07/02/2009

o caminho da felicidade



Estava pensando como é bom ser feliz...
As coisas ganham uma nova dimensão e voçe consegue ver que quase tudo se resolve.
meu computador voltou a funcionar depois de uma injeção de 90 pratas nas suas veias híbridas ,e as coisas vão caminhando a passo de tartaruga ,mas vão.
Esse ano muitas coisas boas estão surgindo ,feito fenix com sono ,e as nuvens não estão tão carregadas e DEUS continua mandando sinais,mesmo quando estou em uma roda de pessoas ,cada uma de uma opção religiosa
-na direita um judeu.
-em frente um umbandista.
-na esquerda um candoblecista (???).
-perto um agnóstico.
-mas longe uma missionaria católica.
-perto mais nem tanto uma evangélica.
-tem um ateu também.
-alguns que dizem não ter religião(??????).
e eu me mantive feliz.
ah... e tudo isso em um hotel chamado :GRANADA.



DEUS É SINISTRO

06/02/2009

A ARTE OU O RAYBAN .



A arte , aqui em São João de Mentirinha , fica nos rondando como uma raposa vermelha querendo o sangue da vítima emplumada. Pressinto ,no correr dos galopantes cascos da minha ideias , que ela já esta entre nós e muitos não estão notando a sua presença.
Uma cega visão atinge as pupilas dos reitores e senhores do município ,e só quem tem o RAYBAN da guerrilha cultural , poderá enxergar...
O xis da questão é que essa visão é tão contagiante que chega e muitos não conseguem ver ,e a arte vai se espalhando mais rápido que doença venérea , apesar da síndrome de Ray Charles...

05/02/2009

EU,TERRORISTA ?



AFINAL, QUEM É O TERRORISTA?

No ano passado - quando vi aqueles aviões americanos ultra-modernos, despejando suas bombas de sete toneladas sobre paupérrimos vilarejos afegãos, e nossa imprensa televisiva chamando isso de guerra contra o terror - comecei a ter sérias dúvidas sobre o significado da palavra terror.

Hoje, a guerra contra o terror prossegue - com a invasão do Iraque e a operação choque e espanto - e minhas dúvidas aumentam. Choque e espanto não são, por si próprias, idéias muito próximas de terror? Essa operação, que se materializa nas gigantescas bolas de fogo que cobrem Bagdá, não parece um eufemismo para operação terror?

Consultei o dicionário para ver o que terrorismo significa:

Modo de coagir, ameaçar ou influenciar outras pessoas, ou de impor-lhes a vontade pelo uso sistemático do terror, diz o Aurélio. Então percebi que havia um sério engano nessa história toda:

Todos se lembram de 11 de setembro de 2001, do atentado da Al Qaeda que matou mais de 3.000 civis. Isso certamente é terror. Mas e os bombardeios de Bush, não? A forma restritiva com que a televisão usa o termo terrorista, parece sugerir que os EUA nunca fizeram coisas similares a 11 de setembro!




Quem se lembra de 6 de agosto de 1945?

A segunda guerra mundial caminhava para um fim certo: a rendição do Japão. Um Japão mutilado, despido de seu antigo poderio aeronaval, sitiado pela marinha estadunidense, condenado a agonizar por sufocamento. Mas algo mais estava em jogo: a disputa entre EUA e União Soviética pelos despojos da guerra e pela supremacia político-militar do mundo.

O governo americano jogou uma bomba atômica sobre Hiroshima, matando instantaneamente 70.000 pessoas, em sua maioria mulheres, crianças e velhos, ferindo outras 100.000 e deixando um número não calculado para sofrer as terríveis conseqüências de longo prazo, que se estenderam por diversas gerações.

Os EUA alegaram que o uso da bomba foi para salvar vidas americanas. Será que foi? Dissemos que (...) explodir uma dessas coisas sobre um deserto, como um fogo de artifício, não deveria causar muita impressão, relatou mais tarde Oppenheimer. A quem a bomba de Hiroshima visava impressionar? aos japoneses ou aos soviéticos? Atualmente, de forma similar, Bush afirma que está invadindo o Iraque para proteger vidas americanas do terrorismo.

Além de Hiroshima, houve Nagasaki, as cidades alemãs, as vilas do Vietnã e do Camboja, e muitas outras, até chegarmos aos atuais acontecimentos em Bagdá.

Que diferença existe entre a ética dos bombardeios americanos e a do atentado de 11 de setembro? entre a ética do governo dos Estados Unidos e a da Al Qaeda? a de Bush e a de bin Laden?

Materialmente, a bomba de Hiroshima sozinha foi dezenas de vezes mais destrutiva que os atentados; e seus efeitos, milhares de vezes mais prolongados.

Quanto às alternativas que ambos tinham, a balança é desequilibrada, na proporção do poder de cada um. Para os EUA, cada bombardeio foi uma escolha fria, uma opção entre muitas. Para os árabes - que vivem sob ditaduras controladas pelos EUA e não têm à sua disposição meios pacíficos de expressão ou meios convencionais de luta - a decisão sobre os abomináveis atos terroristas foi tomada sem a multiplicidade de alternativas que existe em Washington.

Quem é o terrorista? Quem no mundo mais que George Bush?



ele está sempre querendo coagir, ameaçar e influenciar os outros países? Quem foi que bradou: ou vocês estão conosco, ou estão com os terroristas?!

Ainda assim, para nossas televisões, terroristas são apenas os opositores do poder estabelecido. Por essa lógica, o presidente dos EUA, a encarnação mundial do poder estabelecido, jamais será terrorista, não importando a brutalidade de seus atos.

Para nós também, de tanto ser repetida, essa acepção ameaça se tornar uma verdade. Mas devemos pelo menos compreender suas conseqüências: Por essa lógica, os nazistas que cometeram o holocausto jamais seriam terroristas; os judeus, que com armas rudimentares resistiram heroicamente no gueto de Varsóvia, sim. Por essa lógica, no dia em que os interesses da Boeing e da Embraer se chocarem, ou quando algum laboratório americano ganhar a patente do chá de espinheira santa e quiser nos cobrar royalties - no dia em que nos confrontarmos com os EUA - os terroristas talvez sejamos nós.

04/02/2009

def yuri é def


Hip Hop - Hoje e Ontem
Autor: Def Yuri


A cultura Hip Hop nos dias de hoje alcançou uma dimensão considerável e que se faz notar em várias partes do Brasil. Digo isso para uma maioria recém convertida ou meramente curiosa, pois o número de pessoas que batalham por essa cultura é enorme, infinitamente maior do que os grandes nomes que tanto representam e/ou gozam de uma grande visibilidade, a esses peço licença, e estou certo que estes têm a capacidade de discernir a importância do que estou pontuando. Falo de personalidades (não quero aqui separar por estilos ou sei lá o quê) como MV Bill, GOG, Mano Brown, Thaíde, Rappin Hood, Xis, Helião, Negra Li, Marcelo D2, Gabriel Pensador, Vinni Max, que constantemente invadem nossas casas não mais através do rep e sim via programas de TV, jornais ou revistas.

Diferente de outros, considero isso muito importante, essa exposição mostra um crescimento e reconhecimento, o triste é que isso não é compartilhado com uma gama enorme de atores que resistem desde sempre ou começam a resistir, e coloco que isso nem é culpa dos citados e sim daqueles que buscam retratar ou alardear essa nova cultura (?).

Antes de qualquer ruído de comunicação natural ou orquestrado, digo que não tenho objetivo de focar nos interesses comerciais, e sim no pensamento e incapacidade de se detalhar na sua verdadeira dimensão essa cultura, que como sempre coloquei não se restringe a uma visão única, no caso em questão – paulicêntrica, esta até pode ser a mais divulgada, porém não é, nunca foi e nem será a única.

Questiono a competência, quero dizer, a "boa" vontade de determinados veículos de comunicação que, no senso comum, convencionou-se entre nós rotular de "servirem ao sistema", pois sempre reproduziam absurdos sobre a cultura ou eram totalmente limitados e incapazes de apurar algo que transcendesse o seu conhecimento. E friso que foram vários os resultados desse tipo de ação "deturpatória", que durante tempos alimentou as nossas críticas e os nossos anseios por uma fala própria ou pelo menos que alguma vertente midiática de resistência cumprisse o papel de colocar um foco imparcial sobre a cultura Hip Hop, mostrando através do respeito e conhecimento a força dessa manifestação, bem como toda a sua pluralidade.

Na verdade isso é esperar demais, tendo em vista as incríveis similaridades entre os veículos midiáticos no que se refere à construção e divulgação de um conhecimento específico, servindo apenas como reforço aos estereótipos e deturpações que são iniciativas que somente servem para embriagar e lobotomizar os menos informados que desconhecem a sua própria essência e seguem tal qual robôs programados desprovidos de um programa para questionamento. Realmente é impressionante.

O pior é que eu mesmo já estava acreditando que esse período de restrição e/ou condução de informação tinha passado ou, pelo menos ,diminuído o que seria uma incrível evolução - digo isso em decorrência do advento da Internet, das nossas próprias mídias e redes. É, talvez eu tenha superestimado, pois isso ainda não foi atingido na sua plenitude e alguns grilhões ou patrulhamentos ainda tentam impedir mesmo que inconscientemente as (em alguns casos, diga-se de passagem) nossas próprias ações para mudar esse quadro.

Em decorrência disso, acredito que os expoentes que são constantemente colocados como vidraças, digo vitrines, devem ou deveriam sentir-se constrangidos, pois viajam esse país de ponta a ponta e certamente encontram um número grande de pessoas e/ou iniciativas que são motivo de orgulho e que poderiam gozar de uma pequena visibilidade que seja, com o intuito de estimularem ainda mais as diferentes vertentes dessa cultura e sua maior propagação positiva. Com isso não quero dizer que os mesmos não estejam fazendo nada e sim sugerindo que façam ainda mais, isto já seria uma grande ajuda e por que não dizer um importante ato ativista. Minha colocação não tem o intuito de julgar os anseios artísticos e comerciais de cada um, cada qual com o seu cada qual, estes são importantes e necessários, e também não são da minha conta.

Nem vou me atrever a abordar os outros estados, essa iniciativa deixo para os seus naturais contarem (e são muitos), falarei tão somente do caso do Rio de Janeiro, cuja imagem no momento está atrelada ao Bill, Gabriel, D2, Vinni Max ou Black Alien, isso por si só é muito importante, pois mostra um retorno aos diferentes trabalhos realizados o que é merecido, justo, mostrando que é possível para muitos buscarem aquilo que tanto almejam, porém não é só isso.

Por mais que os próprios façam, coloco que todos estes sem exceção já provaram o sabor do descaso, desdém e ciumeira intra-hiphop do Rio de Janeiro, esta última às vezes fruto de contaminação externa (também). Digo que os percalços pelos quais passaram não devem ser esquecidos, mais transcender isso se faz necessário o quanto antes, peço que não esqueçam das suas origens hiphopeiras e, se não se esqueceram, que externem de coração aberto que não vieram do nada, mostrem para o mundo que também são frutos de um estado onde essa cultura luta, lutou e resistiu a todos os tipos de ingerências, preconceitos e deturpações. Que estes legítimos expoentes lembrem, digo, que tornem público se possível com orgulho que vieram do mesmo lugar que:

DJ Leandro, KMKZ, Macarrão, El Tosh, Refém, Sistema Visado, Mister Zoy, Gutierrez, Justiça Negra, Tito, Bolt, Thogun, Fator Surpresa, Contexto, P, 10, Tigrão, Speed Freaks, Dudu de Morro Agudo, Gilmar, Fiell, DJ Zinho, Vinícius Terra, Perigo Zona Sul, Don Negrone, Disciplina Urbana, Leo da XIII, Inumanos, Poder Consciente, 3 Pretos, Pjunior, MC I, A Resistência, Paula Diva, Vozes do Gueto, Artistas Urbanos, Marechal, DJ Frias, De Leve, Gás-pa, 5o Andar, K-lote, Artigo 288, Mister P, Marcia 2 Pac, Weelf, Tigrão, Vozes do Gueto, Funk, Positive Soul, Mateus Pinguim, Break Mania, Manu Valdez, Neggativas, NAT, Poetas de Ébano, Descendentes da Ralé, Posse Domínio Apocalipse, João Coragem, DJ Lara, Justiça Negra, You2, Realidade Social, DJ Pachu, R.E.P, Edd Weeler, Nando-E, Xhacal, Damas do Rap, Bob T, DJ Juan, Boogie Boys, A Filial, Jovem Cerebral, Rogério Beat, Paulo, Leandro BW, Bolt, Eva Samaja, Zeze, Filhos do Gueto, Falcom Man, Ryo Radikal Repz, Atari Funkers, Break Storm, ACME, DJ Frias, MC Boné, Lelin, Original Rap, Mechanic Man, Poesias Sobre Ruína, Genaro, DJ Alex, Slow, Don Michel, Buiu da Doze, O Bando, Frio Bira, Nocaute, B-32, DJ Saddan, GBCR, Felipe B, Sindicato Negro, Dr Terror, Lord Sá, DJ Tamempi, Nega Gizza, Esquadrão Zona Norte, DJ TR, JC, Mick, Ocrespo, A.C, Tulane, BJ, Paulo Gato, Branco e Preto Polaroid, Manifesto 021, Elza Cohen, DJ Fabio ACM, Alfa Marine, Pancho, Caleho, Marcelo M.G, Baixada Brothers, Juízo Crítico... Caramba são tantos os que fizeram e fazem essa cultura no Rio de Janeiro que acredito levaria dias para buscar nos meus arquivos mentais todos os nomes, ou pelo menos parte desses.

E os eventos e festas? Batalha do Real, Zoeira, Hutuz, Ajuste de Contas, Hip Hop pelo Rio, Hip Hop Hio, CDD, Voz Ativa, SG in Rap, Viva Zumbi, Embaixada, Fúria, Basement, Rave Hip Hop, Everest, Salão Azul, Players, Viaduto, Hip Hop Agosto, Garage Rap Club... Na propagação musical por rádio e T.V: Liberdade de Expressão, Voz da Favela, Conexão Babilônia, Que se Dane, No Clima dos Bailes, Grito de Alerta, Night Session, BB Vídeo Break, BB vídeo Clipe, Super Onda, Monsieur Lima, Periferia, Som na Caixa, Vibrações Positivas... Registros: S2 samples e scrats, Afro Reggae Noticias, Enraizados, Hip Hop Ativo, Viva Favela...

Nas iniciativas sociais: além da CUFA, diversas instituições apostam e/ou apostaram no Hip Hop: CEAP, VIVA RIO, CEMINA, CRIOLA, IBASE, FASE, ISER... E lembro das primeiras ONG's no meio - Atcon (Associação Atitude Consciente) e Voz Ativa. Mais recentemente uma totalmente pensada e constituída por pessoas do meio foi o CEAC- H2 Centro de Estudos e Apoio a Cultura Hip Hop...

São muitos os pontos que podem ou poderiam ser melhor divulgados, espero que os grandes expoentes cariocas mantenham todas as lembranças vivas nas suas mentes, e conseqüentemente de todos que orbitam pela cena H2 e se já fizerem isso que externem e ajudem ainda mais e de todas as formas possíveis, tendo em vista que vocês dispõem dos meios necessários para a preservação dessa cultura. E mesmo se não forem capazes ou tiverem vontade de fazer, o que é um direito, eu agradeço e agradecerei do mesmo jeito, e também cientificando-os que independente de uma maior mobilização dos vários Hip Hop`s, eu, Def Yuri, continuarei externando meu orgulho de fazer parte de tudo isso, e também muito orgulho de ser do Rio de Janeiro, e continuarei somando no que for possível e reforçando que é imprescindível um mínimo de conhecimento e o não esquecimento - em alguns casos forçados - da nossa história local, e quando a mídia tacanha ou supostamente revolucionária, se meter a falar, retratar ou citar o Hip Hop feito a partir do Rio de Janeiro, aqui ou em qualquer outro lugar, que o faça com fundamento e respeito. Isso, também vale se o foco for todo o Brasil. É preciso reconhecer a pluralidade, a diversidade e as diferentes realidades que podem ser parecidas em alguns aspectos, porém não são iguais como um todo, tendo em vista que essa cultura é um reflexo da sociedade, tanto para o bem quanto para o mal.

Aos leitores pergunto, têm conhecimento sobre o nascedouro dessa cultura no seu lugar de origem? Conhecem o antes, o presente? Já pensaram no futuro? Essas são apenas algumas perguntas vitais.

Atentos a isso digo que o mesmo vale para os oriundos da nossa cultura, dessas formas nos fortaleceremos ainda mais, acredito nisso e pontuo que já fui a diferentes locais desse país e tenho a certeza que esse posicionamento é compartilhado pelos não colonizados externa ou internamente. Tenho esperança que o quadro negativo seja revertido, em contrário de nada adiantará os discursos reivindicativos, restará somente o conhecido muro de lamentações do Hip Hop.


A compreensão daquilo que por mim foi descrito por mim será apenas um passo dado que tornará possível uma liberdade de ação, expressão e questionamentos que contemple "o todo", afinal estamos em 2005 e não podemos nos permitir os mesmos erros do passado, onde não tínhamos espaços para questionar as histórias disseminadas, estando essas parcialmente corretas ou erradas. Nunca esquecendo que o esforço é coletivo, fiz a minha parte ao tornar público percepções até então restritas a determinadas pessoas que se indignam com o quadro geral, e podem apostar que continuarei em frente - como sempre - pois o bônus e o ônus no que se refere ao Hip Hop deve ser compartilhado por todos sem exceção: artistas, ativistas e entusiastas.

"Longa vida ao Hip Hop do Rio de Janeiro. Longa vida ao Hip Hop em cada estado brasileiro!"

03/02/2009

Mas ainda sim, eu rio...


Eu, Psique, digitei o texto seguinte num momento em que pensei que ele, Luiz, não passaria de um confidente à distância... por isso, a acidez transborda sutilmente entre as linhas...


Minha absurda imaginação costuma me dar rasteiras( "fantástico mundo de Bobby" total )..às vezes, penso que é sentimentalismo demais, sensibilidade demais, delicadeza demais,...mas só às vezes..coisas que poderiam ser boas, se bem dosadas, parecem me corroer por dentro, assim...bem devagar, pra que ninguém perceba... é chato quando começamos a nos acostumar.. quando aparece algo que parece ser bom ..no fim, ÀS VEZES, não é.
Mas o que sinto agora, é uma vontade de chorar sem motivo(E ISSO, DEFINITIVAMENTE, Ñ TEM GRAÇA NENHUMA!!Mas ainda sim, eu rio..rsrs.muito "show de Truman").
Não me sinto triste, mas é um saco!...desculpe o pessimismo exacerbado e sem motivo, rs... me considero alguém otimista.....sério!!
Talvez esteja com raiva da minha dor nas costas (de tanto dormir no trem...rsrs) ...é!! Deve ser isso!De resto, fico nas reticências, tentando entender Reich dizendo que alguém pode mentir com palavras mas as expressões, nunca mentem...( estudando teorias da personalidade....e que personalidade!!RS)
Por hoje é só pessoal!(ah! A repetição de palavras foi proposital...até que meu vocabulário não é tão escasso assim né?..rsrs)..bjss..

02/02/2009

Lei de Murphy


A Lei de Murphy é um ditado popular da cultura ocidental que afirma que "se alguma coisa pode dar errado, com certeza dará". "Se há mais de uma maneira de se executar uma tarefa ou trabalho, e se uma dessas maneiras resultar em catástrofe ou em conseqüências indesejáveis, certamente será a maneira escolhida por alguém para executá-la". A Lei de Murphy é comumente citada (ou abreviada) como "Se algo pode dar errado, dará" ou ainda "se algo pode dar errado, dará errado da pior maneira possível, no pior momento possível".
É oriunda do resultado de um teste de tolerância à força g por seres humanos, feito pelo engenheiro aeroespacial norte-americano Edward A. Murphy. Ele deveria apresentar os resultados do teste; contudo, os sensores que deveriam registrá-lo falharam exatamente na hora. Frustrado, Murphy disse "se este cara tem algum modo de cometer um erro, ele o fará" (em referência ao assistente que havia instalado os sensores). Daí, foi desenvolvida a assertiva: "Se existe mais de uma maneira de se executar uma tarefa, e alguma dessas maneiras resultar num desastre, certamente será a maneira escolhida por alguém para executá-la." O teste obteve sucesso, mais tarde. Durante uma conferência de imprensa, John Paul Stapp, que havia servido como cobaia para o teste, atribuiu ao fato de que ninguém saiu ferido dos testes por levarem em conta a Lei de Murphy, e explicou as variáveis que integravam a assertiva, ante ao risco de erro e conseqüente catástrofe.


Como o ditado popular que é, para mim, a lei de Murphy, sem dúvida, é contestável. Diante dessa afirmativa, estendo a sentença de que "se alguma coisa pode dar errado, com certeza dará" apontando a possibilidade de que a própria frase seja equivocada, posto que, a frustração pode causar péssimas colocações...como essa.
É óbvio que as possibilidades existem assim como eu adoro ler Pablo Neruda e fui muito feliz assistindo Pulp Fiction_ tempo de violência... o que se contesta aqui é a "certeza" da parte final da frase.
Pela lógica da oração, considerando que todos somos seres humanos e, portanto, passíveis de falhas, torna-se impossível imaginar qualquer coisa que não tenha possibilidade de dar errado. Logo, baseando-se na idéia proposta, TUDO DARIA ERRADO.
A lei de Murphy caiu por terra quando o teste obteve sucesso o que me faz considerar a assertiva em si, algo que busca aliviar nossa frustração quando algo não acontece como esperamos que aconteça...da mesma maneira que o conto da raposa e das uvas...
As possibilidades não deixarão de existir...então, a fé e a perseverança tornam-se os sentimentos, as alavancas que nos aliviam de certa forma...afinal, como alguém uma vez me disse, tudo tem sempre 50% de chance de dar certo.
Se você busca algo com todo o seu coração e sua determinação, tem fé em Deus e continua perseverando no seu objetivo, você consegue. Nessas horas, o melhor é não se prender às estatísticas que nos ajudam a ter medo de tentar ao apontar a possibilidade que temos de errar.
concordo...sou m.c e as vezes escrevo coisas...

01/02/2009

Isaac Asimov


Fico pensando no futuro...quanto mais penso mais me assusto...quem vai parar as máquinas quando elas notarem que não precisam mais de nós??

Um cara pensou nisso:
ISAAC (MEU AMIGO) ASIMOV.

Leis da Robótica

Apresentadas no livro Eu, Robô, as 3 Leis da Robótica foram criadas como condição de coexistência dos robôs com os seres humanos, como prevenção de qualquer perigo que a inteligência artificial pudesse representar à humanidade. São elas:

1ª lei: Um robô não pode ferir um ser humano ou, por omissão, permitir que um ser humano sofra algum mal.
2ª lei: Um robô deve obedecer as ordens que lhe sejam dadas por seres humanos, exceto nos casos em que tais ordens contrariem a Primeira Lei.
3ª lei: Um robô deve proteger sua própria existência desde que tal proteção não entre em conflito com a Primeira e Segunda Leis.

Mais tarde, no livro Os Robôs do Amanhecer, o robô R. Giskard viria a instituir uma quarta lei: a 'Lei Zero':

'Lei Zero': Um robô não pode fazer mal à humanidade e nem, por omissão, permitir que ela sofra algum mal.



Isaac Asimov, em russo Айзек Азимов (Petrovichi, 2 de janeiro de 1920 — Nova Iorque, 6 de abril de 1992), foi um escritor e bioquímico , nascido na Rússia, autor de obras de ficção científica e divulgação científica.

A obra mais famosa de Asimov é a série da Fundação, também conhecida como Trilogia da Fundação que forma parte da série do Império Galáctico e que logo combinou com sua outra grande série dos Robots. Também escreveu obras de mistério e fantasia, assim como uma grande quantidade de não-ficção. No total, escreveu ou editou mais de 500 volumes e umas 90.000 cartas ou postais, e têm obras em cada categoria importante do sistema de classificação bibliográfica de Dewey exceto em filosofia.

Asimov foi reconhecido como um mestre do gênero da ficção científica e, junto com Robert A. Heinlein e Arthur C. Clarke, foi considerado em vida como um dos "Três Grandes" escritores da ficção científica.

Asimov foi membro e vice-presidente por muito tempo da Mensa, ainda que com falta: ele os descrevia como "intelectualmente combalidos". Exercia com mais freqüência e assiduidade a presidência da American Humanist Association (Associação Humanista Americana).

Em 1981 um asteróide recebeu seu nome em sua homenagem, o 5020 Asimov, assim como o robô humanóide "ASIMO" da Honda.


Biografia
Asimov nasceu entre 4 de Outubro de 1919 e 2 de Janeiro de 1920 em Petrovichi shtetl ou Oblast de Smolensk, RSFSR (hoje Província de Mahilou, Bielorrússia). A mãe foi Anna Rachel Berman Asimov e o pai Judah Asimov, um moleiro de uma família de Judeus. A sua data de nascimento não pode ser precisada por causa das diferenças entre o Calendário Gregoriano e o Calendário hebraico e por causa da falta de registros. Asimov celebrou sempre o seu aniversário a 2 de janeiro. A família deriva o nome de озимые (ozimiye), uma palavra da língua Russa que significa um cereal de inverno que o seu bisavô negociava, ao qual o sufixo paterno foi adicionado. A sua família emigrou para os EUA quando ele tinha só três anos de idade. Como os seus pais falavam sempre hebraico e inglês com ele, ele nunca aprendeu russo. Enquanto crescia em Brooklyn, New York, Asimov aprendeu por si próprio a ler quando tinha cinco anos, e permaneceu fluente em iídiche assim como em inglês. Os seus pais tinham uma loja de doces, e toda a gente da família tinha de lá trabalhar. Revistas baratas de papel de polpa, chamadas pulp sobre ficção científica era vendidas em lojas, e ele começou a lê-las. Por volta dos onze anos começou a escrever histórias próprias, e por volta dos dezenove anos, tendo-se tornado fã de ficção científica, começou a vender as suas histórias a revistas. John W. Campbell, o editor de Astounding Science Fiction,, para quem ele vendeu suas primeiras histórias, foi uma forte influência formativa e tornou-se um amigo.


Asimov era um claustrofilo; ele gostava de espaços pequenos fechados. No primeiro volume da sua autobiografia, ele conta um desejo infantil de possuir uma banca de jornais numa estação de metro no New York City Subway, dentro da qual ele se fecharia e escutaria o ruído dos carros enquanto lia.

Asimov tinha aviophobia, só o tendo feito duas vezes na vida inteira (uma vez durante o seu trabalho na Naval Air Experimental Station, e uma vez na volta para casa da base militar em Oahu em 1946). Ele raramente viajava grandes distâncias, em parte por causa da sua aversão a voar adicionada às dificuldades logísticas de viajar longas distâncias. Esta fobia influenciou várias das suas obras de ficção, como as histórias de mistério de Wendell Urth e as novelas sobre robôs de Elijah Baley. Nos seus últimos anos, ele gostava de viajar em navios de cruzeiro, e em várias ocasiões ele fez parte do "entretenimento" no cruzeiro, dando palestras baseadas em ciência em navios como os RMS Queen Elizabeth 2. Asimov sabia entreter muitíssimo bem, prolífico, e procurado como discursador. O seu sentido de tempo era fantástico; ele nunca olhava para um relógio, mas falava invariavelmente precisamente o tempo combinado.

Asimov era um participador habitual em convenções de ficção científica, onde ficava amável e disponível para a conversa. Ele respondia pacientemente a dezenas de milhares de perguntas e outro tipo de correio com postais, e gostava de dar autógrafos. Embora gostasse de mostrar o seu talento, raramente parecia levar-se a si próprio demasiado sério.(EU SOU ASSIM , MUITAS VEZES...)




EU CONCORDO...

No livro Escolha a Catástrofe, Asimov disserta sobre os futuros problemas que poderiam levar a humanidade à extinção e como a tecnologia poderia salvá-la. Em certa parte do livro, ele fala sobre a educação e como ela poderia funcionar no futuro.

Haverá uma tendência para centralizar informações, de modo que uma requisição de determinados itens pode usufruir dos recursos de todas as bibliotecas de uma região, ou de uma nação e, quem sabe, do mundo. Finalmente, haverá o equivalente de uma Biblioteca Computada Global, na qual todo o conhecimento da humanidade será armazenado e de onde qualquer item desse total poderá ser retirado por requisição.
...Certamente cada vez mais pessoas seguiriam esse caminho fácil e natural de satisfazer suas curiosidades e necessidades de saber. E cada pessoa, à medida em que fosse educada segundo seus próprios interesses, poderia então começar a fazer suas contribuições. Aquele que tivesse um novo pensamento ou observação de qualquer tipo sobre qualquer campo, poderia apresentá-lo, e se ele ainda não constasse na biblioteca, seria mantido à espera de confirmação e, possivelmente, acabaria sendo incorporado. Cada pessoa seria simultaneamente um professor e um aprendiz.

— Isaac Asimov - 1979



Bibliografia selecionada

Asimov pretendia escrever 500 livros e, por pouco, não atingiu essa marca; escreveu 463 obras. Mas somando todos os livros, desenhos e coleções editadas, totalizam-se 509 itens em sua bibliografia completa. Asimov pode ter escrito Opus 400, que seria uma comemoração de 400 publicações; contudo a lista de comemorativos da bibliografia vai apenas até o Opus 300.


Ficção cientifica

Série Robôs:

The Complete Robot
- Nós, Robôs (1982)

(Coletânea de 31 contos sobre os robôs publicados entre 1939 a 1977)
Robot Dreams
- Sonhos de Robô (1986)

(Outra coletânea de contos sobre robôs)
Robot Visions
- Visões de Robô (1986)

(Outra coletânea de contros sobre robôs)

Série Espaciais:

Mãe Terra
(Conto publicado em O Futuro Começou, onde aparecem pela primeira vez os espaciais)
The Caves of Steel
Caça aos Robôs (1954)
(primeiro romance de ficção científica com Elias Baley)
The Naked Sun
Os Robôs (1957)
(segundo romance de ficção científica com Elias Baley)
Imagem Especular
Imagem no Espelho
Conto sobre uma disputa entre dois Cientistas de Aurora, a respeito de uma descoberta, mediada por Elias Baley e Daniel
The Robots of Dawn
Os Robôs do Amanhecer (1983)
(terceiro romance de ficção científica com Elias Baley)
Robots and Empire - Os Robôs e o Império (1985)
(seqüência da trilogia Elias Baley)
The Positronic Man (1993)
(com Robert Silverberg, um romance baseado no antigo conto de Asimov "The Bicentennial Man")

Série Império Galáctico:
Pebble in the Sky - 827 Era Galática (1950)

The Stars Like Dust - Poeira de Estrelas (1951)
The Currents of Space - As Correntes do Espaço (1952)
- Romance pré-imperio, sobre um planeta explorado por outro.

Série Lucky Starr:
David Starr Space Ranger - As Cavernas de Marte (1952)
Lucky Starr and the Pirates of the Asteroids - Vigilante das Estrelas (1953)
Lucky Starr and the Oceans of Venus - Os Oceanos de Vênus (1954)
Lucky Starr and the Big Sun of Mercury - O Grande Sol de Mercúrio (1956)
Lucky Starr and the Moons of Jupiter - O Robô de Júpiter (1957)
Lucky Starr and the Rings of Saturn - Os Anéis de Saturno (1958)

Trilogia Fundação:
Foundation - Fundação (1951)
Foundation and Empire - Fundação e Império (1952)
Second Foundation - Segunda Fundação (1953)

Extensão da série Fundação:
Foundation's Edge - Fundação II (em portugal "No Limiar da Fundação")(1982)
Foundation and Earth - Fundação e a Terra (1986)
Prelude to Foundation - Prelúdio à Fundação (1988)
Forward the Foundation - Crônicas da Fundação (em portugal "Notas Para um Empério Futuro")(1993)


(Ainda que essencialmente independentes, alguns romances têm relações mínimas com a série "Fundação".)


Coletâneas de pequenas histórias


I, Robot - Eu, Robô (1950)
The Martian Way and Other Stories (1955)
Earth Is Room Enough (1957)
Nine Tomorrows (1959)
The Rest of the Robots (1964)
Nightfall and Other Stories (1969)
The Early Asimov (1972)
The Best of Isaac Asimov (1973)
Buy Jupiter and Other Stories (1975)
The Bicentennial Man and Other Stories (1976)
The Complet Robot (1982)
The Winds of Change and Other Stories (1983)
Robot Dreams (1986)
Azazel (1988)
Gold (1990)
Robot Visions (1990)
Magic (1995)


E MUITO MAIS , MAS ESTOU COM PREGUIÇA DE ESCREVER AQUI...VOU PEDIR PRO MEU ROBOT...