TODO DIA ...É 1 TEXTO NOVO!!!

2 de out. de 2013

i love!!!



Meu primeiro clip de verdade feito com " gente "de verdade...

Minha pequena homenagem a minha terra e meu povo...

Muito orgulho deste clip pois foi feito pela equipe maravilhosa do meu amado Cineclube Mate com Angu de Caxias City , mundo!!! Meu diretor foi o Cacau Amaral que é um dos diretores do filme 5 x favela... 

O beat é do Sandro Machintal e o Sampler do músico João Só , tirado de um vinil do Fábio Acm DJ...

Como diz uma das minhas camisas "I love baixada!!!
Com lágrimas nos olhos repasso ai pra quem quiser ver ....
se puder , comente !!!


http://www.youtube.com/watch?v=eh032HI0o50














No 2º dia, uma homenagem ao 1º...

Comemorando 6 anos de alegria e olhos brilhantes, enriqueço minha elegia à tua laringe flamejante. Respiras e inspiras minha voz...
Daqui a 6 x 6 anos, consigo visualizar tua nuca no meu abraço e isso é pra ser comemorado!



1 de out. de 2013

COISAS SECRETAS!!!!


Toda segunda agora eu vou!!!
Descobri um precioso tesouro bem ao lado do prédio onde trabalho....
Estou falando do Consulado da França e do Cine Maison. 

http://www.cinefrance.com.br/cinemaison-rio

Ontem o filme que assisti me tirou o ar!! Literalmente!!!



O filme se chama " Coisas Secretas" do Jean-Claude Brisseau - e dentre os atores e atrizes temos :
Coralie Revel, Sabrina Seyvecou, Fabrice Deville e Roger Miremont




Grande filme libertino.
Brisseau introduz o desejo feminino no poder social e político: é a guerra.
Nathalie ensina a Sandrine que a transgressão sexual pode causar um prazer violento e proporcionar a quem se serve dela uma poderosa arma para subir na hierarquia social.

Decidem arranjar emprego , um ambiente onde as vítimas abundam.



Depois de se aproveitarem de vários quadros superiores chegam a Christophe, filho do patrão e futuro director do banco. Mas, o jovem, de carácter libertino, estabelecerá um conjunto de regras completamente novo...

Ainda sobre o filme , vale a pena dar uma lida nisso que escreveu o Bruno Andrade:


Coisas Secretas, de Jean-Claude Brisseau
Choses Secrètes, França, 2002

As coisas de sempre

Eu gostaria de poder escrever algo formidável como a frase de Nicole Brenez para The Blackout (Abel Ferrara, 1997), que descreve e sumariza o filme de maneira precisa: "A mais bela e triste elegia à imagem já feita".
Reconhecendo minhas incapacidades, só consigo declarar o seguinte: Coisas Secretas é o mais importante filme francês desde Paixão (Jean-Luc Godard, 1982).



1. Do nascimento da imagem

Vamos direto ao que importa: os problemas de Coisas Secretas são todos de ordem cinematográfica. Signos e suas significações, como filmar o trabalho (as ausências, os fluxos, os corpos e suas trajetórias) e como fazer da câmera um corpo que responde e se relaciona a tudo isso. Não há uma cena que desobedeça o programa estético rigoroso e brilhante que Brisseau institui ainda na primeira cena do filme: num palco de um strip-club, um corpo feminino nu movimenta-se de maneira vulgar e absolutamente sensual.
A câmera lentamente se desprende desse corpo, traça um percurso que atravessa o público espectador da performance e chega no barzinho onde vemos uma garçonete que igualmente observa. Mestria completa num movimento que é tão simples quanto perfeito: as duas protagonistas são situadas num espaço bastante específico (ao qual elas pertencem), suas ocupações são determinadas rapidamente e o espaço que as separa nesse início é justamente o espaço percorrido pela câmera - o espaço que separa uma imagem (de desejo, de sexualidade) de seu observador (que deseja, que fantasia).
Podíamos estar num filme assinado Fritz Lang (O Tigre de Bengala,Desejo Humano) ou Brian De Palma (Vestida Para Matar, Femme Fatale), mas esta imagem de base que fornece o que será vital à dramaturgia pertence tão-somente e apenas a Brisseau (os planos que abrem Boda Branca e Anjo Negro são exemplos deste tipo de sobriedade cênica).

2. A Girl and a Gun (ou melhor ainda, A Girl is a Gun)

São duas as protagonistas de Coisas Secretas: Nathalie e Sandrine. A primeira morena, a segunda loira. Às coisas uma ordem: quem é o objeto de desejo e aquele que deseja? Essa foi uma das questões que volta e meia durante a projeção eu precisava retomar, e é apenas uma das várias que o filme propõe num primeiro momento apenas para conseqüentemente diluir, confundir ou tornar deliberadamente confusa e arbitrária.
Como nas relações entre o professor Bruno Cremer e a aluna Vanessa Paradis em Boda Brancaou entre o advogado Tchéky Karyo e a dondoca Sylvie Vartan emAnjo Negro, para Brisseau não existe uma linha precisa e irreversível que separe objeto de sujeito: ambos se confundem na medida em que as tensões entre as personagens desenvolvem-se, e desta confusão Brisseau desenvolve toda uma estratégia de encenação.
Os movimentos quase imperceptíveis da câmera - que hora revelam muito pouco, hora revelam demais -, os embates sexuais entre as personagens, a atenção dada ao décor como espaço de encontros íntimos e clandestinos, tudo isso Brisseau concebe não como um mero dispositivo de representação de sexualidade/sensualidade mas - e é aqui que percebemos o grande trunfo de sua encenação - como um cinema que devolve a todas essas coisas (secretas ou não) o rigor de uma construção, a impecabilidade de uma decupagem, um sentido verdadeiro de mise en scène; enfim, uma vontade enorme de cinema.



3. Uma longa tradição

Jamais - nem mesmo em Buñuel, De Palma ou Almodóvar - o sexo foi tornado material tão essencialmente cinematográfico, para fins tão deliberadamente metalingüísticos. Muitos já tentaram impingir uma forma cinematográfica a estes momentos de onde irrompe uma explosão descomunal de desejo e volúpia - um grupo bastante eclético e formado por cineastas tão diversos quanto Orson Welles, Nagisa Oshima, Carlos Reichenbach, Marco Bellocchio e Claire Denis.
É bem sabido que a sexualidade tem uma vasta relação com a história do cinema e que tal relação já foi várias vezes explorada, mas isso não interessa aqui da mesma forma que não interessa a Brisseau em seu filme. O que de fato importa é perceber nas imagens - e principalmente na forma como são encenadas - todos os estágios da sexualidade respondendo a uma extensa história e como nesta resposta faz-se inevitável a intermediação de diálogos rigorosos e ambivalentes com tópicos de difícil abordagem - religião, moral, sociologia, marxismo, estética, sociedade.
Nada mais absurdo e grosseiro que perceber Coisas Secretas como simples brincadeira de um diretor que apenas quer ver garotas nuas se tocando quando o que Brisseau nos apresenta é um estudo severo sobre poder - do corpo sobre a palavra, do conquistador sobre a conquista, do desejo sobre quem deseja. Várias etapas de um mesmo problema, e um problema que jamais abandona seu estatuto de imagem cinematográfica.

4. Coisas secretas

Sexe is cinema. Há uma cena, e nessa cena um movimento da câmera, que encompassa todo o brilho do filme: Nathalie e Sandrine trocam carícias num túnel de metrô, escondidas numa minúsculo e apertado compartimento. Escutamos o barulho de um trem se aproximando, enquanto as duas ficam cada vez mais excitadas.
O trem passa por elas (Lumière ou Méliès?), e é neste momento que a câmera muda seu registro: um travelling reorganiza toda a cena (esse é felizmente um filme composto por cenas), e nessa mudança do posicionamento da câmera (e do diretor, pois esse é também um filme de mise en scène) diante da situação filmada, o túnel do metrô é transformado em única opção de caminho para as duas garotas.
É a partir desta cena que ambas iniciam o percurso bizarro que terão de traçar até a resolução, um percurso que é tanto o resto da caminhada pelo túnel do metrô quanto os pequenos flertes que as personagens experimentarão em pequenos corredores, portas entreabertas, banheiros de escritório, caminhadas pela cidade, conversas por telefone. Este percurso obscuro, estranho e violento é na realidade o que encaminha Nathalie e Sandrine rumo à transcendência, ao que de fato é uma ascese - como em dois dos autores favoritos de Brisseau, Eric Rohmer e Valerio Zurlini.
Não por acaso o reencontro das moças, ao final do filme, ocorre precisamente quando Nathalie se encontra a caminho da entrada de uma estação de metrô. Como peça de arquitetura, música, teatro ou dramaturgia - enfim, como cinema -, Coisas Secretas revela de pouco em pouco a perfeição de suas geometrias, das uniões cuidadosas que Brisseau opera para construir imagens que nos encantam por suas tristes belezas e pela profunda moral do diretor.

5. Sex is cinema
E por isso Coisas Secretas, durante seus cento e quinze minutos de duração, nos oferece todo o cinema do mundo.
Bruno Andrade

S.E.N.S.A.C.I.O.N.A.L !!!

30 de set. de 2013

PEQUENA HOMENAGEM AOS PELAS SACO QUE RONDAM NOSSAS VIDAS

Mulesta Dus Cachorru Estopo Balaio Cranco V8 Bixiga Taboca
Incômodo Molesto Maçador Insuportável Impertinente Bobo Bucha Boboca
Você ta de velocípede eu de Ninja Motoca se não é MC pelo mesmos finja mothafoca
Me sufoca com tua lorota falei teu som é ruim tipo coca tatu q nunca sai da toca
Tratante insignificante arrogante rude
Teu timbre é irritante iniciante pantanoso grude
Tu ta na gude (plim) te dou 2 diabos de vantagem e não quero nem que Deus me ajude
Parece o Ronie Von no Cosme e Damião te mando umas balinhas Dum Dum
No Chacrinha tu ganharia um Fon Fon e na Manguerinha tu ganharia um Tum Tum
A rua seria um lugar melhor sem teu flow  a lua até se apagaria no teu show
Deus misturou em você os 3 patetas Larry Curlly e Moe tu é o burro que empacou
Tiririca disse que pior que está não fica mas é porque ele nunca te escutou
Tu é titica fezes de cabrita tiozinho da Sukita depois de te ouvir até surdo se matou
Te ouvir foi pior que tortura em Guantánamo ou Break no pântano prefiro levar cascudo
Tua banda desanda música pra urso panda tu manda igual o cover do Menudo
Geral sabe que tu geralmente mente generalmente sobre geral
Só te mandei a real tua maior apresentação foi quando tu ficou em casa vendo Balanço Geral

29 de set. de 2013

na fauna na flora na frase ou no frame que me devora



Quando penso em escrever penso primeiro em rima...
será errado? não sei ...Sei que eu e o poema temos mais em comum do
que julgam de vossa toga preta feito o Joaquim!!!

Então posso achar a poesia em toda parte , no encarte nas 2 luas de
marte nas linhas de Descartes , mais e mais nas marciais artes, acho a
poesia em sinagogas e tabernáculos em loucas e oráculos em todos os
tentáculos , a poesia está no vernáculo?

Onde estás , ó poesia de outrora na boreal aurora onde moras?

Em cada hora jogada fora na calma d'alma sem trauma que aflora na
fauna na flora na frase ou no frame que me devora me cospe e me joga
fora na poesia que sai na hora ou na rima que voce decora...

Eu procuro mundo a fora a velha senhora e seus similares pares na
viagem para novos ares mares nunca dantes navegados bem guardados
lares nos tronos stereos monos outonos eras e ares nos bares nas
traças praças taças raças nos caças na graça dos malabares nos deuses
que se movem e nos outros presos nos altares...

Nos luxuosos automóveis ,nos poderosos alazões que cavalgares ...
Poesia está no tédio ,no curta , no remédio ...

No cruzamento dos olhares...
E tudo isso cabe naquela lente olho de peixe pra Celular e ainda sobra espaço!!!

(SLOWDABF)

28 de set. de 2013

poeta?


Quando penso em escrever penso primeiro em rima...

Será errado? Não sei ...
Sei que eu e o poema temos mais em comum do que julgam de vossa toga preta feito o Joaquim!!!

Então posso achar a poesia em toda parte , no encarte nas 2 luas de

marte nas linhas de Descartes , mais e mais nas marciais artes, acho a

poesia em sinagogas e tabernáculos em loucas e oráculos em todos os

tentáculos , a poesia está no vernáculo?

Onde estás , ó poesia de outrora na boreal aurora onde moras?

Em cada hora jogada fora na calma d'alma sem trauma que aflora na

fauna na flora na frase ou no frame que me devora me cospe e me joga

fora na poesia que sai na hora ou na rima que voce decora...




Eu procuro mundo a fora a velha senhora e seus similares pares na

viagem para novos ares mares nunca dantes navegados bem guardados

lares nos tronos stereos monos outonos eras e ares nos bares nas

traças praças taças raças nos caças na graça dos malabares nos deuses

que se movem e nos outros presos nos altares...




Nos luxuosos automóveis ,nos poderosos alazões que cavalgares ...

Poesia está no tédio ,no curta , no remédio ...




No cruzamento dos olhares...

E tudo isso cabe naquela lente olho de peixe pra Celular e ainda sobra espaço!!!

27 de set. de 2013

QUANTO DE NÓS?

Quanto de nós entre o livro que não lemos e o filme que não vemos se perde na nossa pressa em ser veloz?

Quanta velocidade é precisa pra saborear com a retina o olhar de quem se ama e o lençol espalhado na cama, pra nos separar de nós?

Quanta pressa nos afasta do riso descontrolado do afago desajeitado de ser feliz mesmo por um segundo?


Quanto de nós mesmos , isolados , ilhas rodeadas de mágoas por todos os lados , nos basta pra ser feliz nesse mundo??

(Slow Da B.F.)
É sábado, é poesia, música, artes plásticas, teatro, e muito mais. 

É de graça, é no Sesc Tijuca, é boca no trombone, poesia revolucionária, rock and roll para fazer pedra rolar, sair do lugar, remexer as estruturas, ressoar palavra-flecha feito tambor na floresta...

bora, vem pra essa festa!

26 de set. de 2013

um rapaz de boina e com jeito de artista!!


Grupo estreia batalha de poesias na hora do almoço no Centro do Rio Favoritar

Competição atrai curiosos no Largo de São Francisco



No Largo de São Francisco, um rapaz de boina e jeito de artista (eu) avisava com um megafone, na hora do almoço desta quarta: Você precisa de outro alimento que não seja arroz e feijão. O alimento, no caso, são versos, oferecidos de graça ao povo por um grupo de poetas que, pela primeira vez no Rio, participou de uma batalha de poesias. Batizada de Slam Tagarela, a competição, aos poucos, foi conquistando um pequeno público, que escolhia os preferidos. No fim, levou a melhor Allan Jones, de Aracaju, com uma crítica cheia de rima (e ritmo) ao deputado federal e pastor Marco Feliciano.


Que se desproíba também a vendedora de salada de frutas/ e a mulher que saliva só de ouvir o sininho pendurado na moto/ da vendedora de salada de frutas, dizia um trecho da poesia mais ovacionada.

Mentor da iniciativa, o poeta Paulo Emílio Azevedo, que acaba de lançar o livro Palavra projétil, poesias além da escrita, se inspirou no Slam Poetry competição de poesias, acompanhadas de performances, comum no exterior para criar a versão carioca, que ocupará o Largo de São Francisco toda primeira terça-feira do mês a partir de 5 de novembro, começando às 12h. A experiência de ontem foi apenas o piloto do projeto. Para participar, basta se inscrever no site da rede de fomento Cia. Gente (www.ciagente.com.br).


25 de set. de 2013

slam!


Uma poesia feita por palavras, gestos e voz. Essa transformação de versos escritos em performances é a matéria prima do slam, competição de poesias nascida nos Estados Unidos nos anos 80. Espalhada por todo o mundo, foi se adaptando a cada novo porto, e, no Rio de Janeiro, vai ter seu lugar no encontro Slam Tagarela, que ocupa o Largo de São Francisco, no centro da cidade, nesta quarta-feira, 25/09, a partir do meio-dia. A ideia é tornar o evento mensal, sendo repetido toda primeira terça-feira do mês.

“A palavra ‘slam’ vem mesmo dessa ideia de competição, como, por exemplo, um encontro de tênis é chamado Tennis Grand Slam”, explica o idealizador Paulo Emílio Azevedo, professor, poeta e um dos responsáveis pela Cia Gente, que organiza o projeto. “É uma competição de poesias, de invenção do americano Marc Smith, que queria aproximar a poesia das pessoas, popularizando-a e valendo-se da emoção do momento, da musicalidade presente nas palavras e no valor inusitado das performances”.


Este estilo único de contar poesias, que une voz e gestos para ir além da simples declamação, será apresentado no Largo de São Francisco com a participação confirmada de poetas de quatro Estados brasileiros (Sergipe, São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais). Mas o microfone estará disponível para todos. “A ideia é restringir a competição mesmo até uns oito poetas, mas quem não puder competir pode chegar e falar o que quiser, é um espaço livre para entrar”, garante Paulo.

O democrático maior slam do mundo



“Depois de surgir nos Estados Unidos, o slam foi sendo absorvido por cada país e criando dissidências, porque cada idioma tem seu acento, sua forma de composição da palavra escrita, o que foi modificando as regras desse encontro”, continua o idealizador. Originalmente, os competidores tinham três minutos para fazer suas performances. Já em São Paulo, por exemplo, ficou popular o chamado “menor slam do mundo”, competições onde todas as poesias só podem ter até dez segundos. Foi para brincar com esse padrão que Paulo criou o Tagarela: os poetas que se alternam na competição poderão usar todo o tempo que desejarem. Sem o limite de tempo, pretende-se mostrar justamente a grande variedade de um slam, que não pode ser enquadrado em nenhum gênero literário específico. “Qualquer poesia pode ser um slam, porque o que vale mas é forma como é projetada através da oralidade e do corpo”, diz Paulo.



Luiz Cláudio Pontes dos Santos, conhecido como MC Slow da BF, está bem familiarizado com a democratização dos slams: oriundo do mundo do rap, o artista participa com frequência de encontros do gênero. “Como sou um MC, uso a palavra como ferramenta e arma. Por vezes, faço uma leitura mais poética, no que diz respeito à forma, de minhas poesias ritmadas, ou seja, do meu rap. Quando faço essas rimas sem música, transgressão que não combinariam com um sarau, me aproximo do slam, que acho uma forma forte de meus pensamentos fluírem, com uma expressão plástica de mãos e caras”, conta o MC, que acha que não há regras ou algo impossível de fazer quando se fala em poesia.



MC Slow espera que essa explosão de gestos e vozes seja um incentivo para que aqueles que pararem no Largo de São Francisco passem a estabelecer outras relações com o atarefado cotidiano urbano. “Com um encontro assim, a cidade ganha mobilidade poética, tornando a poesia um machado afiado para cortar o caos instalado pelas obras, pela poluição e tudo mais”, diz. “O que queremos é levar a poesia para perto das pessoas. E, no horário do almoço, as pessoas tendem a se perceber de modo privilegiado, e, apesar da fome, sempre sobra um tempinho pra falar. Há uma escuta diferenciada e melhor recepção da palavra”, continua Paulo.


Como complemento ao primeiro slam no Largo de São Francisco, Paulo Emílio Azevedo lança o livro Palavra Projétil: Poesias Além da Escrita, no dia 24/09, na Livraria Saraiva do Leblon, durante o Corujão da Poesia. O encontro ao ar livre e o livro são parte de um projeto amplo de trabalho com as muitas possibilidades desse contar performático, que engloba ainda oficinas na Escola João Luiz Alves e o lançamento de um CD e DVD com o coletivo Le Fucoh de Macaé.


Colaboração de Marianna Salles Falcão

22 de set. de 2013

se eu morrer antes de vc!!!!

Se eu morrer antes de você, faça-me um favor:
Chore o quanto quiser, mas não brigue comigo.
Se não quiser chorar, não chore;
Se não conseguir chorar, não se preocupe;
Se tiver vontade de rir, ria;
Se alguns amigos contarem algum fato a meu respeito, ouça e acrescente sua versão;
Se me elogiarem demais, corrija o exagero.
Se me criticarem demais, defenda-me;
Se me quiserem fazer um santo, só porque morri, mostre que eu tinha um pouco de santo, mas estava longe de ser o santo que me pintam;
Se me quiserem fazer um demônio, mostre que eu talvez tivesse um pouco de demônio, mas que a vida inteira eu tentei ser bom e amigo...
E se tiver vontade de escrever alguma coisa sobre mim, diga apenas uma frase:
-"Foi meu amigo, acreditou em mim e sempre me quis por perto!"
Aí, então derrame uma lágrima.
Eu não estarei presente para enxugá-la, mas não faz mal.
Outros amigos farão isso no meu lugar.
Gostaria de dizer para você que viva como quem sabe que vai morrer um dia, e que morra como quem soube viver direito.
Amizade só faz sentido se traz o céu para mais perto da gente, e se inaugura aqui mesmo o seu começo.
Mas, se eu morrer antes de você, acho que não vou estranhar o céu.
"Ser seu amigo, já é um pedaço dele..."

21 de set. de 2013

frescor

Esplêndido o filme!!!
Enchendo a alma de frescor!!

20 de set. de 2013

respeite as raízes!!!

Esse é um documento para ser visto e revisto por quem faz parte direta ou indiretamente do movimento hip hop no Brasil...

Antes de muitos "grandes" eventos de Hip Hop no Rio De Janeiro existia um que eu tenho muito orgulho de ter particip
ado , ainda como o grupo Consequencial , que anos depois se tornaria o Esqiadrão zona norte, idealizado , principalmente pelo militante e rapper Marcelo Elcy...

Era o Viva Zumbi no Morro do Santa Marta nos anos 90...

Segue o link de 5 partes deste evento:


http://www.youtube.com/watch?v=EUAgky48R5g   parte 1
http://www.youtube.com/watch?v=_mpjE4aqgfI    parte 2
http://www.youtube.com/watch?v=pHQWK2FGqxk  parte 3
http://www.youtube.com/watch?v=YEJOFCsNK2U   parte 4
http://www.youtube.com/watch?v=sDDiVOhfums   parte 5

Mas que um registro , isto é uma reverencia aos verdadeiros membros da escola verdadeira do Hip Hop...

19 de set. de 2013

Programação para o CEP 20000 nesse sábado
na Arena Jovelina Pérola Negra na Pavuna,
conversa de poetas de vários pontos da cidade :

Com:



Joana Ribeiro

Elisa Santana


Pedro Rocha


Moduan Matus


Slow DaBF

Daniel Ribas

Adiron Marcos 


Camila Costa


Sil


Miríades Jr.


Marília Matos


Ricardo Chacal


18 de set. de 2013

terei uma overdose!!!

Sábado terei minha primeira overdose....
Tá decidido ..sábado dia 21 de setembro... overdose !!

Sente o dia como será:

Na parte da manhã recitarei poesia dentro do metro da linha 1 em um projeto do Paulo Paulo Emilio Azevedo....

De tarde estarei presente no sarau da laje na Jovelina Pérola Negra Arena que fica na Pavuna...

Mais tarde tem o fabuloso Cep 20.000 com o fabuloso Ricardo Chacal na Arena Jovelina também...

Ou seja ..

OVERDOSE DE POESIA!!!

" Chama o Samu"

17 de set. de 2013

vida nova!!!!

A águia é a ave que possui a maior longevidade da espécie. Chega a viver cerca de 70 anos. Porém, para chegar a essa idade, aos 40 anos, ela precisa tomar uma séria e difícil decisão. Aos 40 anos, suas unhas estão compridas e flexíveis e já não conseguem mais agarrar as presas, das quais se alimenta.

O bico, alongado e pontiagudo, se curva. Apontando contra o peito, estão as asas, envelhecidas e pesadas, em função da grossura das penas, e, voar, aos 40 anos, já é bem difícil! 
Nessa situação a águia só tem duas alternativas: deixar-se morrer... ou enfrentar um dolorido processo de renovação que irá durar 150 dias. Esse processo consiste em voar para o alto de uma montanha e lá recolher-se, em um ninho que esteja próximo a um paredão.

Um lugar de onde, para retornar, ela necessite dar um vôo firme e pleno.Ao encontrar esse lugar, a águia começa a bater o bico contra a parede até conseguir arrancá-lo, enfrentando, corajosamente, a dor que essa atitude acarreta. 
Espera nascer um novo bico, com o qual irá arrancar as suas velhas unhas.Com as novas unhas ela passa a arrancar as velhas penas. E só após cinco meses, "renascida", sai para o famoso vôo de renovação, para viver, então, por mais 30 anos.

Muitas vezes, em nossas vidas, temos que nos resguardar, por algum tempo, e começar um processo de renovação. 

Devemos nos desprender das (más) lembranças, (maus) costumes, e, outras situações que nos causam dissabores, para que continuemos a voar. 


Um vôo de vitória. Somente quando livres do peso do passado (pesado), poderemos aproveitar o resultado valioso que uma renovação sempre traz. Destrua, pois, o bico do ressentimento, arranque as unhas do medo, retire as penas das suas asas dos maus pensamentos e alce um lindo vôo para uma nova vida.

Um vôo de vida nova e feliz.

16 de set. de 2013

CULTURA E ARTE!!!

Domingo muito cultural na Baixada Fluminense...








Cedo tivemos um Seminário Simbolismo João Candido e a luta do movimento negro em São João de Meriti - Na Casa Da Cultura - Com a presença de Carlos Santana - Ivanir dos Santos e outros... Rolou uma bela feijoada e mutas apresentações ( Ballet - Coral afro - Maculele - Capoeira - Jongo )...



Mais tarde foi a vez do Hip Hop invadir Belford Roxo com muito Rap - Break e Graffitti , com a galera da BXD (Dant e Budog) - Vários convidados e muitos Mcs e B Boys ... 







Quase 100 por cento do muro da estação de trem foi pintado... Postando umas fotos do segundo evento agora e depois umas do primeiro...

13 de set. de 2013

definição!!!

Aceitando - a primeiro de janeiro de 1822 - o principio do Heliocentrismo e da rotação da terra, a igreja esqueceu de definir a nova posição do mundo ultraterreno...

Nem as diversas hipóteses formuladas tem encontrado até hoje confirmações suficientes...

Todo cristão vivo - seja católico , protestante, ortodoxo ou copto - é composto de um corpo material e mortal e de uma alma imaterial e imortal , para onde (geograficamente falando) vão as boas e as más almas quando o corpo já não existe na terra?

Os testemunhas de Jeová dizem que este lugar é apenas uma mentira!!

12 de set. de 2013

Outra espécie de consciência...

Mais uma prova de que Deus está sempre olhando por mim, permitindo que eu cresça e me aperfeiçoe.
"...existe também outro elemento na consciência ou, se preferirem, outra espécie de consciência, que todos nós possuímos, seja ela débil ou vigorosa. Trata-se da 'consciência intrínseca'. Esta baseia-se na percepção inconsciente ou pré-consciente da nossa própria natureza, do nosso próprio destino ou das nossas próprias capacidades, da nossa própria 'vocação' na vida. Ela insiste em que devemos ser fiéis à nossa natureza íntima e em que não a neguemos, por fraqueza, por vantagem ou qualquer outra razão. Aquele que acredita no seu talento, o pintor nato que, em vez de pintar, vende roupas feitas, o homem inteligente que leva uma vida estúpida, o homem que vê a verdade, mas conserva a boca fechada (...) todas essas pessoas percebem, de uma forma profunda, que fizeram mal a si próprias e desprezam-se por isso. Dessa autopunição só pode resultar neurose, mas também poderá resultar muito bem uma coragem renovada, uma legítima indignação, um aumento de amor-próprio, quando se faz, posteriormente, a coisa certa; numa palavra, crescimento e aperfeiçoamento podem ocorrer através de dor e conflito"
(Abraham H. Maslow; Introdução à Psicologia do Ser)

raras flores!!

Nunca... Nunca... Nunca mais olharei com os mesmos olhos para o Parque do Flamengo... 

Como disse a maravilhosa poeta Elisabeth Bishop , "treinemos o olhar"... Discreta, a poeta norte-americana não gostava de falar em público. 

A autora, que viveu de 1951 até o final da década de 1960 no Brasil, tampouco tinha coragem de recitar seus poemas. Acabou tendo a vida exposta no cinema.

"Flores Raras", longa do diretor brasileiro Bruno Barreto (gostei muito do filme ) retrata detalhes da vida íntima da poeta, como seu problema com o alcoolismo e seu relacionamento com a urbanista e paisagista (se dizia arquiteta) brasileira que fez toda a concepção do Parque, Lota de Macedo Soares que ingeriu antidepressivos na casa da poeta e morreu (1967)...

Essa mulher Maravilhosa , Bishop , era conhecida pelo perfeccionismo em relação ao seu trabalho. Ela contou, em entrevista à "Paris Review", em 1978, que nunca gostou do poema "O Alce", mesmo tendo levado mais de 20 anos para terminá-lo, em 1976.

Sou meio assim.. Nunca gosto muito do que escrevo...

A poesia e a pessoa desta americana meio Amy Winehouse - meio Augusto dos anjos me deixou tonto e nunca mais vou ver o Parque do Flamengo , que foi pensado por uma outra forte mulher , que bebeu da fonte da convivência ora trágica ora frenética da poeta , na época que pensou no Parque!!

Nunca mais olharei com os mesmos olhos o Parque do Flamengo!!

Pra terminar o post um pedaço do poema "O Alce" :

...From narrow provinces of fish and bread and tea, home of the long tides where the bay leaves the sea twice a day and takes the herrings long rides,

where if the river enters or retreats in a wall of brown foam depends on if it meets the bay coming in, the bay not at home;

where, silted red, sometimes the sun sets facing a red sea, and others, veins the flats' lavender, rich mud in burning rivulets...


Uma lista da BBC a colocou entre os cem poetas mais importantes do século 20. 
No Brasil, sua obra ainda é pouco conhecida e não totalmente traduzida. 
Ela morou no Rio e em Petrópolis. 
Sua estadia em Ouro Preto é quase ignorada...

Elizabeth dotou-se de uma poética feita das negativas de si mesma, de construções de personas, mas ainda assim insistentemente fincada no real.


Numa época (anos 50) em que a revolução sexual se preparava ainda para eclodir, foi (ou deveria ter sido) como uma ventania varrendo preconceitos e intolerâncias.

Alguns poemas , na versão original e na tradução :

http://www.companhiadasletras.com.br/trechos/13133.pdf

11 de set. de 2013

world trade center , siria , petróleo e mortes

Beleza ...3.000 mortos no ataque ao WTC... E as mais de 100.000 na guerra do Iraque?? 

Beleza... Armas químicas na Síria... E as mais de 100.000 mortes já registradas nessa guerra??

Muitas pessoas se prendem em pequenos (e graves sim!) detalhes...

Outros detalhes passam meio que batido....

O ataque em N.Y. tem mais responsáveis do que sabemos pela mídia...
Podemos chamar de golpe de Estado. 

Assim, inventou a história do sequestro dos Boeings para inculpar “terroristas islâmicos” e justificar as agressões ao Afeganistão e ao Iraque. Isso foi para controlar o Afeganistão, rota de hidrocarburantes da Ásia Central, e o Iraque, dono de enormes reservas de petróleo, além de estender as intervenções militares a mais países islâmicos.

A guerra na Síria tem muitos motivos ... 
Um deles é um maldito oleoduto e um aumento abrupto no preço de todas as commodities...

A sudeste do país está situado o Canal do Suez, através do qual passam nada mais nada menos do que 800 mil barris de petróleo e 1,4 milhões de barris de produtos petrolíferos diariamente. 

Outro ponto estratégico é o Sumed, o oleoduto Suez-Mediterrâneo que movimenta petróleo do Golfo do Pérsico para o Mediterrâneo e pelo qual atravessam 1,7 milhões de barris de petróleo por dia.

Aqui vemos o mundo mesmo que o mundo não nos veja!!

10 de set. de 2013

Peck!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Diretor Haitiano Raoul Peck 

RECOMENDO MUITO!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!




Filmes que representam marcos num conjunto da obra que é ao mesmo tempo prolífico e de uma rara coerência.

Os Filmes apontam dois aspectos salientes do trabalho do cineasta: a turbulenta história do Haiti e os  movimentos de independência africana. A problemática do poder e da injustiça permeia toda a obra de Raoul Peck, abordando assuntos variados como o genocídio de Ruanda, os círculos de poder franceses e outros assuntos sociais.

A força e sentimento que emanam desses filmes, sejam eles ficção ou documentário, vêm de um homem dedicado, cujo trabalho tem o dom de cruzar fronteiras, através do amplo leque de temas com que lida.

Raoul Peck começou a ganhar prestígio com Canto do Haiti, em 1988, recentemente restaurado pela Cinemateca Africana do Instituto Francês. 

Desde então ele tem alavancado uma carreira internacional que o levou a desenvolver um trabalho específico, tendo como combustível sua vida pessoal. Desde sua juventude passada na República do Congo, nos dias iniciais da independência do país, até seu retorno ao Haiti como Ministro da Cultura, suas várias fontes de inspiração refletem uma dedicada abordagem de criação fílmica como um incisivo defensor da luta contra as formas modernas de injustiça social. Como Presidente, desde 2011, do FEMIS (French Film School), sua nomeação como integrante do júri do Festival de Cannes em 2012 confirma o reconhecimento internacional.



Alguns filmes:

Canto do Haiti, (Haiti, 1987)
De Raoul Peck. Com Patrick Rameau, Toto Bissainthe. Em Cores/98’
Joseph Bossuet visita com frequência a Haitian Corner, pequena livraria haitiana localizada em Nova York. Joseph esteve preso no Haiti, onde conheceu as práticas dos membros da milícia paramilitar haitiana: os Tontons Macoutes. Um dia, ele reconhece um de seus torturadores. A vida de Joseph é então tomada por seu forte desejo de vingança.



Lumumba, (Alemanha, Bélgica, França, 2000)
De Raoul Peck. Com Alex Descas, Eriq Ebouaney. Drama histórico em cores/116’
Janeiro de 1961. A noite da savana africana é tumultuada por uma cena macabra: dois homens brancos, bêbados de apreensão e álcool, tentam desaparecer com três corpos embrulhados em sacos sujos de sangue: Patrice Lumumba, primeiro-ministro do Congo, acaba de ser assassinado, assim como Maurice Mpolo e Joseph Okito. Ao mesmo tempo ficção e documento histórico, “Lumumba” compõe um belo retrato de um dos heróis da independência do Congo.* Indicado ao Independent Film Awards para Melhor Filme Estrangeiro.



Lumumba, a morte do profeta, (Alemanha, França, Suíça 1992)
De Raoul Peck. Em Cores/69’
Documentário sobre o líder político africano Patrice Lumumba, primeiro ministro do Congo, assassinado em 1961.








Moloch Tropical, (França, 2009)
De Raoul Peck. Com Sonia Rolland, Zinedine Soualem. Em Cores/106’
Jean de Dieu Théogène, presidente do Haiti, vive cercado por sua mulher e seus colaboradores. Recluso em um palácio, o presidente observa uma rebelião popular tomando forma. O aniversário de 200 anos da independência se aproxima e o caos se instaura. Mas Jean não se rende facilmente e tenta acabar com a revolta.




O Homem das Docas, (Canadá, França, 1992)
De Raoul Peck. Com Jean-Michel Martial, Jennifer Zubar. Em Cores/105’
Com uma história de uma jovem menina haitiana, Raoul Peck evoca a ditadura de François Duvalier.








O Lucro e Nada Mais, (Bélgica, França, 2000)
De Raoul Peck. Em Cores/57’
Como o mundo vê Port-à-Porter, pequena cidade do Haiti reduzida a ruína e a decomposição social? Como as potências do Ocidente se colocam frente à situação da cidade? Raoul Peck explora questões como essas, evidenciando a forma que problemas como esses penetram nas relações humanas. Peck compõe sua obra através do cruzamento de linguagens e suportes de captação, utilizando filmagens de cenas cotidianas, entrevistas, imagens de arquivo e outros meios. Corrosivo, o documentário denuncia as perversidades e absurdos de um sistema arcaico e excludente.



9 de set. de 2013

TRABALHO E ARTE

Café da manhã na Cinelandia...
Gosto ainda do Ocupa Lapa...
Almoço no Castelo...
Lembranças boas do Sarau Poetas Compulsivos...
Relatórios e Planilhas...
Novos projetos!!
Trabalho e Arte !!
Foto: MAIS UM SARAU QUE SOU CONVIDADO ...ORGULHO TOTAL DE COLAR EM MAIS UM!!!

8 de set. de 2013

6 de set. de 2013

by psiqué

Queria não ficar com medo de tudo que eu falo poder te causar o mínimo desconforto.
Não quero mais drama. Você também não merece! 
Aqueles chororôs ou brigas que no fim a gente nem sabe bem onde começaram. 
 
Insistir em explicar só pro outro entender naquele momento não vale a pena.
Por que a explicação começa a cansar e a gente começa a falar por cima da voz do outro e depois que cada um dorme na sua cama fica aquele ranço de "como nós fomos tão bobos a ponto de chegar nisso".
 
(psiqué)

4 de set. de 2013

eventos ???

EVENTOS???

DIA 7/9 - SARAU POETAS COMPULSIVOS - ENRAIZADOS - MORRO AGUDO - NOVA IGUAÇU - TARDE E NOITE

DIA 8/9 - LAPA OCUPADA COM A BANDA ANTIZONA - ARCOS DA LAPA - RJ - ENTRE 17 E 23H (PARTICIPAÇÃO)

SÁBADO E DOMINGO!!

Sistema Negro - O Poder da Rima

2 de set. de 2013

CIGARRO NÃO É BALA!



Apoie esta campanha compartilhando este vídeo nas suas mídias sociais.


#LimiteTabaco.

O flash mob cigarro não é bala tem como objetivo alertar a população sobre a necessidade da proibição dos aditivos nos cigarros, uma importante medida de prevenção ao fumo.

Realização: ACTBR
Direção Geral e produção: Anna Luisa Teixeira
Produção executiva: Fábio Acm Morais
Música: Slow Dabf e Carrao Speed Beatbox
Coreografia: Ariadne Lax e Romulo Morada
Filmagem e edição: Capim Filmes

Apoios:
Centro Cultural Municipal Laurinda Santos Lobo
RZN Record's


1 de set. de 2013

42

"Não me importo que me respeitem. Sei quem eu sou. E isso já é respeito suficiente." (filme: 42 a história de uma lenda)