TODO DIA ...É 1 TEXTO NOVO!!!

11 de fev. de 2010

cúmulos...

O cúmulo da paciência é limpar a bunda de um elefante com o cotonete.


O cúmulo da avareza é olhar por cima dos óculos para não gastar lente.


O cúmulo da amnésia é não lembrar onde fica o clitóris depois de estar com a resposta na ponta da língua.


O cúmulo da confiança é jogar par ou ímpar por telefone.



O cúmulo da bondade é roubar uma galinha e levar os pintinhos para eles não sentirem saudade.


O cúmulo da baixura é sentar em uma moeda e ainda balançar os pés.




O cúmulo da mentira é um cego dizer que viu um surdo ouvindo a conversa de dois mudos.




O cumulo da magreza é ter que correr atrás do pingo quando vai tomar banho.




O cúmulo da burrice é dar rasteira em cobra.




O cúmulo do vegetarianismo é levar a namorada atrás da moita e comer a moita.


O cumulo do viajante é a morte bater na sua porta e você não estar em casa.




O cumulo do azar no futebol é fazer o gol no jogo e errar no replay.


O cúmulo da maldade e colocar tachinhas na cadeira elétrica.




O cúmulo da força é fazer tricô com linha de trem.




O cúmulo do respeito é c... uma viúva com camisinha preta.

10 de fev. de 2010

loucos e santos...

Escolho meus amigos não pela pele ou outro arquétipo qualquer, mas pela pupila.

Tem que ter brilho questionador e tonalidade inquietante.

A mim não interessam os bons de espírito nem os maus de hábitos.

Fico com aqueles que fazem de mim louco e santo.

Deles não quero resposta, quero meu avesso.

Que me tragam dúvidas e angústias e aguentem o que há de pior em mim.
Para isso, só sendo louco.

Quero os santos, para que não duvidem das diferenças e peçam perdão pelas injustiças.

Escolho meus amigos pela alma lavada e pela cara exposta.

Não quero só o ombro e o colo, quero também sua maior alegria.

Amigo que não ri junto, não sabe sofrer junto.

Meus amigos são todos assim: metade bobeira, metade seriedade.

Não quero risos previsíveis, nem choros piedosos.

Quero amigos sérios, daqueles que fazem da realidade sua fonte de aprendizagem, mas lutam para que a fantasia não desapareça.

Não quero amigos adultos nem chatos.

Quero-os metade infância e outra metade velhice!

Crianças, para que não esqueçam o valor do vento no rosto; e velhos, para que nunca tenham pressa.

Tenho amigos para saber quem eu sou.

Pois os vendo loucos e santos, bobos e sérios, crianças e velhos, nunca me esquecerei de que "normalidade" é uma ilusão imbecil e estéril.

MORTE AO JABÁ ,BICHO RUIM DE DERRUBAR...

Uma pessoa que tenho certeza é uma das mais influentes mentes desse nosso século : Marcelo Yuka.

Aconteceu numa manhã de quinta há 1 ano atrás , na Fundação Getúlio Vargas duas conferências do seminário ''O processo da música - Entre novos modelos de negócio e ações judiciais''. Na parte da tarde, numa mesa sobre possíveis processos contra downloads ilegais, Marcelo Yuka soltou uma frase-bomba.

"Ao invés de prender quem faz download, deviam prender o Tutinha da Jovem Pan que cobra jabá."


Transmito algumas informações que achei interessantes.
As conferências foram ''Cenários da música no Brasil e no mundo em vista de novas tecnologias'' e "Novos modelos de negócio para a música e o combate à pirataria". Foi mapeado o cenário de um artista consagrado e um iniciante/independente hoje em dia.

O consagrado não recebe mais adiantamento na assinatura do contrato, ele investe num selo e banca o seu próprio disco, distribuído e com o marketing por uma grande gravadora (Neste caso, estão artistas como Fernanda Abreu, Arnaldo Antunes e Leoni).Ele diversifica suas fontes de renda.

Foi citado o caso do rapper americano Puff Daddy que também vende perfumes, roupas e rodas de carro. As gravadoras hoje só bancam os que ela acredita que podem vender muito, duplas sertanejas como Zezé de Camargo e Luciano e duplas como Sandy & Junior.

O independente precisa bancar a produção do mesmo jeito, mas a divulgação e a venda têm que ser feitos através da internet, hoje um importante divulgador e vendedor de música através de sites como My Space e iTunes.


A internet facilita o contato de consumidores de gêneros menos populares de música com suas preferências. Quem gosta de música barroca com viola de gamba, por exemplo, antigamente penava para conseguir alguma coisa, hoje em dia existem até comunidades no orkut sobre o assunto.

A administração do direito autoral hoje em dia depende de menos intermediários que antes, com a possibilidade de acordos diretos através do Creative Commons, onde o artista determina os casos em que sua obra pode ser usada de graça ou sob pagamento. Já existem 140 milhões de licenciamentos pelo Creative em 50 países, entre eles o Brasil.

O consumidor atual de música deseja portabilidade (poder tocar a música em qualquer mídia), participação (intervir nas músicas, poder remixar), catálogo ( maior número possível de música disponíveis, nada deve ficar fora de catálogo) e preço (mais barato possível por fonograma).


Foi citada uma declaração do presidente da gravadora EMI, Alain Levy, que decretou a morte do CD. Levy revelou que 60% dos consumidores jogam o CD dentro do computador para transferi-los para players digitais, daí ser mais lógico que a aquisição seja feita por meios digitais.

Com a vantagem adicional de o consumidor escolher as músicas que deseja e, assim, fazer uma compra variada com o que gastaria na aquisição de um único CD. O álbum pode até sobreviver, mas de alcance bem limitado e não mais como dado de mercado.

O jabá nas rádios impede a difusão de novos músicos e da música de qualidade. O jabá é crime e organizado. Foi lembrado o papel da Rádio Fluminense na divulgação da Geração 80 do Rock Brasil e que a ascensão de nomes como Paralamas, Lobão, Barão e Kid Abelhas teria sido bem mais difícil sem a FM Maldita.



ALGUÉM AI TEM MUNIÇÃO PRA MATAR JABÁ??

9 de fev. de 2010

Saramago e Obama

Acabo de receber uma ligação da tv Brasil , dizendo que a matéria que gravaram comigo vai pras telas das tvs só no segundo semestre...

Meus alunos ficaram empolgados com isso e o curioso é que muitos nem sabiam da existencia da tv Basil...

Quem sabe não teremos mais um grupo de jovvens ligados na progamação dessa tv??
Será que só temos 2 ou 3 teclas no controle remoto ??

Outro dia ví uma matéria sobre o Saramago e agora tento escrever um tiquinho sobre as percepções que tenhoi sobre Obama e o Portuga...


Donde?



Donde saiu este homem? Não peço que me digam onde nasceu, quem foram os seus pais, que estudos fez, que projecto de vida desenhou para si e para a sua família. Tudo isso mais ou menos o sabemos, tenho aí a sua autobiografia, livro sério e sincero, além de inteligentemente escrito.

Gosto deste modo de se referir a um livro : sincero...
Será que a sinceridade é captada por todos do mesmo jeito??

Quando pergunto donde saiu Barack Obama estou a manifestar a minha perplexidade por este tempo que vivemos, cínico, desesperançado, sombrio, terrível em mil dos seus aspectos, ter gerado uma pessoa (é um homem, podia ser uma mulher) que levanta a voz para falar de valores, de responsabilidade pessoal e coletiva, de respeito pelo trabalho, também pela memória daqueles que nos antecederam na vida.

Essa visão do mundo " sombrio e terrível" é digna de nota...
Será que é todo , uma parte grande , a metade ou uma parte pequena??

Estes conceitos que alguma vez foram o cimento da melhor convivência humana sofreram por muito tempo o desprezo dos poderosos, esses mesmos que, a partir de hoje (tenham-no por certo), vão vestir à pressa o novo figurino e clamar em todos os tons: "Eu também, eu também." Barack Obama, no seu discurso, deu-nos razões (as razões) para que não nos deixemos enganar.

O mundo pode ser melhor do que isto a que parecemos ter sido condenados. No fundo, o que Obama nos veio dizer é que outro mundo é possível. Muitos de nós já o vinhamos dizendo há muito. Talvez a ocasião seja boa para que tentemos pôr-nos de acordo sobre o modo e a maneira. Para começar.




Eu acho que Saramago está na razão... O mundo tem que ser melhor que isso aqui , deve ter algo guardado no fim do arco íris e o Leprechaun não deve ser do psol, se não ..Não sei ...Vou pra saturno e lanço uma rede de slow food....

8 de fev. de 2010

fogo cruzado de 3 tipos e lendas...

Todo dia é um texto novo ,todo dia 1000 coisas podem ser escritas,todo dia algo inédito acontece,todo dia temos o maior motivo pra escrever: Estamos vivos...

Somos filhos imperfeitos de um perfeito Deus ,que nos olha como filhos mesmo ,somos tão esquisitos que não conseguimos notar a sua presença nas pequenas coisas ,ai então procuramos as coisas enormes.

Outro dia fiquei observando meu comportamento e vi o quanto sou esquisito...

Queria uma saída para todos os meus problemas e não noto que a saída não existe ,porque não deve existir: Ela tem que ser criada,conquistada e sonhada.

Eu também tenho um sonho como o do pastor King :

"Mas há algo que eu tenho que dizer ao meu povo que se dirige ao portal que conduz ao palácio da justiça. No processo de conquistar nosso legítimo direito, nós não devemos ser culpados de ações de injustiças. Não vamos satisfazer nossa sede de liberdade bebendo da xícara da amargura e do ódio.(ADOREI A METÁFORA)

Nós sempre temos que conduzir nossa luta num alto nível de dignidade e disciplina. Nós não devemos permitir que nosso criativo protesto se degenere em violência física. Novamente e novamente nós temos que subir às majestosas alturas da reunião da força física com a força de alma. Nós não podemos caminhar só."


M.L.K.


E que nessa caminhada as pedras atiradas não nos acertem e Deus nos guie,em meio ao fogo cruzado,seja ele físico , espiritual ou ideologico.

Lenda...


Esse aqui é uma lenda.
Mestre dos mestres BEZERRA DA SILVA.


Depois que li um livro ,contando a vida desse mestre ,as coisas se enveredaram para um caminho sem volta e surgiu a constatação da frase clássica:
Malandro é malandro e mané é mané...

Estou desde ontem as 23hrs sem luz...Já se foram 12 horas sem luz...
Meu adoravél homem das neves que mora no meu refrigerador esta derretendo e virando suco de goiaba...Ruim mesmo é dormir sem a meleca do barulhinho do ventilador...

7 de fev. de 2010

o caminho da felicidade...





Estava pensando como é bom ser feliz...
As coisas ganham uma nova dimensão e voçe consegue ver que quase tudo se resolve.
Meu computador não voltou a funcionar depois de uma injeção de 190 pratas nas suas veias híbridas ,e as coisas vão caminhando a passo de tartaruga mas vão.
Meu computador vai ser inscrito no livro dos records como omais sentimental do universo...

Esse ano muitas coisas boas estão surgindo ,feito fenix com sono ,e as nuvens não estão tão carregadas e DEUS continua mandando sinais...
Ano passado eu estava em uma roda de pessoas ,cada uma de uma opção religiosa...

-na direita um judeu
-em frente um umbandista
-na esquerda um candoblecista (???)
-perto um agnóstico
-mas longe uma missionaria católica
-perto mais nem tanto uma evangélica
-tem um ateu também
-alguns que dizem não ter religião(??????)
E eu me mantive feliz.

Ah... E tudo isso em um hotel chamado : GRANADA.


DEUS É SINISTRO

Esse ano vou estar de novo com uma gama de pessoas assim para o mesmo próposito e a coisa que mais une esse dia de hoje com o dia de um ano passado e que continuo feliz no meu caminho...


Suponha que você desperte uma manhã com uma terrível dor de coração. Imediatamente encontre um lugar razoavelmente tranqüilo na sua alma ou corpo e passe algum tempo sentado quieto, fechando os olhos e observando a sua dor de coração sem assumir ou preocupar-se com nada, mas prestando total atenção na dor. Em breve você irá notar que a sua dor de coração irá diminuir gradualmente. Mas se você ficar preocupado por causa da dor, poderá fazer com que a dor de coração piore ao adicionar-lhe mais pressão ou tensão porque você adicionou outra sensação – preocupação – ao invés de lidar com apenas uma sensação –dor de coração ,por isso...Seja feliz ou morra tentando.

Suponha que numa noite ou por várias noites seguidas você não consiga sorrir para as pessoas. Na pessoa seguinte você olha e se sente um tanto desconfortável. Se você começar a se preocupar pelo fato de não sorrir, poderá ter ainda mais sensações desconfortáveis. Agora, é essa preocupação, não a falta de motivos que causa o maior desconforto. Se, por outro lado, você fica tranqüilo e não se preocupa por não ter um riso franco, você se sentirá melhor. Isso significa que você poderá usar as suas sensações para sentir-se confortável ou desconfortável, dependendo da forma como você lida com as suas sensações.

Entendido??



E mesmo quando a granada explodir seu notebook sorria...

6 de fev. de 2010

Ray Ban , Ray e Bam

A arte em São João de Mentirinha e em Duque zito city , fica nos rondando como uma raposa vermelha querendo o sangue da vítima emplumada. Pressinto no correr dos galopantes cascos da minha ideias , que ela já esta entre nós e muitos não estão notando a sua presença.

Uma cega visão atinge as pupilas dos reitores e senhores dos municípios ,e só quem tem o RAYBAN da guerrilha cultural , poderá enxergar...


O xis da questão é que essa visão é tão contagiante que chega e muitos não conseguem ver que a arte vai se espalhando mais rápido que doença venérea , apesar da síndrome de Ray Charles...

Sou um Zulu e desistir não está no meu hd espiritual...



A reunião aconteceu na sede Federação de Blocos Afros e Afoxés do Rio de Janeiro – FEBARJ, espaço gentilmente cedido pelo presidente da organização, o Sr. Paulo César. Estiveram presentes no encontro os zulus “DJ TR” e os B. boys “Val”, “Pé” e “Bala” (todos dançarinos da crew GBCR) e foram batizados os seguintes candidatos:

• Candace (ativista);
• Bruno Timorato (radialista e ativista);
• Combatentte (rapper e ativista);
• Slow da BF (MC, rapper, poeta e ativista);
• Jonathan Hibrido (pastor missionário, rapper e militante);
• Kakau Sena (ativista);
• Gilson (B. boy e ativista);
• Leandro Positivo (radialista e ativista);
• David Junior (B. boy e ativista);
• DJ Claysoul (DJ e ativista).

Criada pelo DJ e ex-líder de gangue, “Afrika Bambaataa”, em 12 novembro de 1973, com o intuito de pacificar o bairro do Bronx (NYC), por meio de uma política social formada pelos elementos típicos da região como a dança de rua, o graffiti, o DJ e o MC, a “Universal Zulu Nation” é uma entidade que atualmente se encontra em quase todo o planeta disseminando a real filosofia da Cultura Hip-hop.

Aqui no Brasil, a Zulu Nation se faz presente pela “Zulu Nation Brasil”, sob a liderança de “King Nino Brown” desde 2002, com sede no município de Diadema (ABC Paulista), utilizando a Casa do Hip-hop, como principal ponto de encontro, similar a sede-matriz da Zulu Nation de Nova York.

De contrapartida, aqui no Rio de Janeiro, a Zulu Rio está se organizando para adquirir sua sede e dar prosseguimento às atividades pertinentes a Cultura (hip-hop) de maneira autêntica, fazendo valer os preceitos da entidade creditada como a primeira e única escola de Hip-hop do mundo...

Peace, Unity, Love and Having Fun!!!

5 de fev. de 2010

EU,TERRORISTA ?

AFINAL, QUEM É O TERRORISTA?

No ano passado - quando vi aqueles aviões americanos ultra-modernos, despejando suas bombas de sete toneladas sobre paupérrimos vilarejos afegãos, e nossa imprensa televisiva chamando isso de guerra contra o terror - comecei a ter sérias dúvidas sobre o significado da palavra terror.

Hoje, a guerra contra o terror prossegue - com a invasão do Iraque e a operação choque de ordem e espanto - e minhas dúvidas aumentam. Choque e espanto não são, por si próprias, idéias muito próximas de terror? Essa operação, que se materializa nas gigantescas bolas de fogo que cobrem Bagdá, não parece um eufemismo para operação terror e pra as coisas feitas pelos nossos governantes?

Consultei o dicionário para ver o que terrorismo significa:

Modo de coagir, ameaçar ou influenciar outras pessoas, ou de impor-lhes a vontade pelo uso sistemático do terror, diz o Aurélio. Então percebi que havia um sério engano nessa história toda:

Todos se lembram de 11 de setembro de 2001, do atentado da Al Qaeda que matou mais de 3.000 civis. Isso certamente é terror. Mas e os bombardeios de Bush, não? A forma restritiva com que a televisão usa o termo terrorista, parece sugerir que os EUA nunca fizeram coisas similares a 11 de setembro!
























Me sinto meio como a Fabiano de Vidas secas...
Me sinto um cabra...Um bicho sem as respostas das perguntas ....





Quem se lembra de 6 de agosto de 1945?

A segunda guerra mundial caminhava para um fim certo: a rendição do Japão. Um Japão mutilado, despido de seu antigo poderio aeronaval, sitiado pela marinha estadunidense, condenado a agonizar por sufocamento. Mas algo mais estava em jogo: a disputa entre EUA e União Soviética pelos despojos da guerra e pela supremacia político-militar do mundo.

O governo americano jogou uma bomba atômica sobre Hiroshima, matando instantaneamente 70.000 pessoas, em sua maioria mulheres, crianças e velhos, ferindo outras 100.000 e deixando um número não calculado para sofrer as terríveis conseqüências de longo prazo, que se estenderam por diversas gerações.






















Os EUA alegaram que o uso da bomba foi para salvar vidas americanas. Será que foi? Dissemos que (...) explodir uma dessas coisas sobre um deserto, como um fogo de artifício, não deveria causar muita impressão, relatou mais tarde Oppenheimer.

A quem a bomba de Hiroshima visava impressionar? aos japoneses ou aos soviéticos? Atualmente, de forma similar, Bush afirma que está invadindo o Iraque para proteger vidas americanas do terrorismo.

Além de Hiroshima, houve Nagasaki, as cidades alemãs, as vilas do Vietnã e do Camboja, e muitas outras, até chegarmos aos atuais acontecimentos em Bagdá.

Que diferença existe entre a ética dos bombardeios americanos e a do atentado de 11 de setembro? entre a ética do governo dos Estados Unidos e a da Al Qaeda? a de Bush e a de bin Laden?

Materialmente, a bomba de Hiroshima sozinha foi dezenas de vezes mais destrutiva que os atentados; e seus efeitos, milhares de vezes mais prolongados.

Quanto às alternativas que ambos tinham, a balança é desequilibrada, na proporção do poder de cada um. Para os EUA, cada bombardeio foi uma escolha fria, uma opção entre muitas. Para os árabes - que vivem sob ditaduras controladas pelos EUA e não têm à sua disposição meios pacíficos de expressão ou meios convencionais de luta - a decisão sobre os abomináveis atos terroristas foi tomada sem a multiplicidade de alternativas que existe em Washington.

Quem é o terrorista? Quem no mundo é mais terrorista que George Bush e ou o País que é por ele representado ?


























Ele está sempre querendo coagir, ameaçar e influenciar os outros países? Quem foi que bradou:
"ou vocês estão conosco, ou estão com os terroristas?!"

Ainda assim, para nossas televisões, terroristas são apenas os opositores do poder estabelecido. Por essa lógica, o presidente dos EUA, a encarnação mundial do poder estabelecido, jamais será terrorista, não importando a brutalidade de seus atos.





















Para nós também, de tanto ser repetida, essa acepção ameaça se tornar uma verdade. Mas devemos pelo menos compreender suas conseqüências: Por essa lógica, os nazistas que cometeram o holocausto jamais seriam terroristas; os judeus, que com armas rudimentares resistiram heroicamente no gueto de Varsóvia, sim.

Por essa lógica, no dia em que os interesses da Boeing e da Embraer se chocarem, ou quando algum laboratório americano ganhar a patente do chá de espinheira santa e quiser nos cobrar royalties - no dia em que nos confrontarmos com os EUA - os terroristas talvez sejamos nós , pobres Fabianos e Gracilianos.

4 de fev. de 2010

Eita quarta feira boa sô...

Sabadão, um calorzão de 45 graus na sombra do coqueiro verde  e eu lendo meu livro bola da vez que no caso é "O mulato" do grande Azevedo, desculpe a intimidade, você que é um fã desse cara, mas fazer o que né? O cara manda bem...

AZEVEDÃO...

Resolvi não mais torrar a massa cinzenta e ao cair da tarde, vou ao cinema que fica bem perto de minha casa ou seja no meu note book, ver o filme do momento, pelo menos pra mim , o dito cujo, Vício Frenético é um sopro no calor carioca...

CAGEZÃO

Me diverti muito com a película e achei o filme muito bem feito e devo confessar que cada cena foi muito bem pensada e a atuação do Cage foi formidável...

A melhor parte é quando, depois de uma baforada no seu cachimbo da sorte, ao lado do grande rapper norte americano Xzibit, o Cage fala assim:

"É melhor dar mais um tiro nesse cara"

O cara que deu o tiro, não sei se foi o 'G' ou o "Anão" fala mais ou menos assim:

" Pra que ? Esse cara já já está morto"

E num momento da mais pura inspiração o Cage fala:

" A alma dele ainda está dançando!!!"




ANÃO, QUE JA TEM ÃO, XZIBITÃO COM A ARMA DE 2 FUROS, CAGEZÃO E G-ZÃO...






Pelo amor de Deus...

Na sequência uma gaita bem no estilo do sul dos USA, começa a mandar um som swingado e a alma do Mafioso, começa a dançar um BREAKING de alto nível, fazendo Top Rocks e Spins, dignos do Sattão da DF Zulu de Brasília...


SATÃO...ESSE JÁ TEM ÃO...


Quase que sou retirado da minha lucidez pequenina, pelo estouro de risos que saem da minha laringe....

Adorei... Recomendo...

Na deserta rua que saio pra poder rir melhor , tropeço numa banca de livros de um senhor de um metro e meio, muito solícito que fica não me dando atenção ...

Eu começo minha garimpagem a la Serra Pelada e acho 2 jóias:

O livro do Fausto não o Silva , mas o Fawcett por míseros 3 mingaus e ainda autografado para uma tal de Silvia que penso, pode ser a Pfifer...


FAUSTÃO ... MAS ESSE NÃO É TÃO CHATO E INTERRUPTOR...

E outro livto do Uri Gueller que entortava talheres e falava enrolado nos anos passados...

Levo os 2 Amarradão...



URIÃO E MICHAELJACKSON ZÃO...


SERÁ QUE ELE ENTORTOU A CARETA DO MJ??


Quase na esquina de casa , encontro o parceiro tatuador Lebeda, que me fala entre outras coisas que está lendo Nietsch...


LABETÃO...

Isso sim é um Sabadão mais arretado que as quartas do mulato e sua Branca Ana em São Luis do Maranhão ou antes do Katrina que passa e deixa o preso Xavier na Cadeia alagada e faz o Cage estragar sua cueca de 55 dólares...

Slow zão

def yuri é def

def yuri é def


Hip Hop - Hoje e Ontem
Autor: Def Yuri


A cultura Hip Hop nos dias de hoje alcançou uma dimensão considerável e que se faz notar em várias partes do Brasil. Digo isso para uma maioria recém convertida ou meramente curiosa, pois o número de pessoas que batalham por essa cultura é enorme, infinitamente maior do que os grandes nomes que tanto representam e/ou gozam de uma grande visibilidade, a esses peço licença, e estou certo que estes têm a capacidade de discernir a importância do que estou pontuando. Falo de personalidades (não quero aqui separar por estilos ou sei lá o quê) como MV Bill, GOG, Mano Brown, Thaíde, Rappin Hood, Xis, Helião, Negra Li, Marcelo D2, Gabriel Pensador, Vinni Max, que constantemente invadem nossas casas não mais através do rep e sim via programas de TV, jornais ou revistas.

Diferente de outros, considero isso muito importante, essa exposição mostra um crescimento e reconhecimento, o triste é que isso não é compartilhado com uma gama enorme de atores que resistem desde sempre ou começam a resistir, e coloco que isso nem é culpa dos citados e sim daqueles que buscam retratar ou alardear essa nova cultura (?).

Antes de qualquer ruído de comunicação natural ou orquestrado, digo que não tenho objetivo de focar nos interesses comerciais, e sim no pensamento e incapacidade de se detalhar na sua verdadeira dimensão essa cultura, que como sempre coloquei não se restringe a uma visão única, no caso em questão – paulicêntrica, esta até pode ser a mais divulgada, porém não é, nunca foi e nem será a única.

Questiono a competência, quero dizer, a "boa" vontade de determinados veículos de comunicação que, no senso comum, convencionou-se entre nós rotular de "servirem ao sistema", pois sempre reproduziam absurdos sobre a cultura ou eram totalmente limitados e incapazes de apurar algo que transcendesse o seu conhecimento. E friso que foram vários os resultados desse tipo de ação "deturpatória", que durante tempos alimentou as nossas críticas e os nossos anseios por uma fala própria ou pelo menos que alguma vertente midiática de resistência cumprisse o papel de colocar um foco imparcial sobre a cultura Hip Hop, mostrando através do respeito e conhecimento a força dessa manifestação, bem como toda a sua pluralidade.

Na verdade isso é esperar demais, tendo em vista as incríveis similaridades entre os veículos midiáticos no que se refere à construção e divulgação de um conhecimento específico, servindo apenas como reforço aos estereótipos e deturpações que são iniciativas que somente servem para embriagar e lobotomizar os menos informados que desconhecem a sua própria essência e seguem tal qual robôs programados desprovidos de um programa para questionamento. Realmente é impressionante.

O pior é que eu mesmo já estava acreditando que esse período de restrição e/ou condução de informação tinha passado ou, pelo menos ,diminuído o que seria uma incrível evolução - digo isso em decorrência do advento da Internet, das nossas próprias mídias e redes. É, talvez eu tenha superestimado, pois isso ainda não foi atingido na sua plenitude e alguns grilhões ou patrulhamentos ainda tentam impedir mesmo que inconscientemente as (em alguns casos, diga-se de passagem) nossas próprias ações para mudar esse quadro.

Em decorrência disso, acredito que os expoentes que são constantemente colocados como vidraças, digo vitrines, devem ou deveriam sentir-se constrangidos, pois viajam esse país de ponta a ponta e certamente encontram um número grande de pessoas e/ou iniciativas que são motivo de orgulho e que poderiam gozar de uma pequena visibilidade que seja, com o intuito de estimularem ainda mais as diferentes vertentes dessa cultura e sua maior propagação positiva. Com isso não quero dizer que os mesmos não estejam fazendo nada e sim sugerindo que façam ainda mais, isto já seria uma grande ajuda e por que não dizer um importante ato ativista. Minha colocação não tem o intuito de julgar os anseios artísticos e comerciais de cada um, cada qual com o seu cada qual, estes são importantes e necessários, e também não são da minha conta.

Nem vou me atrever a abordar os outros estados, essa iniciativa deixo para os seus naturais contarem (e são muitos), falarei tão somente do caso do Rio de Janeiro, cuja imagem no momento está atrelada ao Bill, Gabriel, D2, Vinni Max ou Black Alien, isso por si só é muito importante, pois mostra um retorno aos diferentes trabalhos realizados o que é merecido, justo, mostrando que é possível para muitos buscarem aquilo que tanto almejam, porém não é só isso.

Por mais que os próprios façam, coloco que todos estes sem exceção já provaram o sabor do descaso, desdém e ciumeira intra-hiphop do Rio de Janeiro, esta última às vezes fruto de contaminação externa (também). Digo que os percalços pelos quais passaram não devem ser esquecidos, mais transcender isso se faz necessário o quanto antes, peço que não esqueçam das suas origens hiphopeiras e, se não se esqueceram, que externem de coração aberto que não vieram do nada, mostrem para o mundo que também são frutos de um estado onde essa cultura luta, lutou e resistiu a todos os tipos de ingerências, preconceitos e deturpações. Que estes legítimos expoentes lembrem, digo, que tornem público se possível com orgulho que vieram do mesmo lugar que:

DJ Leandro, KMKZ, Macarrão, El Tosh, Refém, Sistema Visado, Mister Zoy, Gutierrez, Justiça Negra, Tito, Bolt, Thogun, Fator Surpresa, Contexto, P, 10, Tigrão, Speed Freaks, Dudu de Morro Agudo, Gilmar, Fiell, DJ Zinho, Vinícius Terra, Perigo Zona Sul, Don Negrone, Disciplina Urbana, Leo da XIII, Inumanos, Poder Consciente, 3 Pretos, Pjunior, MC I, A Resistência, Paula Diva, Vozes do Gueto, Artistas Urbanos, Marechal, DJ Frias, De Leve, Gás-pa, 5o Andar, K-lote, Artigo 288, Mister P, Marcia 2 Pac, Weelf, Tigrão, Vozes do Gueto, Funk, Positive Soul, Mateus Pinguim, Break Mania, Manu Valdez, Neggativas, NAT, Poetas de Ébano, Descendentes da Ralé, Posse Domínio Apocalipse, João Coragem, DJ Lara, Justiça Negra, You2, Realidade Social, DJ Pachu, R.E.P, Edd Weeler, Nando-E, Xhacal, Damas do Rap, Bob T, DJ Juan, Boogie Boys, A Filial, Jovem Cerebral, Rogério Beat, Paulo, Leandro BW, Bolt, Eva Samaja, Zeze, Filhos do Gueto, Falcom Man, Ryo Radikal Repz, Atari Funkers, Break Storm, ACME, DJ Frias, MC Boné, Lelin, Original Rap, Mechanic Man, Poesias Sobre Ruína, Genaro, DJ Alex, Slow, Don Michel, Buiu da Doze, O Bando, Frio Bira, Nocaute, B-32, DJ Saddan, GBCR, Felipe B, Sindicato Negro, Dr Terror, Lord Sá, DJ Tamempi, Nega Gizza, Esquadrão Zona Norte, DJ TR, JC, Mick, Ocrespo, A.C, Tulane, BJ, Paulo Gato, Branco e Preto Polaroid, Manifesto 021, Elza Cohen, DJ Fabio ACM, Alfa Marine, Pancho, Caleho, Marcelo M.G, Baixada Brothers, Juízo Crítico... Caramba são tantos os que fizeram e fazem essa cultura no Rio de Janeiro que acredito levaria dias para buscar nos meus arquivos mentais todos os nomes, ou pelo menos parte desses.

E os eventos e festas? Batalha do Real, Zoeira, Hutuz, Ajuste de Contas, Hip Hop pelo Rio, Hip Hop Hio, CDD, Voz Ativa, SG in Rap, Viva Zumbi, Embaixada, Fúria, Basement, Rave Hip Hop, Everest, Salão Azul, Players, Viaduto, Hip Hop Agosto, Garage Rap Club... Na propagação musical por rádio e T.V: Liberdade de Expressão, Voz da Favela, Conexão Babilônia, Que se Dane, No Clima dos Bailes, Grito de Alerta, Night Session, BB Vídeo Break, BB vídeo Clipe, Super Onda, Monsieur Lima, Periferia, Som na Caixa, Vibrações Positivas... Registros: S2 samples e scrats, Afro Reggae Noticias, Enraizados, Hip Hop Ativo, Viva Favela...

Nas iniciativas sociais: além da CUFA, diversas instituições apostam e/ou apostaram no Hip Hop: CEAP, VIVA RIO, CEMINA, CRIOLA, IBASE, FASE, ISER... E lembro das primeiras ONG's no meio - Atcon (Associação Atitude Consciente) e Voz Ativa. Mais recentemente uma totalmente pensada e constituída por pessoas do meio foi o CEAC- H2 Centro de Estudos e Apoio a Cultura Hip Hop...

São muitos os pontos que podem ou poderiam ser melhor divulgados, espero que os grandes expoentes cariocas mantenham todas as lembranças vivas nas suas mentes, e conseqüentemente de todos que orbitam pela cena H2 e se já fizerem isso que externem e ajudem ainda mais e de todas as formas possíveis, tendo em vista que vocês dispõem dos meios necessários para a preservação dessa cultura. E mesmo se não forem capazes ou tiverem vontade de fazer, o que é um direito, eu agradeço e agradecerei do mesmo jeito, e também cientificando-os que independente de uma maior mobilização dos vários Hip Hop`s, eu, Def Yuri, continuarei externando meu orgulho de fazer parte de tudo isso, e também muito orgulho de ser do Rio de Janeiro, e continuarei somando no que for possível e reforçando que é imprescindível um mínimo de conhecimento e o não esquecimento - em alguns casos forçados - da nossa história local, e quando a mídia tacanha ou supostamente revolucionária, se meter a falar, retratar ou citar o Hip Hop feito a partir do Rio de Janeiro, aqui ou em qualquer outro lugar, que o faça com fundamento e respeito. Isso, também vale se o foco for todo o Brasil. É preciso reconhecer a pluralidade, a diversidade e as diferentes realidades que podem ser parecidas em alguns aspectos, porém não são iguais como um todo, tendo em vista que essa cultura é um reflexo da sociedade, tanto para o bem quanto para o mal.

Aos leitores pergunto, têm conhecimento sobre o nascedouro dessa cultura no seu lugar de origem? Conhecem o antes, o presente? Já pensaram no futuro? Essas são apenas algumas perguntas vitais.

Atentos a isso digo que o mesmo vale para os oriundos da nossa cultura, dessas formas nos fortaleceremos ainda mais, acredito nisso e pontuo que já fui a diferentes locais desse país e tenho a certeza que esse posicionamento é compartilhado pelos não colonizados externa ou internamente. Tenho esperança que o quadro negativo seja revertido, em contrário de nada adiantará os discursos reivindicativos, restará somente o conhecido muro de lamentações do Hip Hop.


A compreensão daquilo que por mim foi descrito por mim será apenas um passo dado que tornará possível uma liberdade de ação, expressão e questionamentos que contemple "o todo", afinal estamos em 2005 e não podemos nos permitir os mesmos erros do passado, onde não tínhamos espaços para questionar as histórias disseminadas, estando essas parcialmente corretas ou erradas. Nunca esquecendo que o esforço é coletivo, fiz a minha parte ao tornar público percepções até então restritas a determinadas pessoas que se indignam com o quadro geral, e podem apostar que continuarei em frente - como sempre - pois o bônus e o ônus no que se refere ao Hip Hop deve ser compartilhado por todos sem exceção: artistas, ativistas e entusiastas.

"Longa vida ao Hip Hop do Rio de Janeiro. Longa vida ao Hip Hop em cada estado brasileiro!"

3 de fev. de 2010

A ILHA

Li de uma só vez , num só dia, o livro a ilha do Peter Benchley...
Me encantei com o texto rápido deste livro e agora quero muito ver o filme...
Engraçado como nos surpreendemos com coisas que julgávamos mornas...
Sempre via esse livro na minha estante e esnobava totalmente a ideia de uma leitura...
Quanto tempo perdido , como já dizia o poeta...

Mas ainda sim, eu rio...

Eu, Psiqué, digitei o texto seguinte num momento em que pensei que ele, Luiz, não passaria de um confidente à distância...Por isso, a acidez transborda sutilmente entre as linhas...


























Minha absurda imaginação costuma me dar rasteiras( "fantástico mundo de Bobby" total )..Ás vezes, penso que é sentimentalismo demais, sensibilidade demais, delicadeza demais,...Mas só às vezes...






















Coisas que poderiam ser boas, se bem dosadas, parecem me corroer por dentro, assim...Bem devagar, pra que ninguém perceba... É chato quando começamos a nos acostumar... Quando aparece algo que parece ser bom ...No fim, ÀS VEZES, não é.



Mas o que sinto agora, é uma vontade de chorar sem motivo(E ISSO, DEFINITIVAMENTE, Ñ TEM GRAÇA NENHUMA!! Mas ainda sim, eu rio..Rsrs...Muito "show de Truman").






















Não me sinto triste, mas é um saco!...Desculpe o pessimismo exacerbado e sem motivo, rs... Me considero alguém otimista...Sério!!


Talvez esteja com raiva da minha dor nas costas (de tanto dormir no trem...)
É!! Deve ser isso!De resto, fico nas reticências, tentando entender Reich dizendo que alguém pode mentir com palavras mas as expressões, nunca mentem...( estudando teorias da personalidade....E que personalidade!!RS)


























Por hoje é só pessoal!(ah! A repetição de palavras foi proposital...Até que meu vocabulário não é tão escasso assim né?..rsrs)...Bjss...

2 de fev. de 2010

Nem sempre ...



Talvez a preguiça seja um fator primordial na causa e efeito de algo que pode ou poderia dar errado...

Lei de Murphy
A Lei de Murphy é um ditado popular da cultura ocidental que afirma que "se alguma coisa pode dar errado, com certeza dará". "Se há mais de uma maneira de se executar uma tarefa ou trabalho, e se uma dessas maneiras resultar em catástrofe ou em conseqüências indesejáveis, certamente será a maneira escolhida por alguém para executá-la".

A Lei de Murphy é comumente citada (ou abreviada) como "Se algo pode dar errado, dará" ou ainda "se algo pode dar errado, dará errado da pior maneira possível, no pior momento possível".

É oriunda do resultado de um teste de tolerância à força g por seres humanos, feito pelo engenheiro aeroespacial norte-americano Edward A. Murphy. Ele deveria apresentar os resultados do teste; contudo, os sensores que deveriam registrá-lo falharam exatamente na hora.




Frustrado, Murphy disse "se este cara tem algum modo de cometer um erro, ele o fará" (em referência ao assistente que havia instalado os sensores).

Daí, foi desenvolvida a assertiva: "Se existe mais de uma maneira de se executar uma tarefa, e alguma dessas maneiras resultar num desastre, certamente será a maneira escolhida por alguém para executá-la." O teste obteve sucesso, mais tarde.

Durante uma conferência de imprensa, John Paul Stapp, que havia servido como cobaia para o teste, atribuiu ao fato de que ninguém saiu ferido dos testes por levarem em conta a Lei de Murphy, e explicou as variáveis que integravam a assertiva, ante ao risco de erro e conseqüente catástrofe.




Como o ditado popular que é, para mim, a lei de Murphy, sem dúvida, é contestável. Diante dessa afirmativa, estendo a sentença de que "se alguma coisa pode dar errado, com certeza dará" apontando a possibilidade de que a própria frase seja equivocada, posto que, a frustração pode causar péssimas colocações...Como essa.

É óbvio que as possibilidades existem assim como eu adoro ler Pablo Neruda e fui muito feliz assistindo Pulp Fiction , domingo apresentei o evento da Híbrida Crew , lá na distante Tijuca e achei muito bom,segunda feira tive um dia que parecia que ia dar errado mais deu tudo certo e tudo que fiz nestes 2 dias deram certo... O que se contesta aqui é a "certeza" da parte final da frase.

Pela lógica da oração, considerando que todos somos seres humanos e, portanto, passíveis de falhas, torna-se impossível imaginar qualquer coisa que não tenha possibilidade de dar errado. Logo, baseando-se na idéia proposta, TUDO DARIA ERRADO.

A lei de Murphy caiu por terra quando o teste obteve sucesso o que me faz considerar a assertiva em si, algo que busca aliviar nossa frustração quando algo não acontece como esperamos que aconteça...Da mesma maneira que o conto da raposa e das uvas...


As possibilidades não deixarão de existir...Então, a fé e a perseverança tornam-se os sentimentos, as alavancas que nos aliviam de certa forma...afinal, como alguém uma vez me disse, tudo tem sempre 50% de chance de dar certo.

Se você busca algo com todo o seu coração e sua determinação, tem fé em Deus e continua perseverando no seu objetivo, você consegue. Nessas horas, o melhor é não se prender às estatísticas que nos ajudam a ter medo de tentar ao apontar a possibilidade que temos de errar.

Concordo...

Sou m.c e algumas vezes escrevo coisas que nem sempre são erradas...

1 de fev. de 2010

ISAAC (MEU AMIGO) ASIMOV.

Fico pensando no futuro...Quanto mais penso mais me assusto...Quem vai parar as máquinas quando elas notarem que não precisam mais de nós ??

Um cara pensou nisso: ASIMOV...



Leis da Robótica

Apresentadas no livro Eu, Robô, as 3 Leis da Robótica foram criadas como condição de coexistência dos robôs com os seres humanos, como prevenção de qualquer perigo que a inteligência artificial pudesse representar à humanidade. São elas:

1ª lei: Um robô não pode ferir um ser humano ou, por omissão, permitir que um ser humano sofra algum mal.

2ª lei: Um robô deve obedecer as ordens que lhe sejam dadas por seres humanos, exceto nos casos em que tais ordens contrariem a Primeira Lei.

3ª lei: Um robô deve proteger sua própria existência desde que tal proteção não entre em conflito com a Primeira e Segunda Leis.

Mais tarde, no livro Os Robôs do Amanhecer, o robô R. Giskard viria a instituir uma quarta lei: a 'Lei Zero':

'Lei Zero': Um robô não pode fazer mal à humanidade e nem, por omissão, permitir que ela sofra algum mal.


Isaac Asimov, em russo Айзек Азимов (Petrovichi, 2 de janeiro de 1920 — Nova Iorque, 6 de abril de 1992), foi um escritor e bioquímico , nascido na Rússia, autor de obras de ficção científica e divulgação científica.


A obra mais famosa de Asimov é a série da Fundação, também conhecida como Trilogia da Fundação que forma parte da série do Império Galáctico e que logo combinou com sua outra grande série dos Robots. Também escreveu obras de mistério e fantasia, assim como uma grande quantidade de não-ficção.

No total, escreveu ou editou mais de 500 volumes e umas 90.000 cartas ou postais, e têm obras em cada categoria importante do sistema de classificação bibliográfica de Dewey exceto em filosofia.

Asimov foi reconhecido como um mestre do gênero da ficção científica e, junto com Robert A. Heinlein e Arthur C. Clarke, foi considerado em vida como um dos "Três Grandes" escritores da ficção científica.

Asimov foi membro e vice-presidente por muito tempo da Mensa, ainda que com falta: ele os descrevia como "intelectualmente combalidos". Exercia com mais freqüência e assiduidade a presidência da American Humanist Association (Associação Humanista Americana).

Em 1981 um asteróide recebeu seu nome em sua homenagem, o 5020 Asimov, assim como o robô humanóide "ASIMO" da Honda.


Biografia

Asimov nasceu entre 4 de Outubro de 1919 e 2 de Janeiro de 1920 em Petrovichi shtetl ou Oblast de Smolensk, RSFSR (hoje Província de Mahilou, Bielorrússia). A mãe foi Anna Rachel Berman Asimov e o pai Judah Asimov, um moleiro de uma família de Judeus.

A sua data de nascimento não pode ser precisada por causa das diferenças entre o Calendário Gregoriano e o Calendário hebraico e por causa da falta de registros. Asimov celebrou sempre o seu aniversário a 2 de janeiro.

A família deriva o nome de озимые (ozimiye), uma palavra da língua Russa que significa um cereal de inverno que o seu bisavô negociava, ao qual o sufixo paterno foi adicionado. A sua família emigrou para os EUA quando ele tinha só três anos de idade.

Como os seus pais falavam sempre hebraico e inglês com ele, ele nunca aprendeu russo. Enquanto crescia em Brooklyn, New York, Asimov aprendeu por si próprio a ler quando tinha cinco anos, e permaneceu fluente em iídiche assim como em inglês.

Os seus pais tinham uma loja de doces, e toda a gente da família tinha de lá trabalhar. Revistas baratas de papel de polpa, chamadas pulp sobre ficção científica era vendidas em lojas, e ele começou a lê-las.

Por volta dos onze anos começou a escrever histórias próprias, e por volta dos dezenove anos, tendo-se tornado fã de ficção científica, começou a vender as suas histórias a revistas.

John W. Campbell, o editor de Astounding Science Fiction,, para quem ele vendeu suas primeiras histórias, foi uma forte influência formativa e tornou-se um amigo.



Asimov era um claustrofilo; ele gostava de espaços pequenos fechados. No primeiro volume da sua autobiografia, ele conta um desejo infantil de possuir uma banca de jornais numa estação de metro no New York City Subway, dentro da qual ele se fecharia e escutaria o ruído dos carros enquanto lia.

Asimov tinha aviophobia, só o tendo feito duas vezes na vida inteira (uma vez durante o seu trabalho na Naval Air Experimental Station, e uma vez na volta para casa da base militar em Oahu em 1946).

Ele raramente viajava grandes distâncias, em parte por causa da sua aversão a voar adicionada às dificuldades logísticas de viajar longas distâncias.

Esta fobia influenciou várias das suas obras de ficção, como as histórias de mistério de Wendell Urth e as novelas sobre robôs de Elijah Baley. Nos seus últimos anos, ele gostava de viajar em navios de cruzeiro, e em várias ocasiões ele fez parte do "entretenimento" no cruzeiro, dando palestras baseadas em ciência em navios como os RMS Queen Elizabeth 2.

Asimov sabia entreter muitíssimo bem, prolífico, e procurado como discursador. O seu sentido de tempo era fantástico; ele nunca olhava para um relógio, mas falava invariavelmente precisamente o tempo combinado.

Asimov era um participador habitual em convenções de ficção científica, onde ficava amável e disponível para a conversa. Ele respondia pacientemente a dezenas de milhares de perguntas e outro tipo de correio com postais, e gostava de darautógrafos.

Embora gostasse de mostrar o seu talento, raramente parecia levar-se a si próprio demasiado sério.(EU SOU ASSIM , MUITAS VEZES...)

Será que esse cara é um Robot?




EU CONCORDO...

No livro Escolha a Catástrofe, Asimov disserta sobre os futuros problemas que poderiam levar a humanidade à extinção e como a tecnologia poderia salvá-la. Em certa parte do livro, ele fala sobre a educação e como ela poderia funcionar no futuro.

Haverá uma tendência para centralizar informações, de modo que uma requisição de determinados itens pode usufruir dos recursos de todas as bibliotecas de uma região, ou de uma nação e, quem sabe, do mundo.

Finalmente, haverá o equivalente de uma Biblioteca Computada Global, na qual todo o conhecimento da humanidade será armazenado e de onde qualquer item desse total poderá ser retirado por requisição.

Certamente cada vez mais pessoas seguiriam esse caminho fácil e natural de satisfazer suas curiosidades e necessidades de saber.

E cada pessoa, à medida em que fosse educada segundo seus próprios interesses, poderia então começar a fazer suas contribuições. Aquele que tivesse um novo pensamento ou observação de qualquer tipo sobre qualquer campo, poderia apresentá-lo, e se ele ainda não constasse na biblioteca, seria mantido à espera de confirmação e, possivelmente, acabaria sendo incorporado. Cada pessoa seria simultaneamente um professor e um aprendiz.


Asimov pretendia escrever 500 livros e, por pouco, não atingiu essa marca; escreveu 463 obras. Mas somando todos os livros, desenhos e coleções editadas, totalizam-se 509 itens em sua bibliografia completa. Asimov pode ter escrito Opus 400, que seria uma comemoração de 400 publicações; contudo a lista de comemorativos da bibliografia vai apenas até o Opus 300.

Estes dias escrevi sobre uma compra que fiz de mais 2 livros deste mestre , é só procurar neste humilde blog que voçe encontra este textinho...



Além desses 2 livros já li muitos outros desse cara e sei que sei de cor a maioria dos nomes dos livrtos desse cara , mas estou com preguiça de escrever aqui...
Vou pedir pro meu robot para teclar outro dia ok ??