderosa influência na formação de milhares de
jovens, independentemente de fatores como raça ou condição social.

A cultura Hip-Hop trascendeu fronteiras e revolucionou a música
popular, tornando-a mais sensível aos problemas das grandes cidades.

14 de jun. de 2012

um mestre!

GZA...Um dos mestres dos versos de todos os tempos...


Devendra Banhart e GZA do Wu-Tang Clan juntos?






devendra1

Devendra Banhart revelou que trabalhou com GZA do Wu-Tang Clan no seu último single, “Baby“. A inesperada parceria surgiu quando ele conheceu RZA em uma festa que estavam discotecando e GZA conheceu o seu trabalho.

Banhart disse que é um grande fã do rapper e segundo ele, “Liquid Swords” foi um dos álbuns da sua formação. “Poucos sabem que sou um grande fã do Wu-Tang.  Comecei a me interessar por música vendo vídeos e skate e em grande parte deles a trilha era de hip-hop. Por exemplo, a primeira coisa que fiz com uma impressora foi imprimir o símbolo do Wu-Tang e colar no meu skate“, contou ele.




Yo
Picture bloodbaths and elevator shafts
Like these murderous rhymes tight from genuine craft
Check the print, it`s where veterans spark the letterings
Slow moving MC`s is waitin for the editin
The liquid soluble that made up the chemistry
A gaseous element, that burned down your ministry


Herbal vapors, and biblical papers
Smokin Exodus, every square yard is plush
Fuck the screw-faced photo sessions facial expression
leaves impressions, try to keep a shark nigga guessin


Give crazy shouts Son here`s the outcome
Cut across the semi-gloss rhymes you floss
Shit is outdated, just like neckloads of Sterlings
Suede-fronts, bell-bottoms, and tri-colored Shearlings






Gary Grice, mais conhecido como GZA ou The Genius...

13 de jun. de 2012

coisa boa!

noite de pizza , pavê , suco de melancia , brigadeiro e beijinho e muito amor ...além dos presentes lindos e artesanais , uma noite especial ...isso sim é dia dos namorados!!!

12 de jun. de 2012

namorada!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

quero ver minha namorada agora!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! tchau!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Mas o que você fez?
O que você disse?
Você andou ou você correu por aí?
Onde você está agora?
Aonde você tem estado?
Você veio sozinho ou trouxe um amigo?

Eu preciso saber, porque eu percebi que você está sorrindo
Por aí no sol, se divertindo e se sentindo livre
E eu te digo que eu sei o quão difícil essa vida pode ser
Mas você continua sorrindo para mim

O que deu certo?
O que deu errado?
Foi uma história ou foi uma música?
Foi da noite pro dia ou levou um tempo?
Foi conhecer sua fraqueza que te fez forte?

Ou todas as anteriores? Oh como eu amo te ver sorrindo
E sim, tenha dor só por ter
Você você precisa de algo reconfortante pra abraçar
Pra te colocar um sorriso no rosto

Não saia no novo dia com qualquer dúvida
Aí está um sumário das coisas de que você pode rir
Por exemplo, minha namorada, ela me irrita o tempo todo
Mas a maior irônia é que ela me ama o tempo todo

Eu acredito sempre que te vejo sorrindo
Porque é facilmente uma das coisas mais difíceis de fazer
Suas e preocupações e medos se tornam seus amigos
E eles acabam sorrindo pra você

Ponha um sorriso no rosto

11 de jun. de 2012

estão limpando a cidade


ESTÃO LIMPANDO A CIDADE POR CAUSA DA RIO  + 20   E AS OUTRAS FESTAS QUE ESTÃO POR VIR

As desgraças de nossa cidade se dão a partir de um genocídio que vem acontecendo com o apelido de ORDEM PUBLICA.


A tal limpeza que a cidade vem sofrendo desde 2001 com o  nome de Tolerancia Zero, depois em 2004 como o nome de Cata Palha - Lapa Limpa, mais na frente em 2005 Operação Recolhimento, em 2007 as Opeações Bacanas, Copabacana, Ipanemabacana, Barrabacana, Tijucabacana depois em 2007 chega o Choque de Ordem, deliberando uma política de Rua, e em 2011 a resolução 20/2011 da SMAS, Protocolado do Serviço Especializada de Abordagem Social, fazendo um unico serviço, recolher os pobres das ruas.

Como isso se dá? Na verdade não sabemos nem pra onde estão indo todos os recolhidos, e para isso  a Sociedade Civil se reúne para discutir  a questão RECOLHIMENTO OU ACOLHIMENTO.
São vários os grupos que estão preocupados com essa atuação arbitrária mantida pelo governo municipal. O principal foco é de tira–los sim das ruas, mas para onde leva–los, o lugar delas não é na rua, mas qualificar a saida deles...
 

Vários depoimentos foram feitos, como da Patricia que foi dependente usuária durante 25 anos e hj está livre. Mas acha que tem ser mais objetivo nas abordagem e o que seria benéfico para tirá-los das ruas.
Paulo Silveira,  apresenta a forma adotada de internação, basta tres psiquiatra atestar a doença a internação é automática.





Slow da BF representando a  Ong Child Hope, apresentou seu quadro de atuação com a defasagem de menores nas ruas e os motivos por ele e seu parceiro de trabalho já registrado em fotos.
Flavia do Centra -Rio, Pedro do CEDECARJ, Valdinei do San Martin, Eufrazia da Defensoria Publica, Monique estudante e moradora de Manguinhos, Vereador Reimont, Alice do CRP, Marcelo Enfermeiro do consultório de Rua, explica que existe um enfrentamento nos recolhimentos quantos aos pacientes que vivem nas rua, pois os mesmos são colocado nas mesmas vãns sem nenhum cuidados medicos. E o Desembargador Dr. Ciro Darlan que em poucas palavras mostrou-se da mesma forma que sempre se posicionou quando se fala de menor.

Dentro de um belíssimo trabalho feito por Marcia Gatto, apresentado para os presentes,  observamos que são negros a maioria dos meninos e meninas de rua,  são negros os que estão em abrigos, e são negros a maioria dos mortos.
NESSA REUNIÃO NÃO HAVIA NENHUMA REPRESENTAÇÃO DO MOVIMENTO NEGRO...


mais no blog do amigo zezynho andrady...
http://aquieumevejo.blogspot.com.br/

9 de jun. de 2012

Para S.L.C.

Apenas para que saibas que te amo...você é a luz que emana das minhas
veias invisíveis...o calor da minha mente quando está entorpecida...a
alma que cala qualquer vislumbre de dúvida...minha fé... te desejo a
ponto de ultrapassar todos meus pensamentos e, sorrateiramente, flutuar
sobre os teus... perseguindo o que há além das calamidades...além das
dificuldades que surgem para nos provar...além de mim, além de
você...além da estrada de tijolos amarelos, do rio de chocolate e da
primeira estrela à direita...além... porque nosso amor nos envolve e nos
 domina, nos convida a vivermos na divindade da graça...aceitemos este
convite para a eternidade que Deus nos preparou.
Eu aceito...
Isso é só..por hoje..

8 de jun. de 2012

7 de jun. de 2012

te amo!!

debaixo do frio

Fruta-de-conde,
Sua casca é um romance
Muito boinha você,
Viu? Laranjinha doce
Dulcíssima...
Pitomba jura
Amargura no caroço
Goiaba quase de vez
Mamoeiro dá um leite:
Que fel
Pitanga do céu
Amor de maçã
Debaixo do frio
Por dentro do mato,
Fruto do ato
Ligado do ato
Ligado à resina de cajá
Manga-espada inchada
Eu sou do mato
Brinquei com maturi,
Vou ficando por aqui
Nas costas da madrugada
Por dentro do mato
Fruto do ato
Ligado à resina de cajá
Manga-espada inchada
Eu sou do mato
Brinquei com maturi
Vou ficando por aqui
Meu bem me abraça
E a lua quer me dizer
Te amo.

6 de jun. de 2012

Compartilhando epifanias

Para: L.C.
Suas palavras doces nos momentos certos transformam meu dia num filme de Jean-Pierre Jeunet...discutimos como Roszak e Suassuna madrugada adentro...
até programas de TV viram rimas e declarações em nossas habilidosas conexões.
Carroll embarca em nosso pêndulo e juntos produzimos um chá inebriante e vaporoso de ambrosia...e como no livro dos prazeres até o chapeleiro louco quer ficar mais um pouco.
 Até Nietzsche e Kierkegaard entram em consenso ao sentir nossas cálidas mãos na fluidez do devir que num eterno retorno se solidifica.
Tantas articulações e sinapses surgem simultaneamente... de tal forma que é impossível para Eco, Bechara e Sacks mensurar os novos sentidos produzidos.
Nos trópicos de nossos signos Miller consegue se desnortear a ponto de adentrar sobre as metáforas de Augusto dos Anjos somente para descobrir a névoa que percorre os subterrâneos de nossas mentes.
Hall, Bauman e Said dissertam sobre o esboroamento das fronteiras de nossos sentimentos que se mesclam e se completam como numa música de Tiersen...nos fazendo levitar e transcender como num filme de Woody Allen...nos fazendo recriar como Tarantino...e sonhar como Georges Méliès...

VAI??????????????

QUEM MORA PERTO DE ACARI OU DO JORGE TURCO TEM Q COLAR NA CELUB QUE FICA EM COELHO NETO PRA VER O EVENTO ZULUB Q VAI ROLAR NOS DIAS 17 - 24 DE JUNHO E 1 E 8 DE JULHO ...QUEM QUISER BATALHAR BREAKING OU FREESTYLE É SÓ DAR UM TOQUE POR AQUI MESMO OK?? VAI BOMBAR!!!

5 de jun. de 2012

Eu amo muito minha eterna Psiqué...Mulher e menina 100 por cento do tempo!!




4 de jun. de 2012

Um pedaço do paraíso

Eu e ele somos ácido que derrete qualquer desconforto ou dor. Nosso amor transcende o visível e abranda as feridas que a vida teima em provocar, e que aos poucos vão cicatrizando e mostrando o quanto juntos evoluímos. 
Gargalhamos estridentemente...às vezes num silêncio simbólico e puro. Sua vida se relaciona à minha e vice-versa sem que saibamos como ou quando...apenas somos. 
Apaixonados pela arte...ele segue minha voz e eu sigo seus versos. Minhas pupilas nos iluminam enquanto atravessamos a ponte que ele constrói.
Alguns perguntam: mas que amor é esse? Aquele que não se explica, por si existe...respira de forma independente. 
Nossa estupidez momentânea pode nos cegar por alguns momentos como uma neblina gélida que provoca dor em cada poro...mas nossa lucidez espiritual nos permite alcançarmos novamente o pedaço do céu que juntos construímos, a cada beijo, a cada abraço, olhar de apoio ou conforto, fé no outro, cafuné, parabéns, cinema ou cineclube, música cantada junto, refeições, orações... Afinal, quando a neblina vai embora o ar é limpo e tem cheiro de paraíso. Somos assim.
Por hoje é só!

meu camarada 73!!!

Meu Camarada Sete-Três ( in Memória)

Eu o conheci em 1997, estudamos na mesma classe de Teoria Musical da Escola de Música Villa-Lobos. Aproximados pela afinidade e o apreço que tínhamos pelo hip hop logo fizemos amizade, uma identificação natural por termos algo em comum. Trocando idéias, revelamos um para o outro das nossas intenções, dos nossos projetos e de nossas habilidades: ambos éramos letristas e intérpretes sonhadores e cheios de planos, dois rimadores buscando conhecimento teórico e batalhando para gravar o disco de estréia. No mesmo ano inscrevi uma composição no festival da escola, que foi classificada e ficou entre as finalistas. A música foi gravada e incluída na coletânea Festvilla 3. Ronier 73, por sua vez, já vinha gravando algumas faixas com seu parceiro D.J. Juan Melo, e interagindo com outros artistas de rep das zonas Norte e Oeste da cidade do Rio. Conforme nosso grau de camaradagem foi aumentando a parceria entre G.N. (eu) e 73 parecia inevitável. Fui convidado por ele, tempos depois, para acompanhá-lo em apresentações fazendo voz de apoio. Tive o prazer de recebê-lo em minha casa para ensaiar.
Com o mano participei como convidado do evento Hip Hop Rio, promovido por Marcelo D2, e lá fui apresentado ao então líder do Planet Hemp, além de conhecer vários M.C.`s como Marechal (de Niterói) e Dom Negrone (de São Gonçalo). Ainda me lembro daquele dia na Lona Cultural de Realengo, noite chuvosa porém animada ao som das rimas e batidas, teve até uma sessão de improviso (freestyle rap) onde quase todo mundo que estava no palco mandou seu recado sobre a base instrumental de Itzsoweeze, do De La Soul. Naquele momento eu já havia participado de uma segunda coletânea pela citada escola de música e a fama do meu prezado camarada crescia cada vez mais entre as pessoas envolvidas ou que acompanhavam o ‘movimento’ hip hop carioca. Posteriormente, Ronier recebeu um convite para se apresentar num (extinto) programa de atrações musicais da Xuxa, foi a maior exposição que ele teve em sua curta carreira. Aparecer na TV, cantando música própria, o motivou e encheu o peito do jovem repeador de esperança por um futuro promissor – ele ansiava por um contrato com uma gravadora ou gerar o interesse de algum empresário do ramo artístico disposto a investir. Mas suas ambições não se concretizaram.
Num estúdio do bairro Ilha do Governador (R.J.) gravamos a faixa Quem Cala Consente (nosso único registro fonográfico), lançada no fim de 2001 no C.D. Zoeira Hip Hop – encartado em uma das edições da revista TRIP (que tem a Marisa Monte na capa), curiosamente meu nome não aparece nos créditos do disco. A coletânea idealizada pela agitadora cultural Elza Cohen chegou a dar destaque para alguns artistas que ainda estão em atividade (Black Alien, BNegão, etc.). Recordo-me também que uma vez fizemos um “pacto” (de brincadeira) prometendo ajudar o outro, caso um de nós despontasse primeiro ao se estabelecer no mercado musical. Hoje quando leio um dos versos dessa música do 73 fico até arrepiado, num trecho ele diz: “Canto os encantos e prantos, e admito não sou santo/Também sou da raça humana e estou vivo por enquanto/Não faço nem idéia do que me reserva o destino/Mas derrubando barreiras é como eu me imagino...”. Infelizmente o querido Roni (como também era chamado pelos amigos) não vive mais, faleceu há dois anos atrás, 16/04/2007, num acidente automobilístico aos 30 anos de idade.
De uns anos pra cá nossas carreiras tomaram rumos diferentes, perdemos um pouco do contato e depois eu soube que ele tinha se desiludido com a música, abandonou tudo aquilo em que acreditava, prestou concurso e entrou para a Polícia Militar, visando estabilidade financeira. Mudou radicalmente, deixou de ser o M.C. 73 para se tornar o policial Ronier Célio. Quando morreu estava a serviço junto com um colega, um maldito caminhão perdeu o controle e bateu brutalmente contra a viatura – os dois foram a óbito no local. Sinto muitas saudades desse grande cara, vai ficar para sempre em minha mente a imagem desse jovem talentoso, generoso e companheiro acima de tudo. Seguirei o exemplo do Ronier 73 (nasc.: 1977 – falec.: 2007) e reforço seu pensamento: A união faz a força, diz o velho ditado/E esse mundo parece cada vez mais disputado/Mas não concorro com você, eu coopero por nós/Se liga no refrão que eu quero ouvir a sua voz:/Tome, como nós, essa atitude inteligente/Mostre a sua voz, pois quem cala consente”.

Descanse em paz, meu amigo! Dedico à sua memória a canção Superstar, do Lupe Fiasco (c/ participação especial de Matthew Santos).

2 de jun. de 2012

SE VC ME DEIXAR AGORA!!!







Jaya - In The Raw .




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 Uma grannnnnnnnnnnnnnnnnnnnnde diva!!!