TODO DIA ...É 1 TEXTO NOVO!!!

26 de mar. de 2012

Entrevista com o Renato Rocha



Há uns 7 anos despenquei pro Rio pra entrevistar o ex-baixista da Legião Urbana, Renato Rocha (aka Negrete). Ele sempre foi o destrambelhado da banda. Foi limado do grupo no auge, e deu essa entrevista contando o que os fãs não viam.


A entrevista foi desenterrada (e editada, pois é mais longa) pelo Vivaldo Simão (obrigado).


ZERO: Você era da turma dos Skinheads, não?

RENATO ROCHA: Quando o punk começou a acabar, sobrou muito gayzola, muito playboy que se dizia punk. Eram aqueles caras que compravam calças Fiorucci, desfiavam e falavam que eram punks. Aí resolvemos ser cabeça raspada. A gente era uma equipe do terror, pra diferenciar dos punkzinhos gays.




ZERO: Quem eram punkzinho gay?

R.R: Os lambe-lambes (risos)

ZERO: Que a gente conhece, quem era?

R.R: Os dois lá, o Dado e o Bonfá, o Dinho, Philipe Seabra [vocalista e guitarrista do Plebe Rude], essa turma.

ZERO: Por que lambe-lambes?

R.R: Porque não faziam nada. Chegavam nas festas e ficavam bodeados num canto. Gostavam de Bauhaus e PIL. Eram fracassados. Os carecas chegavam chutando o teto.

ZERO: Qual foi seu primeiro contato com o Renato e o resto da banda?

R.R: Ah, a gente andava numa turma, ia pras festas. Tinha uma época que tinha umas cinco festas por noite. Festas de detonar, de barão. Pó, maconha à vontade. E não aparecia ninguém pra encher o saco. O mais fraco ali tinha seis Rolls Royces na garagem. Quem ia ter coragem de entrar pra dar uma geral?


ZERO: Como você entrou para a Legião?

R.R: Renato tinha cortado os pulsos em Brasília, estava na pré-produção do primeiro disco. Como ele tocava baixo, precisava de alguém para o lugar dele. Eu sabia todas as músicas, as letras. Entrei quatro dias antes do início das gravações. Acabamos virando a maior banda do Brasil.

Mas quando ficou cheio de grana, o Renato não queria fazer mais nada.Ficou muito chato, alcoólatra. Aí ele começou a chutar todo mundo, tratava todo mundo muito mal.


ZERO: Quando foi isso?

R.R: Foi no final dos 80. Ele tava inacreditável, tomou varias overdoses.


ZERO: Ele já não gostava de fazer shows?

R.R: Depois de encher o cú de grana, só gostava de encher a cara.


ZERO: Vocês eram amigos?

R.R: Não. A gente era conhecido. Amigo, não. A partir do momento em que o cara só se preocupa com ele mesmo...só ele tem dor de cabeça, só ele tem exaqueca, só ele tem problemas...


ZERO: Qual era o seu papel na banda? Você era apaziguador ou só chegava e tocava?

R.R : Eu fumava meu baseado inocente, tomava minha dose de uísque e ficava pensando: "cara, eu estou fazendo a melhor coisa do mundo: ganhando grana pra fazer música, e neguinho fica aí se lamentando à toa, reclamando do bife".

Eu aproveitei minha fase rock. Os caras não tinham atitude roqueira, não falava com a galera, esnobavam os fãs. Pra mim ficar na Legião era um sacrificio.


ZERO: Por que você acha que eles se sustentaram como banda tanto tempo?

R.R: O Renato gostava de homem bonitinho e chamou o Marcelo Bonfá e o Dado pra tocar. O Dado só entrou porque o Renato queria o nome Villa-Lobos na banda. Aí ele ensinou o Dado a tocar. E o Bonfá era um pilha fraca, não aguentava tocar um show inteiro, não ensaiava, não treinava, não malhava, não comia, era um merda.

Saia coma namorada, não queria pagar a conta e a menina pagava. Queria fumar um baseado mas não apertava, eué que tinha que apertar. Folgado e mão-de-vaca. É um cara muito babaca, nem a mulher dele aguenta ele. Era uma agonia, pois o cara não sabia tocar nada.


ZERO: E como foi sua vida depois da banda?

R.R: Eu tive uma fase ruim, fiquei em baixa. Namorei uma mulher errada e minha vida degringolou. Era uma mulher que só queria sacanear. Tipo Cleopatra. Fiquei muito alcoólatra, muito louco, tomava tudo.

ZERO: Mas o Dado dizia que você já detonava antes de sair da banda.

R.R: O problema do Dado é que ele não sabe nem escolher a roupa que vai vestir. A mulher dele é quem escolhe. Ele não sabe tocar, não tem personalidade própria. Ele é tão bundão que podia ter impedido minha saída. A gente ia para o mundo inteiro. Iamos pra Europa, ele bundou pra mulher dele. A mulher queria ter um filho e prendeu ele aqui. Ele botou pilha pra gente não gravar fora.

ZERO: Foi depois do terceiro disco?

R.R: Foi. A gente ia gravar em Portugal.Estava tudo certo. A Legião ia arrebentar e ele bundou. Ficou com medo da Fernanda. A mulher amarrava um lacinho no pescoço dele e ele saia na rua assim. Não representa nada para o rock brasileiro. Representa o gosto do Renato. E aí? Vai dizer que uma bicha daquelas era roqueiro? Em vez de comprar uma moto comprava uma lambreta. E ainda andava de lencinho. Como um cara desses pode dizer que é punk?

Eu saia, ia nas favelas, cheirava pó, ficava nas quebradas, pegava as putas. Ai o cara dizia que eu estava aloprando. Ele é que não aguentava a pressão. Eu pegava as gatas e passava na frente dele, o cara ficava com aquela carinha de bunda.


ZERO: Desde sempre eles tiveram essa atitude na banda?

R.R: Eu fiquei puto porque era um bando de cuzão com uma oportunidade de ouro nas mãos. Todo mundo falando bem pra caralho. Minha maior frustração é isso cara. Um cara do gabarito do Dvid Byrne falando das possibilidades de sermos o maior sucesso do mundo e dois playboyzinhos babacas sacaneando.


ZERO: Foi o David Byrne que ofereceu a oportunidade de vocês gravarem lá fora?

R.R: Não, foi a gente que conseguiu. Éramos a melhor banda de rock n' roll do Brasil. Éramos.


ZERO: E você achava isso na época?

R.R: Eu achava uma das melhores do mundo. O Renato sabia cantar todas aquelas letras maravilhosas em inglês. O disco ia arrebentar. A gente ia ser o U2 e o Dado não deixou. Ou melhor, a mulher do Dado.


(...) ZERO: Ele (R.Russo) tinha uma atitude homosexual dentro da banda?

R.R: Tinha. Sempre teve. Pirava, ia lá e dava para o roadie Mas é aquela história. Se o cara tem muito poder, ninguém fala a verdade.


ZERO: A legião perdeu a atitude rock com a sua saída?

R.R: Cara, rock exige uma certa agressividade. Rock não é para playboyzinho pasmo, tchutchuquinha. Dado tomava um copo de uisque e ficava bêbado. A Cracatoa Vermelha nem bebe.


ZERO: Quem é a Cracatoa Vermelha?

R.R: Bonfá(risos)

ZERO: Quando foi a última vez que você falou com ele?
R.R:´Foi na gravação de Uma outra estação. Ele virou pra mim e disse: "eu estou igual a você". Pensei: "puta merda, fudeu" (risos)

ZERO: E o Dado?

R.R: Foi uma vez no ATL HAll. ELE pegou meu braço e disse: " Não fala mal de mim na imprensa não". Eu fiquei só rindo, porque o filho dele tava todo preocupado, com medo de eu dar porrada nele. O moleque ficava falando "pai, vamos embora"

ZERO: Você ainda voltou pra gravar esse disco póstumo (R. Rocha participou da faixa da gravação instrumental da faixa Riding Song, que foi sobre posta a uma gravação dos 4 integrantes feitas durante as gravações do disco Dois).

R.R: Gravei cara. Infelizmente eu grave. Ganhei um barão [R$ 1000]. Aquele cara me ridicularizou. Mas eu estava precisando de grana.

ZERO: Você gastou toda a grana que ganhou na Legião?

R.R: Não, eu comprei carro, moto. Depois vendi tudo. E eu não ganhei tanta grana assim.

ZERO: Você foi ao enterro do Renato?

R.R: Não fui porque não sou cretino. Mas um dia passei com a minha namorada e a mãe do Renato estava no Burle Marx pra jogar as cinzas. Aí o pneu da moto furou bem na frente. Eu falei: "caralho, Manfredo, solta do meu pé". Mas eu sempre gostei do Manfredo, ele sempre foi uma pessoa muito sincera, só que ele se fodeu, cara, porque ficou com dois babacas.

(...) ZERO: Quando você falou com Renato Russo pela última vez?

R.R: Falei pelo interfone. Ele não quís me atender. Toquei na casa dele e ele respondeu que tava de ressaca.

ZERO: O que você queria com ele?

R.R: Ah, sei lá. Perguntar como ele tava. Ele alucinava, tomava todas e subia na mesa,(...)Cansei de levar ele doidaço, babando no taxi. Mas aí como ele era mentor da banda e da juventude brasileira, mascaravam esse comportamento. (...)

ZERO: Como foi que você saiu da banda?

R.R: O Renato Russo saiu do elevador e falou: "Você está fora da minha banda". A gente ia assinar o contrato do Quatro Estações. Estavamos no prédio da EMI.Ai eu falei pra ele: "Cara, se você me apontar o dedo eu torço seu braço". Fiquei na minha, puto, mas sabia que não era uma coisa do Renato. que era coisa dos dois perobinhas. O maior castigo é ter grana e não ser feliz. Eu tenho e sou feliz.


ZERO: E sua banda Cartilagem, existe a quanto tempo?

R.R: Uns três anos. MAs ainda não chegou a hora da banda. O público ainda não está preparado pras minhas letras. Minha música é pra libertar o jovem.

ZERO: Parou com as drogas?

R.R: Fumo meu baseado, tomo umas bebidas.

ZERO: E a legião ainda dá grana?

R.R: Não, dá uma miséria. Menos de mil reais por mês. Só que conversar com eles é tentar tirar leite de pedra. Eles são brancos, eu sou pele-vermelha.

ZERO: Já pensou em se candidatar a algum cargo público?

Opa, já. Prefeito de Mendes. O grande lance é entrar no esquema e não ser corrompido´por ele. Como eu entrei na Legião e não fui corrompido[]

morador de rua ...

Renato da Silva Rocha, conhecido também como Billy ou Negrete ficou conhecido principalmente por ter tocado como baixista nos três primeiros discos da banda Legião Urbana.

Carreira

A primeira banda que Rocha integrou foi a Gestapo. A banda era formada por Lulu Gouveia; Judas; Joãozinho Viradinha (que depois virou cantor Gospel) e Renato Rocha. Depois, Negrete formou com Toninho Maia a banda Hosbond Kama.

Em 1981, ele passou a integrar a banda Dents Kents, composta por Fred (Vocal); Ameba (Bateria – que mais tarde mudou seu nome para Jander e foi para Plebe Rude); Feijão (Guitarra) e Renato Rocha (baixo). O Dents Kents existiu de 1981 a 1982.

Na Legião Urbana

Ingressou na Legião Urbana logo depois de a banda ter assinado o contrato com a EMI, em 1984, e Renato Russo ter cortado seus pulsos, não podendo usar o instrumento por uns tempos. Era amigo de Marcelo Bonfá, baterista da Legião, o que facilitou sua entrada para a banda. A partir daí, virou quadro fixo do grupo e compôs Quase sem querer e Daniel na cova dos leões, junto com o líder da banda.

Renato Rocha deixou a Legião em 1989, no início dos trabalhos para o álbum As Quatro Estações. Após anos, Billy foi convidado a fazer uma participação no álbum Uma Outra Estação, tocando contrabaixo na faixa Riding Song, que se tratava de uma faixa em que a passagem dos instrumentos e o coral do refrão estavam gravados. Contudo, como não havia a voz de Renato Russo, a gravadora utilizou depoimentos dos quatro membros da banda em cima do arranjo.

Depois da Legião Urbana

Depois da Legião Urbana, Renato Rocha integrou as bandas: Cartilage, na qual lançou o disco Cartilage Virtual, e Solana Star, cujo nome fazia referência ao navio Solana Star, que naufragou em 1987. A banda Cartilage que Renato Rocha integrou, não é o grupo Cartilage, banda de death metal da Finlândia.

Vida pessoal

Renato Rocha nasceu em São Cristóvão, no Rio de Janeiro, em1961, mas mudou-se para Brasília em 1970, aos nove anos, porque seu pai, militar, havia sido transferido para capital nacional. O primeiro lugar de Brasília em que Renato Rocha viveu foi na W3, onde ficou de 1970 a 1974.

Em 1974, Renato Rocha mudou-se para o 306, onde passou a ter contato com a banda Tela, uma das várias bandas brasilienses surgidas na década de 1970. Nessa época, Rocha também começou a fazer bicecross. Apesar do contato com a banda Tela, Rocha nunca a integrou'.

Os primeiros apelidos de Renato Rocha foram: Renatão, por causa de seu tamanho, e Romeu, herói olímpico grego das lutas – o músico sempre foi brigão. Quando entrou para o time de vôlei da AABB (Associação Atlética Banco do Brasil), ganhou o apelido de Negrelle, que foi um famoso jogador do clube. Mais tarde, porém, o apelido foi mudado para Negrete, numa brincadeira de seus amigos com o sotaque francês. Ainda em Brasília, Renato Rocha foi membro da facção "hardcore" dos "punks" dessa cidade (gangue dos Carecas).

Renato Rocha mudou-se logo depois para a Quadra 16, onde passou a ser amigo de Geruza, o ex-integrante das bandas Escola de Escândalos e Blitx 64. Nessa mesma época, através de Geruza, Renato Rocha conheceu Andre Pretorius, Renato Russo e Fê Lemos. O baixista ficou amigo de Renato Russo, tanto que em um de seus aniversários, Negrete ganhou de Junior um disco da Barbara Streisand.

Em 1981, escapou de ser preso na Roconha, organizada por “filhinhos de papai” brasilienses, porque, ao passar mal, após tomar chá de cogumelo, saiu da festa mais cedo. Nessa festa, Renato Russo acabou preso.

Músico em situação de rua

Em 25 de março de 2012, o Domingo Espetacular, da Record, exibiu uma matéria em que mostrava que o baixista havia se transformado em morador de rua no Rio de Janeiro. A reportagem descrevia a série de acontecimentos que o levaram a perder tudo e ir morar nas ruas cariocas. Especulava também o porquê de os direitos autorais não serem suficientes para que o músico conseguisse tocar sua vida dignamente e também o porquê de sua vida ter se transformado tão radicalmente





E se você quer relembrar e tocar as músicas da Legião, você veio para o lugar certo. Aqui você não vai aprender a tocar uma ou duas músicas deles, vai aprender a tocar TODAS!!! Logo abaixo tem o link, com todas as músicas cifradas em formato ".doc".











Solos de Renato Russo




http://hobware.blogspot.com.br/2011/04/quer-aprender-tocar-todas-as-musicas-da.html

Visite o site oficial: http://www.legiaourbana.com.br/

25 de mar. de 2012

ISSO AI...

Sabadão em Vila Kennedy , um pedaço de Bangu , talvez o lugar mais quente da cidade!!
Domingão em Padre Miguel Zona Oeste extrema da cidade  Maravilhosa!!

24 de mar. de 2012

chico!!!

Estou muito triste mesmo com a morte do maior genio criativo do humor que este país já teve...

Lamentável e triste , mesmo sabendo que o futuro de todos é o mesmo , saber que um homen deste naipe não está mais entre nós é uma coisa muito triste para mim!!
Descanse em paz , genio!!

23 de mar. de 2012

pobres ricos

  • OS RAPPERS MAIS RICOS...


    1º. 50 Cent - US$ 150 milhões
    2º. Jay-Z – US$ 82 milhões
    3º. Sean “Diddy” Combs – US$ 35 milhões
    4º. Kanye West – US$ 30 milhões
    5º. Timbaland – US$ 22 milhões
    6º. Pharrell Williams – US$ 20 milhões
    7º. Kasseem “Swizz Beatz” Dean – US$ 17 milhões
    8º. Snoop Dogg – US$ 16 milhões
    9º. Dr. Dre – US$ 15 milhões
    10º. Slowdabf – RS 2, 65 MAS COM MUITA ALEGRIA NO CORAÇÃO!

22 de mar. de 2012

de dá asas???

Morreu o bilionário tailandês Chaleo Yoovidhya, um dos fundadores da Red Bull...Triste...O coveiro demorou uma semana pra fechar os olhos do morto!!foto

Chaleo foi classificado neste ano pelo ranking da revista Forbes como o 205º na lista dos mais ricos do mundo, com fortuna calculada em US$ 5 bilhões, o que o coloca como o terceiro bilionário no ranking de seu país.

21 de mar. de 2012

vinil!!

O disco de vinil, conhecido simplesmente como vinil, ou ainda Long Play (LP) é uma mídia desenvolvida no início da década de 1950 para a reprodução musical, que usa um material plástico chamado vinil.

Trata-se de um disco de material plástico (normalmente cloreto de polivinila, ou PVC), usualmente de cor preta, que registra informações de áudio, as quais podem ser reproduzidas através de um toca-discos.

O disco de vinil possui micro-sulcos ou ranhuras em forma espiralada que conduzem a agulha do toca-discos da borda externa até o centro no sentido horário. Trata-se de uma gravação analógica, mecânica. Esses sulcos são microscópicos e fazem a agulha vibrar. Essa vibração é transformada em sinal elétrico. Este sinal elétrico é posteriormente amplificado e transformado em som audível (música).

O vinil é um tipo de plástico muito delicado e qualquer arranhão pode tornar-se uma falha, a comprometer a qualidade sonora. Os discos precisam constantemente ser limpos e estar sempre livres de poeira, ser guardados sempre na posição vertical e dentro de sua capa e envelope de proteção (conhecidas, vulgarmente, como capa de dentro e de fora). A poeira é um dos piores inimigos do vinil, pois funciona como um abrasivo, a danificar tanto o disco como a agulha.


O Primeiro DJ do Mundo???? (DIZEM...)



Klaus Quirini alega que foi o primeiro DJ do mundo. Obviamente esta é uma afirmação extremamente duvidosa que nunca ninguém vai conseguir provar, mas até agora ninguém se queixou, portanto vamos ter de aceitar. E por que não?
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Reza a lenda que uma noite Klaus se deparou por acaso com uns toca-discos, adotou a alcunha de DJ Heinrich e deu início à uma nova era. Já que não fazemos ideia do que era entretenimento na Alemanha do pós-guerra e estamos interessados em saber o que um cara de 67 anos tem a dizer sobre o que é ser o pai da cultura DJ, encontramos com ele para uma conversinha.

Como foi a sua primeira noite como DJ?

Quirini: Foi em 1953. Na época trabalhava como jornalista. Tinha acabado de fazer 18 anos e fui até um clube de dança (a palavra “discoteca” ainda não tinha sido inventada). De acordo com a lei eu ainda era menor, mas estava bêbado de uísque. O cara da Ópera de Colônia que estava cuidando da música nessa noite era muito chato, por isso eu e os meus amigos estávamos causando uma certa confusão. O dono do clube veio falar com a gente e disse que podíamos cuidar da música, já que achávamos que conseguíamos fazer melhor. E foi isso que fizemos.
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E o que aconteceu depois?
Comecei a minha performance com as palavras, “Senhoras e Senhores, agora vamos inundar esse lugar” e toquei uma música sobre navios. As pessoas adoraram e aplaudiam tudo o que tocava. No fim da noite, o dono veio falar comigo e me ofereceu 800 marcos alemães por mês. Era muito dinheiro para época, isso foi logo depois da guerra. O meu pai me disse para arranjar um nome artístico, já que ele era um dos fundadores do Deutsche Bank e não queria o nome Quirini associado a esse tipo de coisa. Foi por isso que me apelidei de DJ Heinrich.

Quanto tempo demorou até os primeiros caras te copiarem?
Cerca de um ano. A palavra “disco” surgiu do nada e assim de repente já tinham 42 discotecas em Aachen, o que é impressionante para uma cidade com 250.000 pessoas. Hoje só restam quatro discotecas.


Os DJs de Aachen já eram baladeiros como os DJ de hoje? 

Completamente. Eu dançava todas as músicas, às vezes até ia para o meio da multidão. Era por isso que tinha sempre duas toalhas junto à minha mesa, você pode imaginar o calor que eu sentia tocando música de terno e gravata. O dress code era muito importante, muito mais do que hoje em dia, claro. Uma das coisas em que reparo é que os jovens de hoje se vestem muito pior do que antigamente. Se prestassem mais atenção àquilo que vestem, garanto que iam ter mais sorte com as mulheres.

E você, tinhas muita sorte com as mulheres?
Os tempos eram outros. Me casei aos 22 anos. Às quatro da manhã já estava satisfeito por aquilo ter acabado e poder ir para casa. A mentalidade também era diferente. Eu me via mais como um substituto para artistas, ou um fornecedor de serviços que tinha uma responsabilidade com a sua audiência, como um garçom que serve uma garrafa de champanhe.
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Chegou a aprender os truques mais recentes dos DJs? Tipo remixes e scratching e essas coisas?
Não, isso já foi muito depois do meu tempo. Deixo isso para o Sven Väth e outros caras assim. O que me interessou mesmo na época foi quando começaram a aparecer os primeiros efeitos visuais, nos anos 70. A música dos discos é algo morto, sem vida, que tem de ser ressuscitado pelo DJ. Nos anos 70, as coisas começaram a se desenvolver mais para o lado dos efeitos. Os efeitos de luz e efeitos visuais eram mais interessantes do que falar com a audiência. O scratching só começou nos anos 80, e vem depois de todo esse movimento.
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E quais são os seus hábitos musicais, hoje em dia?
Nós crescemos com a música, mas ainda gosto dos Beatles, dos Stones, da música da minha juventude, entende? Muita gente continua a me mandar discos, mas eu nem ouço a maioria deles. Há uns tempos atrás um jovem músico, cujo nome já não me lembro, veio falar comigo e eu disse para ele, “Olha, cara, a música que você faz é péssima”. Uns meses depois ele era disco de platina. Realmente os tempos mudam.

Qual foi o pior pedido que te fizeram enquanto DJ?
Na verdade não me lembro de nada assim muito maluco. Acho que tem a ver com a época, antes as pessoas me respeitavam muito e eram sempre simpáticas comigo, assim como eu era com elas - nunca neguei um pedido de música. Eu estava provendo um serviço, não podia negar, entende?
PS: Aqui mais algumas fotos antigas que o Klaus nos forneceu da vida noturna alemã nos anos 50 e 60 (a gente acha que tem algumas dos anos 70 também)
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20 de mar. de 2012

internet está sendo atacada e você está no meio do tiroteio

internet está sendo atacada e você está no meio do tiroteio

Não se engane, a internet está sob ataque. Desde o começo do ano já tivemos algumas batalhas sangrentas. O Megaupload foi fechado e seus diretores presos – perdemos essa. O governo americano tentou emplacar uma série de leis e tomaram porrada do mundo todo, inclusive de gigantes como google, facebook e wikipediaganhamos essa.

Há algumas semanas Eric Raymond, um dos caras que ajudou a criar o movimento open source e um dos hackers mais respeitados que tem por aí, escreveu uma carta aberta a um dos senadores americanos que estão nessa briga. É uma verdadeira declaração de guerra! “Não mexa com nossa internet!” . No começo do ano, o grupo Anonymous também declarou guerra e vem desde então promovendo uma série de ataques. Agora em março, estão promovendo um boicote a indústria do entretenimento, o março negro.

E eu? E você? O que fazemos no meio desse tiroteio? Assistimos as notícias na TV? Curtimos links no facebook? Nâo. Nós temos papel fundamental nessa história. Eu separei aqui três coisas que considero fundamentais fazer a partir de agora: entender o que está em jogo (para que você possa assumir uma posição bem definida), diminuir nossa vulnerabilidade (para que fique mais difícil de atacarem nossas liberdades) e incentivar a produção independente (ninguém sabe como esse novo modelo que está surgindo vai ser, ajude a inventá-lo!).

1. Entender o que está em jogo.

É preciso ter clareza de que o dilema do direito autoral na internet não é só “uma questão complicada mesmo” e que “tem que ser encontrado um equilíbrio, que talvez algumas coisas que a indústria está querendo fazer (controlar) faça sentido”. Não, não faz! Não estou dizendo que é simples, mas estou dizendo que todos os argumentos que eles colocam são falsos e todas as soluções que eles propõe são um atentado a nossa liberdade e a nossa evolução enquanto humanidade! Não, isso não é exagero! Olha só…
A indústria diz que a pirataria gera milhões de prejuízo: 10 milhões de arquivos foram baixados ilegalmente; Cada arquivo desse, se comprado legalmente, custaria em média 10 dólares: Isso dá 100 milhões de prejuízo.  Essa é a conta que é feita. Mas é óbvio que ela é irreal. Se não houvesse o download, uma ínfima parcela dessas pessoas de fato comprariam o disco ou o DVD. Pense em você, você compraria tudo o que você baixa? Claro que não.

O que a indústria se esforça para não enxergar é que o efeito, na verdade,  é inverso. O compartilhamento de arquivos incentiva o consumo e há mais de um estudo que mostra isso. As pessoas tem contato com muito mais coisas e podem conhecer artistas que nunca conheceriam se não fossem pelas redes de compartilhamento e pelos blogs de música.

O compartilhamento também democratiza o acesso a cultura e ao conhecimento. Precisamos pensar no que está acontecendo fora das grandes cidades. Imagine uma cidade no interior do Amazonas, isolada fisicamente mas conectada pela internet. Se as pessoas que moram nessa cidade quisessem ter acesso legítimo a produção cultural do planeta não poderiam. Não há cinemas, as lojas só vendem os blockbusters e as locadoras oferecem poucas opções. Resta a TV e o rádio. A indústria não oferece um meio para que essas pessoas tenham acesso a produção cultural, mesmo se elas quisessem pagar. O que fazemos então? Dizemos para eles continuarem assistindo TV!? DIzemos para eles que eles não podem participar? Vendamos seus olhos e tapamos seus ouvidos? Isso é um absurdo!

E para quem poderia comprar, o compartilhamento não é só mais barato (de graça) – ele é melhor. É mais rápido (não precisa esperar meses depois do lançamento), é mais prático (download direto na sua casa), não tem limites geográficos (alguns conteúdos vendidos pela indústria só estão disponíves em alguns países) e não tem DRM (você vai poder fazer uma cópia para a sua tia). Pense no caso das séries americanas que algumas horas depois de irem para o ar nos EUA já têm uma versão legendada para download. Se um grupo de pessoas, descentralizadamente e sem fins lucrativos, consegue ter esse nível de serviço porque a indústria não consegue fazer melhor? Porque não quer! Eu já lancei esse desafio e já propus uma receita (e não fui o único a fazê-lo).

E todo o legado de produção cultural que está fora de catálago? Temos que esperar que a indústria resolva achar que vale a pena comercializá-los novamente? Devemos deixar nossa memória apodrecendo em seus arquivos? Claro que não!

Percebem que para proteger meia dúzia de Justins e Ladies a indústria aprisiona toda a história da nossa produção cultural e exclui todas as pessoas que não estão em grandes centros urbanos? De repente chegamos a um ponto na história que podemos compartilhar nossa produção cultural e de conhecimento com o mundo todo instantaneamente, podemos colaborar em escala global, podemos transpor fronteiras geográficas e políticas e unir as pessoas… mas indústria quer desligar a máquina que faz isso porque não consegue se adaptar. Percebe que não estou exagerando quando falo em evolução…?

“Mas nós estamos defendendo o direito dos artistas!” eles vão dizer. Não é verdade. Os artistas estão achando alternativas e cada vez mais percebendo que não dependem dessa indústria de intermediação. Desde os consagrados até os novos independentes, todos estão aprendendo a usar a rede para estabelecer contato direto com seu público. Fechar o megaupload não aumentou em nada a receita de nenhum artista!
E outra, a produção musical nunca esteve tão bem. Basta dar uma olhada na quantidade e na qualidade dos álbuns lançados ano passado. Tem muita coisa boa rolando! Mas a indústria não se dá bem com tamanha diversidade.

O que a SOPA queria e a ACTA quer é que todos os provedores de acesso a conteúdo se transformem em policiais, investigando o tempo todo tudo o que nós fazemos e enviando essas informações as autoridades. Eles querem transformar a rede em uma área totalmente vigiada e querem obrigar as empresas que provêm o conteúdo a transformarem-se em vigilantes. Abrir mão da nossa privacidade e liberdade, matar a internet em sua raíz, para proteger interesses de algumas indústrias dos países desenvolvidos. A Suíça não concorda,  eu não concordo.

E tudo isso que eu falei aqui acima é apenas uma pequena parcela da jogada. Estamos falando de música, de cultura. Mas eles estão de olho em muito mais. Essa lei também seria uma ameaça, por exemplo, aos medicamentos genéricos.

Para saber mais sobre como o ACTA ameaça nossa liberdade e o que podemos fazer, recomendo este dossiê.
Há, no Twitter, intensa postagem com referências a material importante sobre o acordo. Pesquisar por #ACTA. Acompanhar, em particular, as microblogagens de James LoveMichael GiestPhilippe Rivière,OpenActa (rede mexicana) e, no Brasil, de CaribéFátima Conti,Marcelo BrancoSérgio Amadeu.
Aqui no Brasil temos uma briga importante contra o Projeto de Lei do Senador Eduardo Azeredo – que assumiu recentemente a Comissão de Tecnologia do congresso. Saiba o que é e como combater.
Então se alguém te perguntar sobre o assunto, não responda com um ar de confusão, como se fosse uma questão complicada que você não sabe no que vai dar. Diga que essas leis são absurdas e que nesses termos não podemos negociar com a indústria – ela vai ter que mudar e se adaptar.

2. Tomar atitudes práticas no nosso dia a dia na rede para que não fiquemos vulneráveis

A segunda coisa que precisamos fazer envolve uma mudança de hábitos. Para diminuir nossa vulnerabilidade, temos que fomentar as redes P2P. Se continuarmos a usar serviços de upload na “nuvem”, será muito fácil rastrear e apagar nosso conteúdo. Há até relatos de que o google poderia até apagar arquivos mp3 do seu Gmail. Neste modelo, basta tirar um único servidor do ar para afetar o compartilhamento entre milhares de pessoas.

A natureza da internet é o p2p. Ao estarmos em rede, compartihando arquivos e recursos diretamente uns com os outros, se torna muito difícil, pra não dizer impossível, que alguém consiga tirar alguma coisa que publicamos do ar. A rede p2p não depende de apenas um servidor. Todas as pessoas estão ao mesmo tempo servindo e consumindo. Para desligar a rede, seria preciso desligar o computador de todo mundo.
Não entende exatamente o que é o p2p? Basicamente o p2p (ou peer to peer, ponto a ponto) é uma maneira de compartilhar arquivos sem depender de um servidor central. Ao invés de todo mundo baixar um arquivo de um mesmo lugar, todos baixam uns dos outros. Se mais de uma pessoa tem o arquivo que você procura, você pode até baixar de várias pares ao mesmo tempo –  tudo isso automaticamente.

Se quiser entender melhor, tem um artigo no How Stuff Works e outro interessante neste blog do g1. Neste último, escrito por um especialista em segurança, ele coloca:
A única maneira de derrubar por completo essas redes seria por meio de detecção de tráfego, ou seja, bloquear completamente o uso da rede P2P na infraestrutura dos provedores de internet. Isso seria tão difícil quanto prender todos os donos de servidores: tecnicamente, é uma tarefa “pesada” e também complexa, porque protocolos P2P podem utilizar criptografia e outros mecanismos que dificultam a identificação do tráfego.
Além disso, as redes P2P não são maliciosas por conta própria. Proibi-las completamente iria resultar em extensas discussões legais sobre o direito à liberdade de expressão.
A “detecção de tráfego” que ele coloca é um risco real, e já há tentativas de se fazer isso: é a briga pela neutralidade da rede, que é crucial. Esse post já está longo demais para falarmos sobre isso, mas é importante registrar que precisamos ficar espertos.
Então vamos as atitudes práticas:
  • Se você é um DJ ou um cinéfilo, que tem um blog para divulgar filmes ou discos, não divulgue links de sites de download. Use p2p! Incentive e ajude os seus leitores a utilizarem p2p!
  • Se você não publica nada, mas adora baixar. Use p2p! Baixe um bom programa de torrent. Use o SoulSeek para baixar músicas dos seus amigos e descubra como é divertido! E lembre-se, baixe e deixe baixar. Nâo feche o programa assim que o download estiver concluído.

3. Incentivar a produção independente

Ajude os artistas que você gosta.
Estamos todos perdidos com todas essas mudanças e ninguém sabe muito bem como esse povo todo poderá se sustentar. E não estamos falando só de músicos, mas de fotógrafos, artistas plásticos, cineastas, escritores, blogueiros e jornalistas, etc. Mas na verdade a resposta é muito simples: é preciso que o público suporte o trabalho desses produtores diretamente, sem intermediários.

Cobre daquela pessoa de quem você é fã do trabalho: “Ei, eu quero ouvir o seu disco e não achei o link para download no seu site. Eu vou baixar do mesmo jeito, mas eu gostaria de muito de baixar diretamente de você e de ter uma maneira fácil de lhe retribuir”; “como posso retribuir pelo seu trabalho?” e sugira uma alternativa, “por que você não coloca um link para doação; por que  você não vende camisetas?”.

Tenha em mente  que a internet não é uma ameaça a possibilidade de o artista ser remunerado pelo seu trabalho, ao contrário, ela é a solução para que isso aconteça. Nunca na história os autores tiveram uma maneira certa e segura de ganhar dinheiro. Durante o século XX e a era da indústria cultural, alguns poucos entraram em linha de produção e conseguiram – mas foram muito poucos. A internet, traz, pela primeira vez na história, a possibilidade real de que os autores possam viver exclusivamente do seu trabalho autoral, independentemente de contratos com empresas para pautarem seus trabalhos. (Isso também é uma forma de p2p, não é?)

Vamos nessa.

19 de mar. de 2012

QUEM É O SLOW???

Me pego , invariavelmente torçendo os dedos...Não sei como isso começou . só sei que é assim e estalo muito os dedos também...
Alguem ai sabe o motivo??

Depois de tanto andar em torno do mar de minhas dúvidas em mim me achei ...
Deitado na grama , o céu empoeirado de estrelas...
Passei o dedo e algumas vieram grudadas na ponta.
Olhei para cima e assoprei...
Foi tanta estrela caindo que agora eu mal consigo enxergar de tanta esperança...

Os raps que escrevo e os improvisos que faço foram a lupa que me permitiram uma visão mais decupada da realidade que me cerca e me carrega...

Escrevo com tempestades nos polegares , fogo nos indicadores , paixão nos dedos médios , agressividade nos anulares e calmarias nos mindinhos ou mínimos...
Espero sempre coisas boas das pessoas e quebro a cara algumas milhares de vezes , mas , se mudar em mim essa característica , as pessoas não tão legais é que me mudaram...
Resumindo : tenho uma teimosia danada nas pessoas...

18 de mar. de 2012

globo

Criolo hoje na Globo foi sensacional ...

17 de mar. de 2012

SOUL SONIC FORCE...

Acordar ao som de Soul Sonic Force realmente não tem preço!!!
THANKZ MTV!!!

14 de mar. de 2012

CINEMA PARA TODOS

VEM AI A TERCEIRA EDIÇÃO DO PROJETO CINEMA PARA TODOS!!
E MAIS UM ANO SE DEUS QUISER ESTSREI PRESENTE ...
VAI ESPALHANDO PARA OS ALUNOS DO ENSINO MEDIO DE RD ESTADUAL DE ENSINO!!

13 de mar. de 2012

THANKZZZZZZZZZZZ

Agradecido ... Deus tem planos maravilhosos que desconhecemos quanto colocamos o visor preto do ego!! Retirar no capacete , limpar o visor e seguir na estrada com fé e força ...Agradecido por mais um dia!!!

12 de mar. de 2012

chumbo...horizonte e vidro e ferro!!!

Durmo ferrado
não deixando bilhetes.
contra-sonhos se amontoam
o céu não me dissolve
no salão escuro
onde os espelhos perderam
toda a água
e se fixaram , sem reflexos
entre vidro e ferro

Vida sem dúvida , de chumbo
que a respiração automatica
em animação suspensa
sustenta indiferente
ao nível do mar
na linha do horizonte
em cima da terra
apagada de todo
inteiramente descoberta
e pronta para nada.

9 de mar. de 2012

minha velocidade!

minha velocidade...

Agora o tempo que passa na velocidade lenta e infima de meus pensamentos esta em slowmotion...

Acalme meu passo, Senhor!

Desacelere as batidas do meu coração, acalmando minha mente.
Diminua meu ritmo apressado com uma visão da eternidade do tempo.
Em meio às confusões do dia a dia, dê-me a tranqüilidade das montanhas.
Retire a tensão dos meus músculos e nervos com a música tranqüilizante dos rios de águas constantes que vivem em minhas lembranças.
Ajude-me a conhecer o poder mágico e reparador do sono.

Ensina-me a arte de tirar pequenas férias:
reduzir o meu ritmo
para contemplar uma flor,
papear com um amigo,
afagar uma criança,
ler um poema,
ouvir uma música preferida.

Acalme meu passo, Senhor, para que eu possa perceber no meio do incessante labor cotidiano dos ruídos, lutas, alegrias, cansaços ou desalentos, a Tua presença constante no meu coração.

Acalme meu passo, Senhor,
para que eu possa entoar
o cântico da esperança,
sorrir para o meu próximo
e calar-me para escutar a Tua voz.

Acalme meu passo, Senhor, e inspire-me a enterrar minhas raízes no solo dos valores duradouros da vida, para que eu possa crescer até no caminho para a Vida Eterna.

Obrigado Senhor, pelo dia de hoje, pela família que me deste, meu trabalho e sobretudo pela Tua presença em minha vida.
Amém.

8 de mar. de 2012

mais um dia

Quero !!! Quero ser melhor!!

7 de mar. de 2012

amiga!!

Na escuridão da noite você ainda é a única luz que eu vejo...
Prefiro me despir de todo meu orgulho para compartilhar com minha melhor
amiga e única mulher o maior dos sofrimentos....
livre adaptação minha!!

5 de mar. de 2012

...

PEDINDO PERDÃO!!

2 de mar. de 2012

...

ULTIMOS DIAS!!!


Love Is A Losing Game

For you I was a flame
Love is a losing game
Five story fire as you came
Love is a losing game

Why do I wish I never played
Oh, what a mess we made
And now the final frame
Love is a losing game

Played out by the band
Love is a losing hand
More than I could stand
Love is a losing hand

Self professed... profound
Till the chips were down
...know you're a gambling man
Love is a losing hand

Though I'm rather blind
Love is a fate resigned
Memories mar my mind
Love is a fate resigned

Over futile odds
And laughed at by the gods
And now the final frame
Love is a losing game



Desejo a todos   uma vida cheia de maravilhas!
Logo, logo, estarei   de volta no blog " a desaniversariante"
Por  esse blog..é só!


1 de mar. de 2012

29 de fev. de 2012

é agora dia 3...

SÁBADO DIA 3 A EQUIPE SOUL DA MASSA REALIZA A SUA SEGUNDA EDIÇÃO EM MAIS UM CLUBE HISTÓRICO, DESTE VEZ A FESTA ACONTECE NO COLEGINHO.

PALCO DE GRANDES BAILES BLACK'S NOS ANOS 70, O COLEGINHO RECEBERÁ NESTE SÁBADO A EQUIPE CASH BOX COM SEU PRINCIPAL DISCOTECÁRIO-MARCÃO- E MISTER FUNKY SANTOS OUTRO ICONE DOS GRANDES BAILES DO MOVIMENTO SOUL.

SIR DEMA-CLUB DO SOUL E EDUARDO OLDSCHOOL COMPLETAM O TIME DE DISCOTECÁRIOS QUE IRÃO TOCAR NESTA NOITE.

PRESENÇA TAMBÉM DA CARAVANA SOUL DE BH COM SEUS DANÇARINOS VESTIDOS NO ESTILO CLÁSSICO.

PARA VC QUE GOSTA ESTE É UMA ÓTIMA OPORTUNIDADE DE SE DIVERTIR.
ENCONTRO VC LÁ.

28 de fev. de 2012

tv te ve..

A tv tem como função, manter as pessoas entretidas a todo o momento, utilizando uma programação vazia e deprimente, para assim desviar a população dos eventos políticos, econômicos e sociais, que impactam diretamente em nossa vida.

NOVELAS: tentam acabar com a estrutura básica de toda sociedade, à família (no sentido amplo e desprovido de preconceitos), onde a traição e mentira são colocadas como natural. Não podemos aceitar isso! A família tem de ser valorizada, pois é nela, que se inicia os conceitos de amor, solidariedade, respeito e confiança, sentimentos básicos para construção de uma sociedade saudável e fraterna.

BIG BROTHER BRASIL: Este reduz a dignidade da pessoa humana (a qual lutamos até hoje para alcançar em sua totalidade) a lixo! Ao enjaular certa quantidade de pessoas, fomentando o ódio e discórdia, vigiando-os 24h por dia, como se fossem animais no zoológico, para o entretenimento vazio de milhões de pessoas. Como se não bastasse, nos prepara mentalmente para o momento onde todos os passos da população serão vigiados a todo instante, com câmeras espelhadas por todos os lugares, imagináveis e inimagináveis, privado totalmente a liberdade.

TELEJORNAIS: Estes possuem a essência da manipulação! Ao fazer uma cobertura totalmente tendenciosa dos acontecimentos diários, manipulando toda população através da mentira, para defender seus interesses econômicos e reacionários. Como visto no caso do Pinheirinho, (omitindo toda truculência da PM, patrocinada pelo governo Alckmin e Cure), Belo Monte (omitindo as diversas manifestações nacionais contra a construção da hidrelétrica), e Ocupação da USP (omitindo as denúncias de corrupção contra o reitor Grandino Rodas, um dos motivos que levaram os alunos a ocupar os prédios).

E isso é apenas o que está na superfície (a ponta do iceberg) - pois as profundezas da tv são ainda mais podres! Com destaque para o apoio a ditadura militar, que perseguiu, torturou e matou centenas de pessoas durante 21 anos.

Enquanto o Marketing é a alma do negócio, a mídia é a alma do sistema! Destrua a alma e destruirá o sistema por completo.

27 de fev. de 2012

poesia minha!

Apesar das poesias que faço-
Sou apenas mc de rimas feitas-
Metade Slow bobo , o palhaço-
Outra parte rimas rarefeitas-
Apenas eu sobrevivo ao laço-
Das rezas das preçes refeitas-
Rezando preso ao frio aço-
Dos cortes da lâminas das eleitas-

26 de fev. de 2012

carta ...

CARTA ABERTA EM REPÚDIO À COERÇÃO DO PRIMEIRO DE MARÇO

Relações de classes, tencionamentos e contradições na sociedade capitalista

Quando falamos de tensão, ou melhor, tensões sociais, temos que ter em mente uma série de fatores. Entre elas, a condição de vida que, por exemplo, um determinado “vândalo” vive, o porquê de ter cometido tal delito, qual o contexto e o mais importante, quem formula o discurso de que tal vândalo é uma certa aberração da normalidade e que, portanto, deve ser contido. Com esses recursos podemos nos prevenir de reproduzir micro-visões etnocêntricas que só resultam em impossibilitar a emancipação de quem questiona qualquer normalidade.

Ou seja, não despejar todas as nossas convicções políticas ao observar o outro e sim deixar que o outro nasça de uma análise mais cuidadosa não nos pautando pela lógica evolucionista de entender o homem. Em nosso caso, século XXI, existe uma série de forças em questão que apontam para um curioso fato: a modernidade nos apresenta um modelo de poder que se tornou monopolizado por um determinado segmento da população. Segmento este pequeno, porém com muita força de decisão. Todavia, essa força não se apresenta como algo puramente político, contestador da realidade, mas aplica uma determinada concepção que se pretende vitalício não dando vazão para outros aspectos da realidade.

Esta força é algo que só é legítimo perante os cuidados do Estado. Por isso, entre outras tantas, o monopólio da violência, da finanças e das decisões políticas do seu país não precisam ser controladas necessariamente por você. Sim, o “Estado” neste caso é escrito por eles com “E” maiúsculo, para já apresentar uma ideia de soberania. Nos reportaremos a esse estado agora com “e” minúsculo, comum, popular e passível de transformação. Os motivos de alguém transgredir as normas de uma determinada sociedade podem ser as mais diversas possíveis. Mas vamos nos ater ao nosso caso para podermos esclarecer algumas questões.

Hoje, quem comanda a política no Brasil são as grandes famílias empresariais, os ilustrados intelectualmente (que por sua vez ocupam os principais cargos na vida pública, seja nas universidades ou no parlamento) e em sua grande parte financeiramente qualificada para atuar de forma decisiva na sociedade. Essas pessoas reproduzem uma das concepções do capitalismo que é transformar o dinheiro em padrão de acesso aos prazeres anunciados pelo estado de bem estar social que por sua vez também reproduz a lógica do sistema econômico vigente. O conhecimento, por sua vez é a forma mais latente de poder.

Os prazeres encontram-se dentro de uma lógica de consumo. Da família Sarney ao Tiririca, temos uma infinidade de seres que formulam as normas da nossa sociedade. Não queremos com isso encerrar as tensões e disputas apenas na figura do estado. O discurso do que é o “público” é produzido dentro de um contexto representativo para assim ganhar o aspecto de reprodução entoado em larga escala dando o falso sentimento de participação na vida política ativa de qualquer segmento da sociedade. Ou seja, os políticos profissionais, que são seres que se pretendem políticos pelo fato de representarem o seu povo, dedicam suas vidas às intempéries do aparelho burocrático do estado. Aparelho este criado não pela classe subalterna, proletária e escassa de recursos próprios.

Pois o que pertence a estes trabalhadores é a venda de sua mão-de-obra. Cria-se então uma tensão natural do próprio sistema. De um lado os que comandam os recursos e detém o capital. Do outro, aquele que produz e não possui os recursos necessários para consumir aquilo que ele mesmo produz. Ou seja, aquele que produz é alienado dentro da própria função social do capitalismo que por sua vez se pauta nas atividades financeiras. Entramos então num debate que é central em nossa análise. O modelo de estado que se encontra hoje em vigência em sua grande maioria apresenta aspectos que de fato supram a necessidade de um trabalhador comum? Apesar de ao final nossa posição seja de negação, a resposta não é simplesmente um cortante “não”. Temos que observar quais são os valores apresentados para o sociedade e incorporados na maior parte da concepção política do povo.

Este povo, muitas vezes desprovido da real chance de contestação pelas tensões exercidas de uma forma não-horizontal, são coagidos pelas forças que agem contra suas subjetividades resultando num permanente estado de recuo. As forças encontram-se recuadas pelo fato de que quando este proletário percebe que pode revoltar-se, ele já se enfraqueceu para levar adiante o seu desejo de mudança por ter sido esvaziado intelectualmente através de ideologias nocivas. No caso da nossa manifestação das barcas, acontecem muitas coisas que podemos ligar ao contexto que apresentamos em nossa análise. Um deles é o fato de que os organizadores, ou simplesmente aqueles que se encontram em estado de revolta contra a ordem estabelecida, são enfraquecidos pelas tecnologias coercitivas que cercam o desejo de mudar o que se pretende como normalidade.

As investigações da polícia, que por sua vez representa nada mais que a vontade das barcas s.a de frear os ânimos de quem se propõe a manifestar sua oposição no dia primeiro de março, estão direcionadas aos ‘incitadores’ que, através de um vídeo com um discurso inflamado, incitam a violência e influenciam pessoas a fazerem o mesmo. A violência, como já abordamos anteriormente, é monopólio de uma classe: a burguesia, que por sua vez se ramifica entre diversos setores que comandam os interesses da ‘nossa sociedade’.

A polícia então cumpre o seu papel, apresentando para a população uma ideia de que esta é uma “medida preventiva” contra uma possibilidade de ocorrer o que se conhece como Revolta das Barcas que aconteceu em 1959. A história finalmente nos ensina algo. Tomando o devido cuidado com o anacronismo, é muito provável que o povo não se contente em apenas ecoar cânticos de revolta. É pouco provável que os manifestantes apenas liberarem suas energias para o infinito e voltem para suas casas com o dever cumprido. Ocupar as barcas e pular as roletas é importante. Isso insere a dúvida a quem realmente pertence os meios de transporte, as universidades, as escolas, as fábricas e a terra. Ocupar e pular a roleta, enfrentar o terror e o medo que as instituições burocráticas anunciam como ‘preventivas’, mostra que a tensão é muito mais séria do que se imagina.

A revolta é algo iminente, palatável e depende de ações enérgicas e também da violência. Devemos esclarecer, portanto, o que se entende por violência. A violência gera transgressão e não necessariamente se anuncia com o caráter físico. Não devemos incutir a noção de que a violência é algo necessariamente hostil. O cidadão que se transforma em violento por se rebelar contra os abusos autoritários, verticais e ‘democráticos’, nos são apresentados como um possível candidato ao vandalismo.

E aí, a imprensa, a polícia e seu serviço de ‘inteligência’ que identifica os baderneiros e os pune, esvaziam politicamente as contestações de manifestantes que enfrentam no cotidiano as forças normativas que contém os corpos. Nos tornam assim corpos docilizados, prontos para reduzir a revolta que se anunciava outrora como fértil, pois os que defendem os interesses do capital temem o enfrentamento com quem o enclausura. Outro ponto importante é observar de que forma os manifestantes estão organizados e quais são as concepções políticas em disputa. Não só o estado e a burguesia encontram espaço neste campo de batalhas. Mas a própria oposição. Em nosso caso, temos os partidos políticos.

Estes, que seguem com uma concepção de mostrar às massas como ele deve agir já estão impossibilitados de maior ascensão por ocuparem na sociedade o papel de reprodução de uma revolta institucionalizada, partidária, burocrática e ineficiente para a maioria dos trabalhadores. Muitos se aproveitam de oportunidades como essa para ganhar mais corpo nas próximas eleições, que por sua vez serão finalizados na máquina estatal e reproduzirão boa parte das concepções do capitalismo. A luta é pela autogestão, pela transgressão da contenção da nossa subjetividade e capacidade de enfrentamento. O ato vai ocorrer.

Não sabemos ainda de que forma, se vai haver pulaço, se não vai, se vamos nos unificar ou não... Isso, só vamos saber na luta cotidiana com o enfrentamento dos corpos. Mas ao entrar em campo devemos ter a noção de quem é o inimigo, onde está a bola e não cansar no meio da partida. O juiz já apitou. Não contenham suas revoltas.


Arthur Moura

25 de fev. de 2012

traição!

Aquele que alicerça as amizades em fofocas , traições , injustiças e boatos, não é digno de tê-las, pois seu caráter é como terreno movediço.Se perdeste por pouco um amigo, sinal de que jamais o teve.

24 de fev. de 2012

deus é justo

deus é justo e tenho certeza q esta olhando pra todos e vai fazer justiça , já q por aqui pareçe q justiça e verdade estão faltando .

23 de fev. de 2012

TO FORA!!

As coisas ruins não podem ser encaradas apenas como coisas ruins...Temos por dever imaculado que aprender e renovar , seja pela fé em algo maior que nós ou pela fé em nós mesmos ...Impossível só existe se vc ficar estático , mesmo q internamente e tudo nessa vida passa!! Me agarro com unhas e dentes nessa afirmação !!

LEMBRANDO A TODOS QUE NÃO FAÇO PARTE DO COLETIVO ANTICINEMA E NÃO QUERO MEU NOME LIGADO DE NENHUMA FORMA COM O CITADO COLETIVO...

19 de fev. de 2012

mate com angu no carnaval!!!



mate com angu - enraizados e dabf !!!!

17 de fev. de 2012

CINEMA COM BATUQUE

O primeiro Cinema com Batuque do ano de 2012 vai ser com o grande B Negão e o Digital Dubs...
De graça no Sesc de Mentirinha City...

16 de fev. de 2012

MR.F

"Não posso imaginar que uma vida sem trabalho seja capaz de trazer qualquer espécie de conforto. A imaginação criadora e o trabalho para mim andam de mãos dadas; não retiro prazer de nenhuma outra coisa."

15 de fev. de 2012

GG...GG...GG...

Nem imaginava que isso existisse. 
Uma apresentação única, com mais de três horas de duração, em que Gilberto Gil, recém-chegado de Londres, vai até a Politécnica da USP e, em memória e homenagem a um estudante assassinado pela ditadura, reúne-se com os estudantes e bota pra quebrar.
Conversa com o público, canta clássicos como Ladeira da PreguiçaExpresso 2222Procissão,Domingo no ParqueCálice – entre outras gemas. Sensacional – para dizer o mínimo.
Shows desse calibre, e com essas características, vivem na memória de quem deles participou – e ponto final. Raramente alguém, munido de aparato tecnológico de qualidade, resolve registrar o acontecimento. Pois alguns estudantes, cheios de disposição e com gravadores de rolo sob os sovacos, deram conta do recado. 
Depois, com o tempo e com os recursos da remasterização, a gravação chega a nós com a devida qualidade. Como eu sei de tudo isso? Meu amigo, sabendo que o presente só seria completo se o disco possuísse encarte, contou-me. 
Segundo consta, existem planos de se lançar, comercialmente, com tudo bonitinho e legalizado, esse material. Um box com três cedês que satisfaria fãs, curiosos, colecionadores ou simplesmente admiradores do trabalho de Gil. Quanto a mim, encaixo-me nas quatro categorias.

Contrariando as convicções do Ipsis Litteris, abro exceção e indico o caminho:



 https://rapidshare.com/#!download|0l35|320482202|Gilberto_Gil_-_Show_na_Poli_USP__1973__part_2.rar|0|R~0|0|0|File%20not%20found.%20%28e029a7af%29

https://rapidshare.com/#!download|0tl4|320503298|Gilberto_Gil_-_Show_na_Poli_USP__1973__part_1.rar|0|R~0|0|0|File%20not%20found.%20%28e029a7af%29

E pra fechar bunitim , tenho mais prendas pra vcs:

http://www.mp3million.com/download/GilbertoGil
Image Detail
1. A Novidade
2. Tenho Sede
3. Refazenda
4. Realce
5. Esoterico
6. Drao
7. A Paz
8. Beira Mar
9. Sampa
10. Parabolicamara
11. The Secret Life Of Plants
12. Tempo Rei
13. Expresso 2222
14. Aquele Abraco
15. Palco
16. Toda Menina Baiana
Gilberto Gil 1968
01 - Frevo Rasgado
02 - Coragem Pra Suportar
03 - Domingou
04 - Marginália 2
05 - Pega A Voga, Cabeludo
06 - Ele Falava Nisso Todo Dia
07 - Procissão
08 - Luzia Luluza
09 - Pé Da Roseira
10 - Domingo No Parque
11 - Barca Grande
12 - A Coisa Mais Linda Que Existe
13 - Questão De Ordem
14 - A Luta Contra A Lata Ou A Falência Do Café
1. Soy Loco Por Ti, América
2. Babá Ala Palá
3. Mardi 10 Mars
4. Aquele Abraço
5. Mar de Copacabana
6. Mamma
7. Jubiabá
8. Vida
Tropicália ou Panis et Circencis [1969]

01- Miserere nóbis-Gilberto Gil/Capinan)Gilberto Gil
02- Coração materno(Vicente Celestino)Caetano Veloso
03- Panis et circenses(Gilberto Gil/Caetano Veloso)Os Mutantes
04- Lindonéia(Caetano Veloso)Nara Leão
05- Parque industrial-Tom Zé)
Gilberto Gil, Caetano Veloso, Gal Costa e Os Mutantes
06- Geléia geral-Gilberto Gil/Torquato Neto)Gilberto Gil
07- Baby-Caetano Veloso)Gal Costa e Caetano Veloso
08- Três caravelas-A. Algueiró Jr./G. Moreau/ Versão João de Barro)
Caetano Veloso e Gilberto Gil
09- Enquanto seu lobo não vem-Caetano Veloso)Caetano Veloso
10- Mamãe, coragem-Caetano Veloso/Torquato Neto)-Gal Costa
11- Bat macumba-Gilberto Gil/Caetano Veloso)Gilberto Gil
12- Hino ao Senhor do Bonfim(João Antonio Wanderley)
Caetano Veloso, Gilberto Gil, Gal Costa e Os Mutantes
1. Patuscada de Gandhi
2. Rebento
3. Toda menina baiana
4. Acertei no milhar
5. Palco
6. Flora
7. Chegada em palmares
8. Febril
9. Touche pas à mon pote
10. Mar de Copacabana
11. Mardi dix mars
12. De Bob Dylan à Bob Marley
13. Buda nagô
14. Pop wu wei
15. O lugar do nosso amor
16. Ciencia e arte
17. Esperando na janela
18. Three little birds
19. Mae solteira
Volume 2
1. Tradiçao
2. Nao chore mais
3. Ela poeira
4. Mar de Copacabana
5. Quilombo, o eldorado negro
6. Duas luas
7. Vamos fugir
8. Mico preto
9. Aquele abraço
10. A novidade
11. Refazenda
12. Fogo liquido
13. Um abraço no joao
14. Dança de Shiva
15. Guerra santa
16. Lick samba
17. Treze de dezembro
1. Toda Menina Baiana
2. Esoterico
3. Sahara Miolo
4. Balafon
5. Ela
6. Tradicao
7. Nao Chore Mais
8. Refazenda
9. Expresso
10. Flora
11. Sonho Molhado
12. Baiao Atemporal
1. ela (gilberto gil)
2. tenho sede (anastácia;dominguinhos)
3. refazenda (gilberto gil)
4. pai e mãe (gilberto gil)
5. jeca total (gilberto gil)
6. essa é pra tocar no rádio (gilberto gil)
7. ê, povo, ê (gilberto gil)
8. retiros espirituais (gilberto gil)
9. o rouxinol (gilberto gil;jorge mautner)
10. lamento sertanejo (forró do dominguinhos) (dominguinhos;gilberto gil)
11. meditação (gilberto gil)
Gilberto Gil 1967
01 - Louvação
02 - Beira-Mar
03 - Lunik 9
04 - Ensaio Geral
05 - Maria (Me Perdoe, Maria)
06 - A Rua
07 - Roda
08 - Rancho Da Rosa Encarnada
09 - Viramundo
10 - Mancada
11 - Água De Meninos
12 - Procissão
13 - Minha Senhora
14 - A Moreninha
Gilberto Gil 1969
01 - Cérebro Eletrônico
02 - Volks-Volkswagen Blue
03 - Aquele Abraço
04 - 17 Léguas E Meia
05 - A Voz Do Vivo
06 - Vitrines
07 - Dois Mil E Um
08 - Futurível
09 - Objeto Semi-Identificado
10 - Omã Iaô
11 - Aquele Abraço #
12 - Com Medo, Com Pedro
13 - Cultura E Civilização
14 - Queremos Guerra
Gilberto Gil 1971
01 - Nêga (Photograph Blues)
02 - Can't Find My Way Home
03 - The Three Mushrooms
04 - Babylon
05 - Volks Volksvagen Blues
06 - Mamma
07 - One O' Clock Last Morning, 20th April, 1970
08 - Crazy Pop Rock
09 - Dos Pés À Cabeça
10 - Can't Find My Way Home #
11 - Up From The Skies
12 - Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band
1. refavela (gilberto gil)
2. sÍtio do pica-pau amarelo (gilberto gil)
3. cara cara (gilberto gil)
4. samba rubru-negro (gilberto gil)
5. toda menina baiana (gilberto gil)
6. babá alapalá (gilberto gil)
7. patuscada de gandhi (gilberto gil)
8. axé babá (gilberto gil)
9. ilé ayê (gilberto gil)
10. logunedé (gilberto gil)
11. o rouxinol (gilberto gil)
Gilberto Gil 1972
01 - Pipoca Moderna
02 - Back In Bahia
03 - O Canto Da Ema
04 - Chiclete Com Banana
05 - Ele E Eu
06 - Sai Do Sereno
07 - Expresso 2222
08 - O Sonho Acabou
09 - Oriente
10 - Cada Macaco No Seu Galho
11 - Vamos Passear No Astral
12 - Está Na Cara, Está Na Cura
Gilberto Gil - Refavela [1977]
1 Refavela(Gilberto Gil)
2 Ilê ayê-(Paulinho Camafeu)
3 Aqui e agora(Gilberto Gi)
4 Norte da saudade(Moacir Albuquerque - Gilberto Gil - Perinho Santana)
5 Babá alapalá(Gilberto Gil)
6 Sandra(Gilberto Gil)
7 Samba do avião(Tom Jobim)
8 Era nova(Gilberto Gil)
9 Balafon(Gilberto Gil)
10 Patuscada de Gandhi (Afoché Filhos de Gandhi)Gilberto Gil)
1. Buffalo Soldier
2. One Drop
3. Waiting In Vain
4. Table Tennis Table
5. Three Little Birds
6. Nao Chore Mais (no Woman No Cry)
7. Positive Vibration
8. Could You Be Loved
9. Kaya N'gan Daya
10. Rebel Music (3 O'clock Road Block)
11. Them Belly Full (but We Hungry)
12. Tempo So (time Will Tell)
13. Easy Skankin'
14. Turn Your Lights Down Low
15. Eleve Se Alto So Ceu (lively Up Yourself)
16. Lick Samba
1. Chuck Berry Fields
2. Chororo
3. Sao Joao, Xango Menino
4. Respeita Januario
5. Ela
6. Bat Macumba--Exaltacao A Mangueira
7. Procissao--Atras Do Trio Electrico---Mamae Eu Quero
8. Triole
Disque : 1
1. Aquele Abraço
2. Vida
3. Mamma
4. Soy Loco Por Ti, América
5. Babá Ala Palá
6. Jubiadá
7. Mar de Copacabana
8. Mardi 10 Mars
Disque : 2
1. Nos Barracos da Cidade [Live]
2. Vamos Fugir [Live]
3. Aquele Abraço [Live]
4. Oriente [Live]
5. Flora [Live]
6. Sabarà Miolo [Live]
7. Banda Um [Live]
8. Touche Pas á Mon Pote [Live]
9. Toda Menina Baiana [Live]
10. Nao Chore Mais (No Woman No Cry) [Live]
1. Toda Menina Baiana
2. Palco
3. Aquele Abraco
4. Expresso 2222
5. Pela Internet
6. Realce
7. Guerra Santa
8. Sala De Som
9. Tradicao
10. Sonho Molhado
11. Ela
12. Pilula De Alho
13. Sarara Miolo
14. Oia Eu Aqui De Novo
15. Refazenda
16. Ciencia E Arte
17. Mar De Copacabana
18. Rebento
1. Quanta
2. Ciência E Arte
3. Estrela
4. Dança de Shiva
5. Vendedor de Caranguejo
6. Chiquinho Azevedo
7. Pílula de Alho
8. Opachorô
9. Graça Divina
10. Pela Internet
11. Guerra Santa
12. Átimo de Pó
13. Fogo Líquido
14. Pop Wu Wei
15. O Lugar Do Nosso Amor
16. De Ouro E Marfim
17. Sala Do Som
18. Um Abraço No João
19. O Mar E O Lago
20. Lune de Gorée

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